Começamos a aula atrasados, ficamos esperando as pessoas atrasadas, como eu estava um pouco e com isso perdemos um pouco da aula. Depois começamos a fazer o jogo do Vrum e rondom e precisa de bastante concentração e energia no corpo, as vezes ficava um pouco perdida e confusa mas foi tudo certo, só preciso colocar um pouco mais de velocidade e força na hora de fazer.
Depois continuamos com a montagem de Édipo, voltamos para as cenas já trabalhadas. O outro grupo fez um ótimo trabalho, as duas pessoas que tinham falas não tinham ido mas eles fizeram funcionar e foi demais, os efeitos sonoros, começar mais calmo e ir aumentando o som trás um impacto fantástico. O nosso grupo acrescentou as falas, para melhor entendimento do texto porém, estávamos totalmente sem concentração, eu ria várias vezes, chega a ser chato mas eu estava bem dispersa esse dia.
Depois fizemos um jogo onde a sala foi divida em duplas e cada um tinha um numero: 1 ou 2. E a pessoa tinha que passar e falar uma palavra e sentir verdade naquilo, se a pessoa que ouviu sentir que era verdade mesmo então tinha que abraçar a pessoa. Foi um exercício muito bom, as vezes não sentia nada quando falavam algumas coisas, era tipo vazio, apenas palavras, mas as vezes tinha verdade e era o momento de abraçar.
Depois fizemos um jogo que era todo baseado no exercício passado: duas filas e a professora falava uma frase e quando sentíamos verdade naquilo tínhamos que ir e abraçar a pessoa. Foi bem bacana isso pois conseguimos observar o modo como as pessoas interpretam cada frase, o modo como cada um entende o texto, a visão que eles tem daquilo.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
Aula de Interpretação por Carol Bandeira 12/03
Começamos essa aula com alguns exercícios corporais, alongamos pernas, braços, rodamos nossos braços em direções contrarias (muita gente achou difícil mas eu as vezes fazia isso em casa então foi mais fácil).
Depois a sala foi divida em dois grupos e o meu grupo foi responsável pela cena da briga de Tiresias e Édipo e deixamos a Julia como Tiresias e André como Édipo porém fizemos duplas e cada um na dupla era Édipo e o outro Tiresias. Dividimos as falas por palavras e toda vez que Julia falava todos os tiresias repetiam e toda vez que André falava todos os Édipos repetiam. Faltou um pouco de ensaio e faltou bastante atenção, concentração. Percebi isso em mim mesmo, até porque estava sem concentração e ficava rindo e não sabia as falas deles então muitas vezes eu não entendia e ficava perdida e acabava errando e me desconcentrando. Talvez se tivesse colocado falas e não palavras ficaria mais fácil a compreensão do texto e o contexto da cena. A cena do outro grupo foi muito boa, o inicio teve um impacto muito maneiro que eles entravam fazendo uns barulhos e eles usam o palco, o inicio dos corredores e a plateia e isso foi bem legal.
Depois do intervalo sentamos e lemos as partes do texto que tínhamos ensaiado e começamos a fazer mudanças, mudamos o coro, a entrada, as formas, e etc.O que ficou bom pois a voz do coro em harmonia com o texto deu uma coisa legal, um contraste.
Depois a sala foi divida em dois grupos e o meu grupo foi responsável pela cena da briga de Tiresias e Édipo e deixamos a Julia como Tiresias e André como Édipo porém fizemos duplas e cada um na dupla era Édipo e o outro Tiresias. Dividimos as falas por palavras e toda vez que Julia falava todos os tiresias repetiam e toda vez que André falava todos os Édipos repetiam. Faltou um pouco de ensaio e faltou bastante atenção, concentração. Percebi isso em mim mesmo, até porque estava sem concentração e ficava rindo e não sabia as falas deles então muitas vezes eu não entendia e ficava perdida e acabava errando e me desconcentrando. Talvez se tivesse colocado falas e não palavras ficaria mais fácil a compreensão do texto e o contexto da cena. A cena do outro grupo foi muito boa, o inicio teve um impacto muito maneiro que eles entravam fazendo uns barulhos e eles usam o palco, o inicio dos corredores e a plateia e isso foi bem legal.
Depois do intervalo sentamos e lemos as partes do texto que tínhamos ensaiado e começamos a fazer mudanças, mudamos o coro, a entrada, as formas, e etc.O que ficou bom pois a voz do coro em harmonia com o texto deu uma coisa legal, um contraste.
Aula de interpretação 05/03
Essa foi a aula a qual tivemos o primeiro contato com o texto "Édipo Rei." Foi quando conhecemos o texto e conhecemos a historia. É um texto bem difícil, tem palavras difíceis e nesse dia eu tinha ido com Lazaro e Sarah para a apresentação deles então chegamos na segunda aula e perdemos um pouco do texto o que fez com que a compreensão ficasse ainda mais difícil.
Interpretação II por Carol Bandeira 19/02
Começamos a aula fazendo aquecimento que foi um pouco pesado esse dia e continuamos com o exercício da aula anterior. Lara disse que tínhamos um tempo para melhorar a nossa apresentação e foi muito difícil pensar no que mudar, ficamos um bom tempo tentando pensar onde iriamos mudar, mudar não, melhorar né. Começamos mas tiramos o som de S pra um som mais "tan nan nan nan nan, tan nan nan nan nan" enquanto andávamos em câmera lenta e toda vez que a Julia andava e não olhava pra gente nós tínhamos que fazer a blablação e quando ela olhava de novo parávamos. Das falas da aula passada só deixamos a do Jeferson que era "decifra-me ou te devoro" que agora não era só dele e sim de todos.
Não tinha dado tempo de fazer as coisas direitinho, as mudanças, ensaiar e estávamos inseguros e passamos isso para o publico, aquele ar de insegurança e não podemos passar isso para o publico jamais, por mais inseguro que estivermos temos que manter uma postura de confiança.
Depois fizemos um exercício super legal, um exercício novo que nunca tinha feito antes e achei muito legal mesmo. O tema era medo e então um por um tinha que ir completando o palco como se fosse uma imagem. Primeiro foi a Rafa, depois a Julia, depois Lazaro e foi indo e indo. Na minha vez eu sentei com cara de medo e com as mãos nas pernas. Depois eu ia até a Anna Paula e fazia um gesto de proteção com as mãos protegendo ela. E depois eu caia no chão para direita. Eu tinha imaginado uma coisa quando cai, como se eu tivesse levado um tiro do Ismael que tava na minha frente e então eu caia mas na hora não foi nada disso porque Ismael foi pra um lugar e fez um gesto aleatório e perdeu o sentido que eu tinha na cabeça.
Tinha que ter inicio, meio de fim e a cada gesto tinha isso, por isso muita gente morreu no final porque tinha que ter um fim. Depois tínhamos que acrescentar uma fala para cada movimento e eu fiz o seguinte:
Primeira cena eu fiz um som de medo: ahhh e respirava fundo, a segunda fala eu andava até o local e falava: NÃO! e depois eu fazia o som de: AI! e caia.
Foi muito engraçado isso meu, porque quando eu fazia achava engraçado a situação mas a composição em si ficou muito bonita. Um de cada vez ia lá e fazia sua cena e ficava bonito, apesar de no final tudo ter ficado sem sentido foi bom. Tinha que sustentar bastante a cena e precisava de um esforço físico também e as vezes ficava cansada.
Não tinha dado tempo de fazer as coisas direitinho, as mudanças, ensaiar e estávamos inseguros e passamos isso para o publico, aquele ar de insegurança e não podemos passar isso para o publico jamais, por mais inseguro que estivermos temos que manter uma postura de confiança.
