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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Aula interpretação 19/03 por Carol Bandeira

Começamos a aula atrasados, ficamos esperando as pessoas atrasadas, como eu estava um pouco e com isso perdemos um pouco da aula. Depois começamos a fazer o jogo do Vrum e rondom e precisa de bastante concentração e energia no corpo, as vezes ficava um pouco perdida e confusa mas foi tudo certo, só preciso colocar um pouco mais de velocidade e força na hora de fazer.
Depois continuamos com a montagem de Édipo, voltamos para as cenas já trabalhadas. O outro grupo fez um ótimo trabalho, as duas pessoas que tinham falas não tinham ido mas eles fizeram funcionar e foi demais, os efeitos sonoros, começar mais calmo e ir aumentando o som trás um impacto fantástico. O nosso grupo acrescentou as falas, para melhor entendimento do texto porém, estávamos totalmente sem concentração, eu ria várias vezes, chega a ser chato mas eu estava bem dispersa esse dia.
Depois fizemos um jogo onde a sala foi divida em duplas e cada um tinha um numero: 1 ou 2. E a pessoa tinha que passar e falar uma palavra e sentir verdade naquilo, se a pessoa que ouviu sentir que era verdade mesmo então tinha que abraçar a pessoa. Foi um exercício muito bom, as vezes não sentia nada quando falavam algumas coisas, era tipo vazio, apenas palavras, mas as vezes tinha verdade e era o momento de abraçar.
Depois fizemos um jogo que era todo baseado no exercício passado: duas filas e a professora falava uma frase e quando sentíamos verdade naquilo tínhamos que ir e abraçar a pessoa. Foi bem bacana isso pois conseguimos observar o modo como as pessoas interpretam cada frase, o modo como cada um entende o texto, a visão que eles tem daquilo.

sábado, 25 de abril de 2015

Aula de Interpretação por Carol Bandeira 12/03

Começamos essa aula com alguns exercícios corporais, alongamos pernas, braços, rodamos nossos braços em direções contrarias (muita gente achou difícil mas eu as vezes fazia isso em casa então foi mais fácil).
Depois a sala foi divida em dois grupos e o meu grupo foi responsável pela cena da briga de Tiresias e Édipo e deixamos a Julia como Tiresias e André como Édipo porém fizemos duplas e cada um na dupla era Édipo e o outro Tiresias. Dividimos as falas por palavras e toda vez que Julia falava todos os tiresias repetiam e toda vez que André falava todos os Édipos repetiam. Faltou um pouco de ensaio e faltou bastante atenção, concentração. Percebi isso em mim mesmo, até porque estava sem concentração e ficava rindo e não sabia as falas deles então muitas vezes eu não entendia e ficava perdida e acabava errando e me desconcentrando. Talvez se tivesse colocado falas e não palavras ficaria mais fácil a compreensão do texto e o contexto da cena. A cena do outro grupo foi muito boa, o inicio teve um impacto muito maneiro que eles entravam fazendo uns barulhos e eles usam o palco, o inicio dos corredores e a plateia e isso foi bem legal.
Depois do intervalo sentamos e lemos as partes do texto que tínhamos ensaiado e começamos a fazer mudanças, mudamos o coro, a entrada, as formas, e etc.O que ficou bom pois a voz do coro em harmonia com o texto deu uma coisa legal, um contraste.

Aula de interpretação 05/03

Essa foi a aula a qual tivemos o primeiro contato com o texto "Édipo Rei." Foi quando conhecemos o texto e conhecemos a historia. É um texto bem difícil, tem palavras difíceis e nesse dia eu tinha ido com Lazaro e Sarah para a apresentação deles então chegamos na segunda aula e perdemos um pouco do texto o que fez com que a compreensão ficasse ainda mais difícil.