Depois fizemos um exercício super legal, um exercício novo que nunca tinha feito antes e achei muito legal mesmo. O tema era medo e então um por um tinha que ir completando o palco como se fosse uma imagem. Primeiro foi a Rafa, depois a Julia, depois Lazaro e foi indo e indo. Na minha vez eu sentei com cara de medo e com as mãos nas pernas. Depois eu ia até a Anna Paula e fazia um gesto de proteção com as mãos protegendo ela. E depois eu caia no chão para direita. Eu tinha imaginado uma coisa quando cai, como se eu tivesse levado um tiro do Ismael que tava na minha frente e então eu caia mas na hora não foi nada disso porque Ismael foi pra um lugar e fez um gesto aleatório e perdeu o sentido que eu tinha na cabeça.
Tinha que ter inicio, meio de fim e a cada gesto tinha isso, por isso muita gente morreu no final porque tinha que ter um fim. Depois tínhamos que acrescentar uma fala para cada movimento e eu fiz o seguinte:
Primeira cena eu fiz um som de medo: ahhh e respirava fundo, a segunda fala eu andava até o local e falava: NÃO! e depois eu fazia o som de: AI! e caia.
Foi muito engraçado isso meu, porque quando eu fazia achava engraçado a situação mas a composição em si ficou muito bonita. Um de cada vez ia lá e fazia sua cena e ficava bonito, apesar de no final tudo ter ficado sem sentido foi bom. Tinha que sustentar bastante a cena e precisava de um esforço físico também e as vezes ficava cansada.
Interpretação II por Carol Bandeira 05/02
Essa foi a primeira aula que tivemos de interpretação com a professora Lara e foi uma aula nova para mim. Muitos já tinham feito a oficina que ela deu ano passado.
Começamos andando pelo espaço e quando ela pedia pra congelar tínhamos que percebemos os espaços vazios e tínhamos que ocupar os espaços vazios, tivemos que continuar até que conseguimos ocupar melhor espaço. Anderson disse que tínhamos que olhar nos olhos um dos outros para ocupar melhor o espaço e isso é verdade porque eu tentava olhar os espaços e acaba esbarrando nas pessoas e não dava para ocupar os lugares completamente.
Também tínhamos que marcar os nossos quatro pontos e lembrar. Tínhamos que escolher um numero para sentar, e começamos a criar movimentos e sequencia, como uma partitura,
Depois a sala foi dividida em dois grupos e cada um tinha um tema, o meu foi o enigma da esfinge, eu não fazia ideia do que era isso, Rafa disse que ela não tinha nariz e ninguém do grupo sabia ao certo o que era, então fomos pelo que sabíamos, inventamos que estávamos em um museu com estátuas que ficavam observando e se movendo e era como se o visitante soubesse que tinha um mistério ali e toda vez que a Julia que era o visitante se falava um "oh" ou um suspiro nós mudávamos de posição.
Lembro que entravamos em câmera lenta e então eu parava na frente da rafa e colocava a mão no nariz dela e ela no meu, até que dava o sinal e mudamos de lugar, eu sentava de pernas cruzadas e virava o rosto para esquerda com as mãos como uma forma egípcia e então eu andava para trás e parava em pé com a mesma posição porém trocando as mãos e depois andava para trás e ficava com as pernas em posição de 4 e com a mão no nariz, agora ponto neutro e saia.
Depois Lara fez alguns ajustes na cena. Agora entravamos iguais, os passos iguais, na mesma velocidade usando a visão periférica e fazendo o barulho de S. e então iamos para a primeira posição, em seguida na segunda começou a ter fala, eu falava: de dia tenho 4 pernas. Rafa falava: de tarde tenho 4. Rafa falava: de noite tenho 3. E então Jeferson falava: decifra-me ou te devoro. Então a Julia falava: O homem! e então fazíamos as posições 3 e 4 seguidas e então fazíamos uma reta na frente do palco e abríamos para a Julia passar.
Teve o outro grupo que falava sobre profecia e eles falavam sobre Jesus, a volta de Jesus, na verdade era tudo sobre Édipo, mas a composição deles estava boa, teve sintonia, teve verdade, apenas precisava limpar um pouco os movimentos e a correria mas cada personagem tinha seu sentido
Começamos andando pelo espaço e quando ela pedia pra congelar tínhamos que percebemos os espaços vazios e tínhamos que ocupar os espaços vazios, tivemos que continuar até que conseguimos ocupar melhor espaço. Anderson disse que tínhamos que olhar nos olhos um dos outros para ocupar melhor o espaço e isso é verdade porque eu tentava olhar os espaços e acaba esbarrando nas pessoas e não dava para ocupar os lugares completamente.
Também tínhamos que marcar os nossos quatro pontos e lembrar. Tínhamos que escolher um numero para sentar, e começamos a criar movimentos e sequencia, como uma partitura,
Depois a sala foi dividida em dois grupos e cada um tinha um tema, o meu foi o enigma da esfinge, eu não fazia ideia do que era isso, Rafa disse que ela não tinha nariz e ninguém do grupo sabia ao certo o que era, então fomos pelo que sabíamos, inventamos que estávamos em um museu com estátuas que ficavam observando e se movendo e era como se o visitante soubesse que tinha um mistério ali e toda vez que a Julia que era o visitante se falava um "oh" ou um suspiro nós mudávamos de posição.
Lembro que entravamos em câmera lenta e então eu parava na frente da rafa e colocava a mão no nariz dela e ela no meu, até que dava o sinal e mudamos de lugar, eu sentava de pernas cruzadas e virava o rosto para esquerda com as mãos como uma forma egípcia e então eu andava para trás e parava em pé com a mesma posição porém trocando as mãos e depois andava para trás e ficava com as pernas em posição de 4 e com a mão no nariz, agora ponto neutro e saia.
Depois Lara fez alguns ajustes na cena. Agora entravamos iguais, os passos iguais, na mesma velocidade usando a visão periférica e fazendo o barulho de S. e então iamos para a primeira posição, em seguida na segunda começou a ter fala, eu falava: de dia tenho 4 pernas. Rafa falava: de tarde tenho 4. Rafa falava: de noite tenho 3. E então Jeferson falava: decifra-me ou te devoro. Então a Julia falava: O homem! e então fazíamos as posições 3 e 4 seguidas e então fazíamos uma reta na frente do palco e abríamos para a Julia passar.
Teve o outro grupo que falava sobre profecia e eles falavam sobre Jesus, a volta de Jesus, na verdade era tudo sobre Édipo, mas a composição deles estava boa, teve sintonia, teve verdade, apenas precisava limpar um pouco os movimentos e a correria mas cada personagem tinha seu sentido
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
ATIVIDADE REALIZADA NA DISCIPLINA DE INTERPRETAÇÃO
DIA 18/11/2014 TERÇA-FEIRA
By Gilberto Anders
Neste dia não tivemos aula, na verdade foi a exposição do trabalho que realizamos ao longo de várias aulas. Foi o dia do nosso "parto". O nosso "Romeu e Julieta" nasceu!
Foi emocionante fazer parte dessa maravilhosa peça. Poder contribuir com a evolução de algo que começou tão timidamente e tomou a grande proporção que tomou. E esse crescimento, sendo ilimitado, tem muito ainda a crescer. E vou dar o meu máximo para que essa peça chegue aos quatro cantos da Terra.
Fiquei muito feliz não só em realizar esse sonho, com meus queridos colegas, mas também por ver minha filha e esposa (que inicialmente não aceitava o fato de eu fazer Artes Cênicas) assistirem a peça. Isso me dá mais motivação e força para crescer ainda mais.
Foi emocionante fazer parte dessa maravilhosa peça. Poder contribuir com a evolução de algo que começou tão timidamente e tomou a grande proporção que tomou. E esse crescimento, sendo ilimitado, tem muito ainda a crescer. E vou dar o meu máximo para que essa peça chegue aos quatro cantos da Terra.
Fiquei muito feliz não só em realizar esse sonho, com meus queridos colegas, mas também por ver minha filha e esposa (que inicialmente não aceitava o fato de eu fazer Artes Cênicas) assistirem a peça. Isso me dá mais motivação e força para crescer ainda mais.
sábado, 6 de dezembro de 2014
Anna Claudia interpretação
INTERPRETAÇÃO
(12/08)
- Nesse dia, foram nos passado para escolher um dos fragmentos do Shakespeare. Daí, a classe foi divida em grupos de 3 pessoas. no meu grupo eram: Eu, Sarah e Vinicius. E o nosso grupo ficou com o fragmento da "megera domada".
-Era o seguinte: que a irma mais velha,no caso a Catarina, rejeitava os encantos de petrucchio.
-Na primeira tentativa, a nossa cena ficou meio confusa, pois tinha que criar uma regra de jogo, e nós não fazíamos ideia de que jogo fazer. E eu menos ainda, pois eu era nova ali. Então não tinha nem como ajuda. Mas no final deu tudo certo. A professora que propôs um jogo para nós fazermos. E o jogo era o seguinte: A Sarah tinha que cantar uma musica que lembrava rejeição. O Petrucchio não pudia sair da escada tentando conquistar o coração da catarina, mas sem sair da escada. Eu, que era a bianca, não podia parar de provar as mascaras para o baile.
E deu super certo.
O interessante dessa cena, foi o petrucchio ter utilizado a escada em cena. apesar dele não poder sair correndo, ele ficou pulando com a escada atras de Catarina. Ficou natura e ao mesmo tempo cênico.
Nesse dia eu me senti meio perdida, pois eu não conhecia ninguém. Então foi bem engraçado.
(25/08)
-Nesse dia a aula foi interessante mais complicada.
-Foi passado para nós um fragmento de Shakespeare,que foi o mais conhecido"Romeu e Julieta".e foi dividido em cena para cada um de nós.
Iniciamos o processo.
Primeiro tínhamos que memorizar através da escrita até que o nosso texto batesse com o do roteiro. O segundo passo era datilografar o texto. escrever num papel de olhos fechados. para mim isso não deu muito certo, pois a cada cena que eu decorava eu esquecia da cena de cima. E quando ela deu esse texto pra gente, eu fiquei com medo, pois era um texto novo de época, eu nunca tinha pego um texto assim. Foi tudo muita novidade pra mim.
Depois teve o terceiro passo, que foi criar as falas internas. Nessa etapa eu também senti dificuldades, pois como era um texto de época, então ficava tudo muito difícil, e a minha criatividade é péssima.
(09/09)
Neste dia, continuamos com a montagem da peça "Romeu e Julieta" e com as partituras que nós mesmos criamos. Neste dia, eu estava muito perdida. Porque eu nem sabia que partitura era essa. Mas com ajuda dos meus amigos eu fui criando a minha para a peça.
No começo da aula, fizemos todo o processo da memorização pela escrita, o que para mim é muito difícil, mais no fim tudo deu certo. Depois de estarmos bem na memorização pela escrita, nós passamos para a segunda etapa que era colocar para cada frase uma fala interna. O que para mim era impossível. Porque o texto do Shakespeare é muito confuso. Mais a fala interna para um ator é muito importante, pois fica mais fácil para o ator que esta em cena não esquecer a sua fala. O que para mim é difícil.
Na segunda parte da aula, nós colocamos tudo que aprendemos na teoria em pratica. Eu não lembro se eu participei, e nem posso falar dos meus colegas porque eu também não lembro.
O que eu aprendi com isso tudo foi que: a fala interna mostra a verdade do ator em cena, ou seja, a tão famosa fé cênica.
(16/09)
Neste dia,continuamo com a montagem da peça"Romeu e Julieta".
Foi um trabalho muito cansativo mas produtivo. Pois trabalhamos com cada pessoa a sua cena,e poucas pessoas trabalhavam em cena. Mais como um professor meu diz:"Nós aprendemos mais observando do que fazendo". E isso é verdade. Pois quando você observa, você grava os erros e os acertos, para quando chegar na sua vez, você mais acertar do que errar, lógico que o erro é humano. Você erra para acertar.
Uma coisa que eu achei interessante em sala de aula foi que as cenas podem se constituir tanto com falas tanto por gestos.
(23/09)
Continuamos com a montagem da peça. neste dia, surgiu coisas novas, cenas novas...
Na cena 2, Sarah,Carol e Marcela começaram a marchar com a musica infantil marcha soldado que eu quem sugeriu. Foi bem engraçado, porque foi uma coisa para ser engraçado e acabou que foi utilizada. Mas enfim.
Uma coisa que eu aprendi é que: ao usarmos regra de jogo em cena, não necessariamente devemos obedecer as regras certinhas,com as falas e os gestos, as regras vão se construindo de outras formas, inventando outras regras, enfim. Esse é o barato.
(30/09)
Hoje iriamos terminar de montar várias cenas. Só que várias pessoas faltaram. Então eu e Sarah ajudamos a professora a marcar a cena do Lazaro e da Naiara. Sarah no papel e eu na lanterna. A professora foi criando partituras para o Lazaro e para Naiara.
(07/10)
Bom, no primeiro momento da aula debatemos os textos que iram cair na prova de interpretação e corpo. E depois as pessoas que iriam se apresentar o coro do Romeu e julieta iriam para o centro de vivencia ensaiar. Mais foi um trabalho muito complicado pois, alem do mal tempo, estava chovendo muito, o espaço não era apropriado para teatro, então no começo foi bem complicado, mas no final, graças a Deus tudo deu certo.
As cenas foram sem falas, apenas com os movimentos do corpo que utilizarão na peça "oficial" e cantando a música do Tim Maia-Gostava tanto de você.
Foi bem interessante, porque quando a peça é sem fala,temos que utilizar o nosso corpo para expressar o que o personagem esta sentindo, e o corpo tem que esta mais vivo.
(22/10)
- teve a apresentação da minha turma do primeiro ato,após a apresentação teve um debate com o público sobre a peça.
- na sala de aula, a professora entregou as provas de interpretação e de corpo, logo depois nós fizemos um aquecimento para ativar as articulações do nosso corpo,depois fizemos os exercícios de empurrar e furar o ar e, depois fizemos o exercício de pegar e soltar o espaço, a gente mesmo e o outro.
- foi bem produtiva essa aula. Eu tenho que me soltar mais.
28/10
Neste dia eu não fiz nada, eu só observei os meus colegas em cena.
A professora tirou a Anna Pulk com a Iasmin, pois ela não passava verdade que o seu personagem tinha que passar.
O que está em questão nesta atitude? Porque posso dizer que ela não "passava a verdade"? Porque ela deixava impresso "a boneca" - ou seja, o que é isso? "A boneca" é a "supermarionete". A "supermarionete" é algo que imprime uma "TEATRALIDADE". Deixa transparecer a visualidade da representação (do teatro). Deixa transparecer para o público (deixa evidente) que é uma atriz (e não a Julieta).
Enquanto que, se você for simples, sem exagerar, e com calma seguir as ações da personagem, de maneira a "disfarçar a visualidade de uma representação" ("disfarçar que é teatro) e fazer o público se esquecer que é teatro - para ele acreditar que é a Julieta (uma fé cênica). Isto é o realismo. Então tem uma oposição (no trabalho do ator). Como assim? Tem dois polos. Dois jeitos diferentes de fazer teatro. Um é o realismo. Outro é a "EXACERBAÇÃO DA TEATRALIDADE". Tem diretores que amam a "EXACERBAÇÃO DA TEATRALIDADE" (é o que a anna estava fazendo).
Mas para a Rejane, naquele momento, precisava de outra LINGUAGEM, de outra POÉTICA cênica. Precisava de algo mais próximo ao realismo.
Então não é porque uma fazia mal e outra fazia bem. São duas linguagens diferentes e a diretora optou por uma porque funcionava melhor naquele momento da peça.
No outro momento, no primeiro ato, a TEATRALIDADE é bem vinda. Explicando: quando a Anna faz a Julieta que não quer casar.
Tirou a parte da Yule que todos tinham que levantar ela e deixar ela no alto. Mas não foi isso que estava sendo feito. Levanta a Yule e colocava ela no chão toda hora. E todos nós achamos que isso não ia dar certo.