Interpretação II por Carol Bandeira 19/02

Começamos a aula fazendo aquecimento que foi um pouco pesado esse dia e continuamos com o exercício da aula anterior. Lara disse que tínhamos um tempo para melhorar a nossa apresentação e foi muito difícil pensar no que mudar, ficamos um bom tempo tentando pensar onde iriamos mudar, mudar não, melhorar né. Começamos mas tiramos o som de S pra um som mais "tan nan nan nan nan, tan nan nan nan nan" enquanto andávamos em câmera lenta  e toda vez que a Julia andava e não olhava pra gente nós tínhamos que fazer a blablação e quando ela olhava de novo parávamos. Das falas da aula passada só deixamos a do Jeferson que era "decifra-me ou te devoro" que agora não era só dele e sim de todos.
Não tinha dado tempo de fazer as coisas direitinho, as mudanças, ensaiar e estávamos inseguros e passamos isso para o publico, aquele ar de insegurança e não podemos passar isso para o publico jamais, por mais inseguro que estivermos temos que manter uma postura de confiança.
Depois fizemos um exercício super legal, um exercício novo que nunca tinha feito antes e achei muito legal mesmo. O tema era medo e então um por um tinha que ir completando o palco como se fosse uma imagem. Primeiro foi a Rafa, depois a Julia, depois Lazaro e foi indo e indo. Na minha vez eu sentei com cara de medo e com as mãos nas pernas. Depois eu ia até a Anna Paula e fazia um gesto de proteção com as mãos protegendo ela. E depois eu caia no chão para direita. Eu tinha imaginado uma coisa quando cai, como se eu tivesse levado um tiro do Ismael que tava na minha frente e então eu caia mas na hora não foi nada disso porque Ismael foi pra um lugar e fez um gesto aleatório e perdeu o sentido que eu tinha na cabeça.
Tinha que ter inicio, meio de fim e a cada gesto tinha isso, por isso muita gente morreu no final porque tinha que ter um fim. Depois tínhamos que acrescentar uma fala para cada movimento e eu fiz o seguinte:
Primeira cena eu fiz um som de medo: ahhh e respirava fundo, a segunda fala eu andava até o local e falava: NÃO! e depois eu fazia o som de: AI! e caia.
Foi muito engraçado isso meu, porque quando eu fazia achava engraçado a situação mas a composição em si ficou muito bonita. Um de cada vez ia lá e fazia sua cena e ficava bonito, apesar de no final tudo ter ficado sem sentido foi bom. Tinha que sustentar bastante a cena e precisava de um esforço físico também e as vezes ficava cansada.

Interpretação II por Carol Bandeira 05/02

Essa foi a primeira aula que tivemos de interpretação com a professora Lara e foi uma aula nova para mim. Muitos já tinham feito a oficina que ela deu ano passado.
Começamos andando pelo espaço e quando ela pedia pra congelar tínhamos que percebemos os espaços vazios e tínhamos que ocupar os espaços vazios, tivemos que continuar até que conseguimos ocupar melhor espaço. Anderson disse que tínhamos que olhar nos olhos um dos outros para ocupar melhor o espaço e isso é verdade porque eu tentava olhar os espaços e acaba esbarrando nas pessoas e não dava para ocupar os lugares completamente.
Também tínhamos que marcar os nossos quatro pontos e lembrar. Tínhamos que escolher um numero para sentar, e começamos a criar movimentos e sequencia, como uma partitura,
Depois a sala foi dividida em dois grupos e cada um tinha um tema, o meu foi o enigma da esfinge, eu não fazia ideia do que era isso, Rafa disse que ela não tinha nariz e ninguém do grupo sabia ao certo o que era, então fomos pelo que sabíamos, inventamos que estávamos em um museu com estátuas que ficavam observando e se movendo e era como se o visitante soubesse que tinha um mistério ali e toda vez que a Julia que era o visitante se falava um "oh" ou um suspiro nós mudávamos de posição.
Lembro que entravamos em câmera lenta e então eu parava na frente da rafa e colocava a mão no nariz dela e ela no meu, até que dava o sinal e mudamos de lugar, eu sentava de pernas cruzadas e virava o rosto para esquerda com as mãos como uma forma egípcia e então eu andava para trás e parava em pé com a mesma posição porém trocando as mãos e depois andava para trás e ficava com as pernas em posição de 4 e com a mão no nariz, agora ponto neutro e saia.
Depois Lara fez alguns ajustes na cena. Agora entravamos iguais, os passos iguais, na mesma velocidade usando a visão periférica e fazendo o barulho de S. e então iamos para a primeira posição, em seguida na segunda começou a ter fala, eu falava: de dia tenho 4 pernas. Rafa falava: de tarde tenho 4. Rafa falava: de noite tenho 3. E então Jeferson falava: decifra-me ou te devoro. Então a Julia falava: O homem! e então fazíamos as posições 3 e 4 seguidas e então fazíamos uma reta na frente do palco e abríamos para a Julia passar.
Teve o outro grupo que falava sobre profecia e eles falavam sobre Jesus, a volta de Jesus, na verdade era tudo sobre Édipo, mas a composição deles estava boa, teve sintonia, teve verdade, apenas precisava limpar um pouco os movimentos e a correria mas cada personagem tinha seu sentido