Foi feito o seguinte: enquanto a Julieta falava o texto dela, o Romeu cantava a musica do Tim Maia-Gostava tanto de você.
(29/10)
Essa aula foi bem produtiva.
Nós passamos todos os atos da peça "Romeu e Julieta". Foi bem legal.
Mas o que eu não gostei é que a professora me chamou de tonta, e não me deixou enfrentar o desafio que era falar uma frase que tinha duas palavras que eu embolava. Eu não lembro quais foram as palavras, mas tudo bem! Mas foi muito bom o meu desempenho nessa aula.
(04/11)
ENSAIO ABERTO UHUUUUUUULLLLLLL!!!!!!!!
Nós chegamos e fomos direto ensaiar. todo mundo estressado principalmente a professora tudo tinha que esta magnifico. Nesse dia eu estava calma, eu achei até estranho não ter ficado nervosa. Apresentamos. No final demos um show. Todos estavam de parabéns!!! Foi uma experiencia nova pra mim. Eu nunca participei de um ensaio aberto.
Eu pensava que era um ensaio mesmo. Mas não, é como se fosse o dia da apresentação.
A apresentação em si foi muito bacana, mas a plateia ficava rindo na hora errada, ficava fazendo piadinhas. Mas isso não atrapalhava a minha concentração.
A minha cena era para dar a noticia da morte da julieta. Mas eu não conseguia pensar em nada para fazer a minha cena.
Mas no fim tudo o correu bem. Foi um dia e tanto!
- na hora da fala do Baltazar a emoção era tanta que eu errei uma fala do final. Mas eu não deixei a cena cair não, eu fiz um improviso que parecia que eu estava com medo do amo descobrir que eu estava no suposto tumulo do romeu. O nome disse é "apropriação do próprio contexto para a evocação do contexto do personagem". Eu me aproprio de algo que acontece comigo de fato para induzir o público a acreditar que é uma ação da personagem. Isto é um jogo de atuação.
(11/11)
Nessa aula, a Sara e a Rafa fizeram um roteiro para o povo que ficava na iluminação, porque tava dando muita confusão. Ninguém sabia quem ilumina quem, duas pessoas iluminavam uma pessoa só, e a outra pessoa que estava em cena que também precisava ser iluminada, não estava iluminada. Uma confusão só. Mas no fim tudo deu certo. Ensaiamos varias vezes, até o povo que ficava na lanterna entender o momento certo de cada um, quem ilumina quem, etc.
Foi uma aula bem cansativa, mais o dia da apresentação se aproxima.
- eu não fiquei na operação das lanternas pois eu não atendo rápido aos comandos;
- quando uma pessoa me passa um comando e eu não atendo na hora, eu fica angustiada por não conseguir fazer o que me pediram, e também fico nervosa por algumas pessoas não acreditarem na minha capacidade de fazer tal coisa.
- quando me derem uma lanterna ou algo do tipo, eu vou ficar mais atenta e ter calma, para fazer um bom trabalho para que as pessoas acreditem que eu posso fazer aquilo sim;
(18/11)
Enfim a tão esperada estréia! Todo mundo nervoso, menos eu. Eu estava tranquila com a peça, mais eu fiquei preocupada porque o figurino de todos estavam ali menos o meu. Isso foi o que me deixou mais preocupada.
Tiveram poucas modificações,. Uma delas é que eu tive que gravar uma fala que era do Vinicius na ultima hora. Mas isso pra mim era tranquilo.
Em relação a este procedimento (pegar as falas de última hora), o que realizei foi:
- eu reli o texto varias vezes;
- teve o corpo na hora que o Baltazar falou para o frei João que era o Romeu que estava no tumulo;
- teve falas internas quando o Baltazar estava preocupado se o amo descobrisse que ele estava no suposto tumulo do Romeu;
- teve falas internas, tipo: não, não, não.
- o meu corpo fica curvado para frente, minha mão ficou gelada, meu coração acelerou por causa do desespero;
- no meu desespero peguei na mão do Jefferson
- senti a presença do coro e da plateia; Percebo que existe uma divisão de foco da minha parte;
No final foi tudo muito lindo, me deu vontade até de chorar. A minha mãe estava la. Muitas pessoas depois da peça vieram me elogiar, me desejando parabéns. Isso foi muito gratificante para mim. Pronto! Mais um trabalho comprido!
Todo o esforço, as broncas, os xingamentos, valeram a pena.
O que achei mais interessante, depois teve um debate com a plateia. Foi super legal, porque não teve uma critica ruim, só teve critica do cenário, dos atores, e tudo critica boa.
Mai um deve cumprido! UFAAAAA!!!!!!!
21/10
Eu não estava na apresentação no Centro de Vivencia, mas vou aproveitar para falar um pouco desta coisa que é eu interpretando um texto.
Eu tenho fala interna sim.
Por exemplo as da Sarah são... ela chamou de "pensamentos"...
-Me fale Maldito!
-Pare! Pare! Pare!
- Olha para isso seu cretino!
(12/08)
- Nesse dia, foram nos passado para escolher um dos fragmentos do Shakespeare. Daí, a classe foi divida em grupos de 3 pessoas. no meu grupo eram: Eu, Sarah e Vinicius. E o nosso grupo ficou com o fragmento da "megera domada".
-Era o seguinte: que a irma mais velha,no caso a Catarina, rejeitava os encantos de petrucchio.
-Na primeira tentativa, a nossa cena ficou meio confusa, pois tinha que criar uma regra de jogo, e nós não fazíamos ideia de que jogo fazer. E eu menos ainda, pois eu era nova ali. Então não tinha nem como ajuda. Mas no final deu tudo certo. A professora que propôs um jogo para nós fazermos. E o jogo era o seguinte: A Sarah tinha que cantar uma musica que lembrava rejeição. O Petrucchio não pudia sair da escada tentando conquistar o coração da catarina, mas sem sair da escada. Eu, que era a bianca, não podia parar de provar as mascaras para o baile.
E deu super certo.
O interessante dessa cena, foi o petrucchio ter utilizado a escada em cena. apesar dele não poder sair correndo, ele ficou pulando com a escada atras de Catarina. Ficou natura e ao mesmo tempo cênico.
Nesse dia eu me senti meio perdida, pois eu não conhecia ninguém. Então foi bem engraçado.
(25/08)
-Nesse dia a aula foi interessante mais complicada.
-Foi passado para nós um fragmento de Shakespeare,que foi o mais conhecido"Romeu e Julieta".e foi dividido em cena para cada um de nós.
Iniciamos o processo.
Primeiro tínhamos que memorizar através da escrita até que o nosso texto batesse com o do roteiro. O segundo passo era datilografar o texto. escrever num papel de olhos fechados. para mim isso não deu muito certo, pois a cada cena que eu decorava eu esquecia da cena de cima. E quando ela deu esse texto pra gente, eu fiquei com medo, pois era um texto novo de época, eu nunca tinha pego um texto assim. Foi tudo muita novidade pra mim.
Depois teve o terceiro passo, que foi criar as falas internas. Nessa etapa eu também senti dificuldades, pois como era um texto de época, então ficava tudo muito difícil, e a minha criatividade é péssima.
(09/09)
Neste dia, continuamos com a montagem da peça "Romeu e Julieta" e com as partituras que nós mesmos criamos. Neste dia, eu estava muito perdida. Porque eu nem sabia que partitura era essa. Mas com ajuda dos meus amigos eu fui criando a minha para a peça.
No começo da aula, fizemos todo o processo da memorização pela escrita, o que para mim é muito difícil, mais no fim tudo deu certo. Depois de estarmos bem na memorização pela escrita, nós passamos para a segunda etapa que era colocar para cada frase uma fala interna. O que para mim era impossível. Porque o texto do Shakespeare é muito confuso. Mais a fala interna para um ator é muito importante, pois fica mais fácil para o ator que esta em cena não esquecer a sua fala. O que para mim é difícil.
Na segunda parte da aula, nós colocamos tudo que aprendemos na teoria em pratica. Eu não lembro se eu participei, e nem posso falar dos meus colegas porque eu também não lembro.
O que eu aprendi com isso tudo foi que: a fala interna mostra a verdade do ator em cena, ou seja, a tão famosa fé cênica.
(16/09)
Neste dia,continuamo com a montagem da peça"Romeu e Julieta".
Foi um trabalho muito cansativo mas produtivo. Pois trabalhamos com cada pessoa a sua cena,e poucas pessoas trabalhavam em cena. Mais como um professor meu diz:"Nós aprendemos mais observando do que fazendo". E isso é verdade. Pois quando você observa, você grava os erros e os acertos, para quando chegar na sua vez, você mais acertar do que errar, lógico que o erro é humano. Você erra para acertar.
Uma coisa que eu achei interessante em sala de aula foi que as cenas podem se constituir tanto com falas tanto por gestos.
(23/09)
Continuamos com a montagem da peça. neste dia, surgiu coisas novas, cenas novas...
Na cena 2, Sarah,Carol e Marcela começaram a marchar com a musica infantil marcha soldado que eu quem sugeriu. Foi bem engraçado, porque foi uma coisa para ser engraçado e acabou que foi utilizada. Mas enfim.
Uma coisa que eu aprendi é que: ao usarmos regra de jogo em cena, não necessariamente devemos obedecer as regras certinhas,com as falas e os gestos, as regras vão se construindo de outras formas, inventando outras regras, enfim. Esse é o barato.
(30/09)
Hoje iriamos terminar de montar várias cenas. Só que várias pessoas faltaram. Então eu e Sarah ajudamos a professora a marcar a cena do Lazaro e da Naiara. Sarah no papel e eu na lanterna. A professora foi criando partituras para o Lazaro e para Naiara.
(07/10)
Bom, no primeiro momento da aula debatemos os textos que iram cair na prova de interpretação e corpo. E depois as pessoas que iriam se apresentar o coro do Romeu e julieta iriam para o centro de vivencia ensaiar. Mais foi um trabalho muito complicado pois, alem do mal tempo, estava chovendo muito, o espaço não era apropriado para teatro, então no começo foi bem complicado, mas no final, graças a Deus tudo deu certo.
As cenas foram sem falas, apenas com os movimentos do corpo que utilizarão na peça "oficial" e cantando a música do Tim Maia-Gostava tanto de você.
Foi bem interessante, porque quando a peça é sem fala,temos que utilizar o nosso corpo para expressar o que o personagem esta sentindo, e o corpo tem que esta mais vivo.
(22/10)
- teve a apresentação da minha turma do primeiro ato,após a apresentação teve um debate com o público sobre a peça.
- na sala de aula, a professora entregou as provas de interpretação e de corpo, logo depois nós fizemos um aquecimento para ativar as articulações do nosso corpo,depois fizemos os exercícios de empurrar e furar o ar e, depois fizemos o exercício de pegar e soltar o espaço, a gente mesmo e o outro.
- foi bem produtiva essa aula. Eu tenho que me soltar mais.
28/10
Neste dia eu não fiz nada, eu só observei os meus colegas em cena.
A professora tirou a Anna Pulk com a Iasmin, pois ela não passava verdade que o seu personagem tinha que passar.
O que está em questão nesta atitude? Porque posso dizer que ela não "passava a verdade"? Porque ela deixava impresso "a boneca" - ou seja, o que é isso? "A boneca" é a "supermarionete". A "supermarionete" é algo que imprime uma "TEATRALIDADE". Deixa transparecer a visualidade da representação (do teatro). Deixa transparecer para o público (deixa evidente) que é uma atriz (e não a Julieta).
Enquanto que, se você for simples, sem exagerar, e com calma seguir as ações da personagem, de maneira a "disfarçar a visualidade de uma representação" ("disfarçar que é teatro) e fazer o público se esquecer que é teatro - para ele acreditar que é a Julieta (uma fé cênica). Isto é o realismo. Então tem uma oposição (no trabalho do ator). Como assim? Tem dois polos. Dois jeitos diferentes de fazer teatro. Um é o realismo. Outro é a "EXACERBAÇÃO DA TEATRALIDADE". Tem diretores que amam a "EXACERBAÇÃO DA TEATRALIDADE" (é o que a anna estava fazendo).
Mas para a Rejane, naquele momento, precisava de outra LINGUAGEM, de outra POÉTICA cênica. Precisava de algo mais próximo ao realismo.
Então não é porque uma fazia mal e outra fazia bem. São duas linguagens diferentes e a diretora optou por uma porque funcionava melhor naquele momento da peça.
No outro momento, no primeiro ato, a TEATRALIDADE é bem vinda. Explicando: quando a Anna faz a Julieta que não quer casar.
Tirou a parte da Yule que todos tinham que levantar ela e deixar ela no alto. Mas não foi isso que estava sendo feito. Levanta a Yule e colocava ela no chão toda hora. E todos nós achamos que isso não ia dar certo.
Foi feito o seguinte: enquanto a Julieta falava o texto dela, o Romeu cantava a musica do Tim Maia-Gostava tanto de você.
(29/10)
Essa aula foi bem produtiva.
Nós passamos todos os atos da peça "Romeu e Julieta". Foi bem legal.
Mas o que eu não gostei é que a professora me chamou de tonta, e não me deixou enfrentar o desafio que era falar uma frase que tinha duas palavras que eu embolava. Eu não lembro quais foram as palavras, mas tudo bem! Mas foi muito bom o meu desempenho nessa aula.
(04/11)
ENSAIO ABERTO UHUUUUUUULLLLLLL!!!!!!!!
Nós chegamos e fomos direto ensaiar. todo mundo estressado principalmente a professora tudo tinha que esta magnifico. Nesse dia eu estava calma, eu achei até estranho não ter ficado nervosa. Apresentamos. No final demos um show. Todos estavam de parabéns!!! Foi uma experiencia nova pra mim. Eu nunca participei de um ensaio aberto.
Eu pensava que era um ensaio mesmo. Mas não, é como se fosse o dia da apresentação.
A apresentação em si foi muito bacana, mas a plateia ficava rindo na hora errada, ficava fazendo piadinhas. Mas isso não atrapalhava a minha concentração.
A minha cena era para dar a noticia da morte da julieta. Mas eu não conseguia pensar em nada para fazer a minha cena.
Mas no fim tudo o correu bem. Foi um dia e tanto!
- na hora da fala do Baltazar a emoção era tanta que eu errei uma fala do final. Mas eu não deixei a cena cair não, eu fiz um improviso que parecia que eu estava com medo do amo descobrir que eu estava no suposto tumulo do romeu. O nome disse é "apropriação do próprio contexto para a evocação do contexto do personagem". Eu me aproprio de algo que acontece comigo de fato para induzir o público a acreditar que é uma ação da personagem. Isto é um jogo de atuação.
(11/11)
Nessa aula, a Sara e a Rafa fizeram um roteiro para o povo que ficava na iluminação, porque tava dando muita confusão. Ninguém sabia quem ilumina quem, duas pessoas iluminavam uma pessoa só, e a outra pessoa que estava em cena que também precisava ser iluminada, não estava iluminada. Uma confusão só. Mas no fim tudo deu certo. Ensaiamos varias vezes, até o povo que ficava na lanterna entender o momento certo de cada um, quem ilumina quem, etc.
Foi uma aula bem cansativa, mais o dia da apresentação se aproxima.
- eu não fiquei na operação das lanternas pois eu não atendo rápido aos comandos;
- quando uma pessoa me passa um comando e eu não atendo na hora, eu fica angustiada por não conseguir fazer o que me pediram, e também fico nervosa por algumas pessoas não acreditarem na minha capacidade de fazer tal coisa.
- quando me derem uma lanterna ou algo do tipo, eu vou ficar mais atenta e ter calma, para fazer um bom trabalho para que as pessoas acreditem que eu posso fazer aquilo sim;
(18/11)
Enfim a tão esperada estréia! Todo mundo nervoso, menos eu. Eu estava tranquila com a peça, mais eu fiquei preocupada porque o figurino de todos estavam ali menos o meu. Isso foi o que me deixou mais preocupada.
Tiveram poucas modificações,. Uma delas é que eu tive que gravar uma fala que era do Vinicius na ultima hora. Mas isso pra mim era tranquilo.
Em relação a este procedimento (pegar as falas de última hora), o que realizei foi:
- eu reli o texto varias vezes;
- teve o corpo na hora que o Baltazar falou para o frei João que era o Romeu que estava no tumulo;
- teve falas internas quando o Baltazar estava preocupado se o amo descobrisse que ele estava no suposto tumulo do Romeu;
- teve falas internas, tipo: não, não, não.
- o meu corpo fica curvado para frente, minha mão ficou gelada, meu coração acelerou por causa do desespero;
- no meu desespero peguei na mão do Jefferson
- senti a presença do coro e da plateia; Percebo que existe uma divisão de foco da minha parte;
No final foi tudo muito lindo, me deu vontade até de chorar. A minha mãe estava la. Muitas pessoas depois da peça vieram me elogiar, me desejando parabéns. Isso foi muito gratificante para mim. Pronto! Mais um trabalho comprido!
Todo o esforço, as broncas, os xingamentos, valeram a pena.
O que achei mais interessante, depois teve um debate com a plateia. Foi super legal, porque não teve uma critica ruim, só teve critica do cenário, dos atores, e tudo critica boa.
Mai um deve cumprido! UFAAAAA!!!!!!!
21/10
Eu não estava na apresentação no Centro de Vivencia, mas vou aproveitar para falar um pouco desta coisa que é eu interpretando um texto.
Eu tenho fala interna sim.
Por exemplo as da Sarah são... ela chamou de "pensamentos"...
-Me fale Maldito!
-Pare! Pare! Pare!
- Olha para isso seu cretino!
- Estou tonta, vejo tudo embaçado!
- Me aperta! Me aperta! Me aperta!
-Pare! Pare! Pare!
-Sai!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
-Já passou, já passou, já passou!
E eu, quando leio um texto do personagem, associo o quê?
- ele esta lá, óh!
- ele te ama;
- eu não posso, se não o meu amo vai me matar;
- vai lá!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
25/10/2014
Nesse dia não teve aula. Tivemos apresentações de estágios. Marcos mostrou a dança com seus alunos, Anna E Jeff com o pessoal do presidio, e todos os outros levamos fotos, videos e comentamos sobre nossos estágios.
Sobre o Jeff e a Anna tenho que admitir o pelo trabalho que eles fizemos, os presidiários surpreenderam todos nós, foi incrível. Nós temos sempre um pouco de preconceito, até quando chamava o pessoal pra assistir eles comentavam "cruz credo, presidiários" "ta louca" ou coisas do tipo, mas eles não sabem o que perderam por causa dessa alienação. Acho que no fundo todo mundo erra, só que alguns erros tem consequências maiores do que outras, ninguém deve ser julgado dessa forma. Enfim.
Depois assistimos a apresentação da turma de Dança da Rafa e do Bryan, foi lindo. Até uma das alunas vão fazer artes cênicas, UHUUL.
Depois lemos os textos para prova de interpretação e corpo.
Sobre o Jeff e a Anna tenho que admitir o pelo trabalho que eles fizemos, os presidiários surpreenderam todos nós, foi incrível. Nós temos sempre um pouco de preconceito, até quando chamava o pessoal pra assistir eles comentavam "cruz credo, presidiários" "ta louca" ou coisas do tipo, mas eles não sabem o que perderam por causa dessa alienação. Acho que no fundo todo mundo erra, só que alguns erros tem consequências maiores do que outras, ninguém deve ser julgado dessa forma. Enfim.
Depois assistimos a apresentação da turma de Dança da Rafa e do Bryan, foi lindo. Até uma das alunas vão fazer artes cênicas, UHUUL.
Depois lemos os textos para prova de interpretação e corpo.
Aula de Interpretação 18/11/2014
ESTREEEEEEIA!!!!!! UHUUUULLLL!!!
ESSE DIA FOI SENSACIONAL, QUE FRIO NA BARRIGA, DIA DE MOSTRAR TODO O TRABALHO DURO QUE TIVEMOS, CANSAÇO, SUOR, LAGRIMAS, RAIVA.. Foi tudo tão bonito e especial, pessoas que nós amamos nós prestigiando, nos parabenizando.
Era incrível ver todas aquelas pessoas felizes e contentes por aquela peça. Foi uma sensação de realização, trabalho concluído.
Era legal os comentários que as pessoas tinham no final, coisas que não esperávamos, como a ideia da mascara, o efeito que dava, os figurinos, o fato de não ter cenário.
Foi lindo, foi brilhante, foi mágico.
Não tenho muito experiencia com teatro porque nunca fui do tipo de fazer teatro ou ter coragem o suficiente para estar diante de uma plateia então toda vez que tem publico e eu estou ali é magico, parece um sonho, por isso sempre fico muito feliz, é uma realização, uma superação. Foi tudo tão mágico que eu nem consigo descrever. Tudo valeu a pena.
ESSE DIA FOI SENSACIONAL, QUE FRIO NA BARRIGA, DIA DE MOSTRAR TODO O TRABALHO DURO QUE TIVEMOS, CANSAÇO, SUOR, LAGRIMAS, RAIVA.. Foi tudo tão bonito e especial, pessoas que nós amamos nós prestigiando, nos parabenizando.
Era incrível ver todas aquelas pessoas felizes e contentes por aquela peça. Foi uma sensação de realização, trabalho concluído.
Era legal os comentários que as pessoas tinham no final, coisas que não esperávamos, como a ideia da mascara, o efeito que dava, os figurinos, o fato de não ter cenário.
Foi lindo, foi brilhante, foi mágico.
Não tenho muito experiencia com teatro porque nunca fui do tipo de fazer teatro ou ter coragem o suficiente para estar diante de uma plateia então toda vez que tem publico e eu estou ali é magico, parece um sonho, por isso sempre fico muito feliz, é uma realização, uma superação. Foi tudo tão mágico que eu nem consigo descrever. Tudo valeu a pena.
Aula de Interpretação 11/11/2014
Nessa aula a Rafa e a Sarah começaram fazendo um roteiro de iluminação pois estava dando alguns problemas durante a peça e começamos a ensaiar sobre isso, iluminação. Repetimos várias vezes para o pessoal das lanternas ficarem craques e começarem a entender o momento certo de iluminar quem, aonde, movimentos, desligar lanternas, tudo. E ensaiamos várias vezes, repetimos várias vezes. Essa aula foi completamente cansativa mas o dia da apresentação se aproximava.
Aula de interpretação 04/11/2014
ENSAIO ABERTO! ENSAIO ABERTO!
Chegamos e ensaiamos bastante, tudo tinha que está bonito e pronto. Apesar de ser um ensaio queríamos fazer o mais limpo possível, sem precisar parar, uma apresentação mesmo, e conseguimos.
Senti meu coração bater forte, minha respiração ficava tensa, a adrenalina só aumentava. Entramos em cena e fizemos o melhor que podíamos e acho que todos estão de parabéns, é sempre uma experiencia nova para cada um de nós e apesar de ser um drama a plateia ria e fazia piadinha de tudo, o que as vezes me desconcentra mas tentava manter o foco mesmo quando queria mandar eles calarem a boca, mas continuei no foco da apresentação. Na minha cena eu não consigo pensar em nada a não ser na morte da Julieta, antes de entrar em cena tenta visualizar um caixão com uma menina de 14 anos morta, que não consigo ver o rosto mas que de alguma forma a Ama ama de verdade, lembro do desespero de quando meu avô morreu e tudo trás uma emoção que na hora eu apenas embarco e vou. Espero que isso de um clima na cena e que eu consiga mesmo passar essa emoção.
Chegamos e ensaiamos bastante, tudo tinha que está bonito e pronto. Apesar de ser um ensaio queríamos fazer o mais limpo possível, sem precisar parar, uma apresentação mesmo, e conseguimos.
Senti meu coração bater forte, minha respiração ficava tensa, a adrenalina só aumentava. Entramos em cena e fizemos o melhor que podíamos e acho que todos estão de parabéns, é sempre uma experiencia nova para cada um de nós e apesar de ser um drama a plateia ria e fazia piadinha de tudo, o que as vezes me desconcentra mas tentava manter o foco mesmo quando queria mandar eles calarem a boca, mas continuei no foco da apresentação. Na minha cena eu não consigo pensar em nada a não ser na morte da Julieta, antes de entrar em cena tenta visualizar um caixão com uma menina de 14 anos morta, que não consigo ver o rosto mas que de alguma forma a Ama ama de verdade, lembro do desespero de quando meu avô morreu e tudo trás uma emoção que na hora eu apenas embarco e vou. Espero que isso de um clima na cena e que eu consiga mesmo passar essa emoção.
Aula de interpretação 28/10/2014
Essa aula foi intensa. Ensaiamos sem parar e tivemos várias mudanças.
Acho que esse dia foi o dia que consegui passar minha cena com a Julia, propus um abraço quando a ela entra, igual pegar e largar e sair correndo, assim como na minha partitura já postada, acho que deu um efeito legal. Não passamos o 1 ato, tínhamos que passar as transações dos outros atos porque tinham várias Julietas e não tinha narrador então precisava fazer sentido e que as pessoas pudessem entender. A Anna não estava conseguindo trazer a emoção que deveria, ensaiou várias vezes mas para a professora não estava bom, então Iasmin propôs uma forma de fazer e Rejane gostou e disse pra ela continuar e ficar com essa cena, já que a Anna estava sendo a noiva no primeiro ato, que é uma cena muito intensa. Também mudamos a parte da Yule, depois de muito tempo levantando ela, Rejane decidiu trocar para o pegar e largar porque quando levantávamos ela não estávamos trazendo o efeito que a peça estava pedindo. Depois mudamos a outra parte, Yule corre até o frei e vem a Sarah e o coro corre para o outro lado da anfi fazendo espelho do que a Sarah faz, depois vem a Rafa também.
Esse efeito do coro se espalhando por todo anfi trás uma nova vida para a peça.
Acho que esse dia foi o dia que consegui passar minha cena com a Julia, propus um abraço quando a ela entra, igual pegar e largar e sair correndo, assim como na minha partitura já postada, acho que deu um efeito legal. Não passamos o 1 ato, tínhamos que passar as transações dos outros atos porque tinham várias Julietas e não tinha narrador então precisava fazer sentido e que as pessoas pudessem entender. A Anna não estava conseguindo trazer a emoção que deveria, ensaiou várias vezes mas para a professora não estava bom, então Iasmin propôs uma forma de fazer e Rejane gostou e disse pra ela continuar e ficar com essa cena, já que a Anna estava sendo a noiva no primeiro ato, que é uma cena muito intensa. Também mudamos a parte da Yule, depois de muito tempo levantando ela, Rejane decidiu trocar para o pegar e largar porque quando levantávamos ela não estávamos trazendo o efeito que a peça estava pedindo. Depois mudamos a outra parte, Yule corre até o frei e vem a Sarah e o coro corre para o outro lado da anfi fazendo espelho do que a Sarah faz, depois vem a Rafa também.
Esse efeito do coro se espalhando por todo anfi trás uma nova vida para a peça.
Aula de Interpretação 21/10/2014
Foi dia de apresentação no centro de vivencia!!!!!
Apesar da chuva e nem todos os figurinos estarem prontos deu tudo certo.
Começamos de mascaras andando pelo espaço e assim que batesse o sinal tínhamos que contar 60 segundos e então juntar o coro e começar a cantar e toda a cena começar.
Foi muito bom, deu tudo certo. Apesar de ter sido um ambiente diferente, sem muito ensaio para aquela apresentação com aquele espaço, com os imprevistos, foi boa.
Apesar da sala ter alguns músicos, cantores e tudo, saiu um pouco desafinado mas para a primeira experiencia daquela forma foi bom para todos nós. Acho que no fundo qualquer experiencia conta, sempre rola o frio na barriga, o medo, o vai da ou não vai da certo, mas a cada apresentação eu tenho mais certeza que eu amo isso.
Apesar da chuva e nem todos os figurinos estarem prontos deu tudo certo.
Começamos de mascaras andando pelo espaço e assim que batesse o sinal tínhamos que contar 60 segundos e então juntar o coro e começar a cantar e toda a cena começar.
Foi muito bom, deu tudo certo. Apesar de ter sido um ambiente diferente, sem muito ensaio para aquela apresentação com aquele espaço, com os imprevistos, foi boa.
Apesar da sala ter alguns músicos, cantores e tudo, saiu um pouco desafinado mas para a primeira experiencia daquela forma foi bom para todos nós. Acho que no fundo qualquer experiencia conta, sempre rola o frio na barriga, o medo, o vai da ou não vai da certo, mas a cada apresentação eu tenho mais certeza que eu amo isso.
Aula de Interpretação - 14/10/2014
Nessa aula ensaiamos sobre o que iriamos apresentamos no centro de vivencia no intervalo. Tentamos algumas vezes montar uma apresentação com falas mas não tava dando muito certo. Vinicius deu a ideia de fazer sem falas, apenas encenando algumas partes e o coro cantando. Porém, as cenas que iriam estar sendo encenadas tinham que ter uma certa adaptação pois não estávamos no anfi e também precisava ter gestos grandes por ser um lugar aberto e um outro tipo de publico, tinha que ser gestos grandes e precisos.
Descrições da aula de interpretação do dia 23/09/2014
Hoje tiveram muitas mudanças de cenas. ficou assim:
Cena 2:
Eu, Sarah e Carol entramos em cena e começamos a marchar enquanto os narradores cantam a música do soldado.
Nessa cena, eu e Sarah jogamos com a regra de pegar uma no joelho da outra. (Esta cena ficará muito boa se eu e Sarah moldarmos mais os movimentos)
Depois desta cena, os narradores sobem todos em cena e fazemos uma meia roda em volta da Yule.
Yule faz a cena dela.
Após a cena da Yule, Rafa entra e o coro acompanha a rafa com os movimentos de ficar rodando.
Acabada a cena da Yule, eu entro fazendo minha partitura com o Jeferson.(Agora, não começo mais de mãos dadas com o Jeferson, mas sim estendendo as mãos para ele que está fora do palco).
Depois fizemos a minha cena com Ana e Iasmin.
Trabalhar mais as sensações
Descrições da aula de interpretação do dia 30/09/2014 da aluna Marcela Gorayeb
Hoje faltaram muitas pessoas entaõ ao invés de passarmos as cenas marcamos a cena da Naiara com o Lázaro que aindam não estavam bem estabelecidas.
Cena 1:
Romeu 1: -Oh sim! É o meu amor (Pega na parede duas vezes e depois levanta o dedo fazendo sinal de silêncio.)
-Se ela soubesse disso! (Bate na perna com a mão esquerda)
-Ela fala! (Pega e solta a buchecha)
-Mas não diz nada. (Vira a cabeça e bate na parede)
-Quê importa? ( Vai andando mexendo os ombros)
-Com o olhar está falando. (Coloca as mãos no peito)
-Vou chama-la (Estica os braços pra plateia)
-Não, sou muito ousado! (Coloca a mão no peito e depois na testa)
Julieta 1: - Ai de mim!
Lazaro: Oh, falou! Fala de novo anjo brilhante! (Duas mãos no peito)
Julieta 1: -Romeu! Ah, porque és tu Romeu? (Bate com a mão esquerda na perna esquerda)
-Renega-te ao pai, despoja-te do nome (Levanta a mão esquerda e a joga "para fora")
-Ou então, se não quiseres, jura ao menos que amor me tens, porque uma Capuleto deixarei de ser logo (Fecha a mão, levanta o braço esquerdo, depois junta os dois braços perto do peito e os joga para baixo)
-Meu inimigo é apenas o teu nome. Continuarias sendo o que és, se acaso Montecchio tu não fosses! (Faz uma cruz com os dedos)
-O que é Montechhio? (Levanta os braços)
-Não será mão, nem pé nem braço ou rosto. (Olha para a mão, depois para o pé, depois para o braço e depois passa as mãos no rosto)
-Nem parte alguma que pertença ao corpo.( Passa a mão pelo corpo sensualizando)
-Sê outro nome! O que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume. (Bate uma mão na outra com as mãos fechadas e estende os braços)
-Romeu, risca teu nome, e , em troca dele, que não é parte alguma de ti mesmo, fica comigo inteira!(Coloca o braço esquerdo sobre a cabeça, depois o direito e depois devagar vai soltando os braços de forma que eles caiam sobre o corpo)
Romeu 1: Corre até a pilastra e fala:
-Sim, aceito tua palavra.
Corre e se abaixa na frente de Julieta
Dá-me o nome apenas de amor, que ficarei rebatizado.
Vai andando lentamente até a outra pilastra
-De agora em diante, não serei Romeu.
Julieta 1: Vai para trás da cortina e fala sua frase.
Depois seguiram o que já estava no texto. Foi um dia cansativo e árduo.
Cena 1:
Romeu 1: -Oh sim! É o meu amor (Pega na parede duas vezes e depois levanta o dedo fazendo sinal de silêncio.)
-Se ela soubesse disso! (Bate na perna com a mão esquerda)
-Ela fala! (Pega e solta a buchecha)
-Mas não diz nada. (Vira a cabeça e bate na parede)
-Quê importa? ( Vai andando mexendo os ombros)
-Com o olhar está falando. (Coloca as mãos no peito)
-Vou chama-la (Estica os braços pra plateia)
-Não, sou muito ousado! (Coloca a mão no peito e depois na testa)
Julieta 1: - Ai de mim!
Lazaro: Oh, falou! Fala de novo anjo brilhante! (Duas mãos no peito)
Julieta 1: -Romeu! Ah, porque és tu Romeu? (Bate com a mão esquerda na perna esquerda)
-Renega-te ao pai, despoja-te do nome (Levanta a mão esquerda e a joga "para fora")
-Ou então, se não quiseres, jura ao menos que amor me tens, porque uma Capuleto deixarei de ser logo (Fecha a mão, levanta o braço esquerdo, depois junta os dois braços perto do peito e os joga para baixo)
-Meu inimigo é apenas o teu nome. Continuarias sendo o que és, se acaso Montecchio tu não fosses! (Faz uma cruz com os dedos)
-O que é Montechhio? (Levanta os braços)
-Não será mão, nem pé nem braço ou rosto. (Olha para a mão, depois para o pé, depois para o braço e depois passa as mãos no rosto)
-Nem parte alguma que pertença ao corpo.( Passa a mão pelo corpo sensualizando)
-Sê outro nome! O que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume. (Bate uma mão na outra com as mãos fechadas e estende os braços)
-Romeu, risca teu nome, e , em troca dele, que não é parte alguma de ti mesmo, fica comigo inteira!(Coloca o braço esquerdo sobre a cabeça, depois o direito e depois devagar vai soltando os braços de forma que eles caiam sobre o corpo)
Romeu 1: Corre até a pilastra e fala:
-Sim, aceito tua palavra.
Corre e se abaixa na frente de Julieta
Dá-me o nome apenas de amor, que ficarei rebatizado.
Vai andando lentamente até a outra pilastra
-De agora em diante, não serei Romeu.
Julieta 1: Vai para trás da cortina e fala sua frase.
Depois seguiram o que já estava no texto. Foi um dia cansativo e árduo.
Descrição da aula de interpretação da aluna Marcela Gorayeb do dia 07/10/2014
Hoje começamos o dia com muita teoria. Debatemos e lemos os textos de interpretação ecorpo que cairão na prova. Logo depois fomos para o centro de vivência ensaiar uma parte da peça de Romeu e Julieta que será apresentado na noite da Poesia. Foi dia de muito trabalho pois além de ensaiar as transições tivemos a preocupação com a voz pois o lugar é inapropriado para teatro. É um trabalho muito lindo pois a cena será sem fala, terá apenas os movimentos com o coro cantando. Eu acho incrível o quanto uma cena sem fala com uma música traz tanta emoção, simplesmente lindo e tocante. Trabalhamos muito o corpo para expandir na hora da cena e que tudo saia mais bonito. Fizemos parte por parte, todas as transições e todos os movimentos. Todos os detalhes para que consiga chegar ao público.
Descrição da aula de interpretação do dia 14/10/2014 por Marcela Gorayeb
Hoje o tempo foi mais curto. Ensaiamos a cena que vamos apresentar no centro de vivência no dia 21. Será sem falas, então temos que trabalhar bem os nossos gestos e movimentos para que possamos passar a amoção ao público, teremos que dilatar nosso corpo e amplificar nossos movimentos. Teremos que cantar e como o espaço é aberto teremos que saber usar a nossa voz o que pra mim é o mais difícil pois não entendo nada de voz sou superdesafinada e não tenho rítmo, por isso canto bem baixinho(risos).
Descrição da aula do dia 21/10/201 de interpretação da aluna Marcela Gorayeb
Hoje também foi um dia de muito trabalho. Faremos a apresnetação no centro de vivência. No início parecia uma ideia meio maluca, todos olhando, nossos amigos, mas quando fomos ensaiando eu fui ficando muito empolgada pois estava lindo e não tive mais vergonha.
Vejam como ficou a minha cena:
Entramos eu, Carol e Sarah no marcha soldado. Paramos todas com cara de susto.
Eu e Sarah descemos as escadas correndo e usamos o jogo de pegar e largar o joelho uma da outra
(entra todo o coro)
No final deu tudo certo apesar de ter chovido. Ficou uma cena linda só com gestos e a música de fundo. Foi uma ideia ótima e que deu supercerto
Vejam como ficou a minha cena:
Entramos eu, Carol e Sarah no marcha soldado. Paramos todas com cara de susto.
Eu e Sarah descemos as escadas correndo e usamos o jogo de pegar e largar o joelho uma da outra
(entra todo o coro)
No final deu tudo certo apesar de ter chovido. Ficou uma cena linda só com gestos e a música de fundo. Foi uma ideia ótima e que deu supercerto
Descrição da aula de interpretação do dia 28/10/2014 por Marcela Gorayeb
Hoje a aula foi muito árdua. Estamos no processo de muitas mudanças tanto nas falas, tanto nos movimentos. Estamos na montagem da peça. Precisamos de mexer em muitos detalhes para que tudo faça sentido. Precisamos também treinar e modificar partituras. Ensaiamos transições das cenas 1 e 2 é muito interresante como a gnete vai vendo que tudo vai se encaixando. Tivemos muitas mudanças. Trocamos as Julietas. Iasmin agora assumirá o lugar de Ana Paula como Julieta. Iasmin pegou agora um grande desafio. Terá que decorar a sua parte mais a parte da Ana são mudanças necessárias para uma maior agilização e andamento na peça. Mudamos também uma cena da Yule, pois o lance de levantar ela não estava dando certo apesar da gente ensaiar bastante e eu estava gostando. Acho q ia ficar lindo o público ia se surpreender, era algo bem diferente, mas fizemos de outro modo que também ficou interessante. Tivemos mudanças também na cena da Sarah com o Jefferson, agora eles terão que fazer esta cena no corredor, o que ficou muito interessante pois os aproximou do público e deu um efeito inesperado. Tudo isso foi importante, aprendemos que quando não dá certo de um jeito nós modificamos até chegar ao esperado. Toda e qualquer sugestão é bem-vinda. Muitas vezes nos apropriamos de um erro pois aquilo se tornou cênico. São pequenos detalhes que modificam a cena.
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