quinta-feira, 23 de abril de 2015

DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 16/04/2015

Como a prova está chegando, tivemos um momento que discutimos sobre vários assuntos. Falamos da improvisação para teatro (Viola Spolin) que aprendemos muito com a experiencia e que para improvisar usamos da intuição, que é um tipo de inteligência que nos permite responder rapidamente ao estímulo. O que fisicalizar uma ideia? é conseguir colocar o subjetivo em prática, Roubine fala da flexibilidade mimética, que é uma construção subjetiva. Trabalhamos um texto de Stanislavski "contato com o papel" que o primeiro contato com papel tem que ser um momento solene, não pode ter preconceitos, não se deixar influenciar, trabalhar toda a positividade para receber aquela experiência. Plano externo são os fatos da história e conhece para se envolver para desenvolver e fisicalizar. A respeito da análise da obra falamos que devemos conhecer historicamente os conflitos, os fatos, os personagens e é importante saber outros olhares sobre a mesma peça e entender o peso que cada personagem tem. Buscar materiais em si e no mundo para compor o personagem é extremamente enriquecedor para o personagem e não basta conhecer, tem que fisicalizar. Roubine fala também sobre a imaginação simbólica, que é fisicalizar algo subjetivo, viortose/virtuosidade, que é quando você ve algo que não consegue fazer, habilidades em geral, o que está muito presente no circo. Controle corporal, que é conseguir variar tônus. E dar conteúdo ao gesto, preencher, Stanislavski também bateu nessa tecla de brilhar o gesto. Terminamos falando do gestual de companhamento (quando o gesto acompanha a fala), gestual complementar (gesto que complementa a fala) e o gesto substituição (gesto ja  diz tudo).

A segunda parte da aula continuamos na montagem da peça, como foi no anfiteatro eu pude sentir mais verdade, mesmo não sabendo as falas, tendo que parar várias vezes para relembrar tivemos um crescimento nessa aula, onde foi acrescentado outras movimentações e fala para o coro. começamos com os sons da perda e antes quando conversamos sobre ele chegamos a conclusão que ta todo mundo com o som igual, que para composição chamar mais atenção pode fugir do óbvio, com sons que se encaixem e vire um arranjo, e começamos espalhados pela platéia, com o sons e deu pra movimentar mais, deixar tudo mais amplo, o que foi bem melhor pra todos. Quando édipo fala "PUNIR" o coro todo repete virado para ele, e depois no "não importa a quem" o coro fala "não importa a q" e vai diminuindo a voz, se entreolhando, isso deu um brilho maior a cena. Acredito que foi um bom ensaio, temos que mudar algumas coisas mas todo trabalho vai ter valido a pena.


DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 09/04/2015

Continuamos com o processo da peça Édipo rei, começamos com exercícios corporais que eu acho importante para deixar nosso corpo mais ativo e mais concentrados, quando nos dedicamos mais nessas preparações os ensaios rendem mais e tudo se encaminha melhor, o fato do local ser na sala quebra o clima, pelo menos pra mim, eu não gosto muito daquele espaço, pois é pequeno e não me inspira, mas entendo que é o único lugar que temos e tenho que lidar com ele sem que ele atrapalhe meu desempenho.
Continuamos a preparar a cena de Tiresias, a Julia faz Tiresias, e eu acho que ela, assim como todos nós, devemos buscar corporalmente e vocalmente o nosso personagem, usando as características dele na peça, Tiresias é velho, cego porém muito sábio, como ela pode usar isso corporalmente? como sua voz pode ajudar na construção desse personagem?. A mesma coisa para Édipo, ele é arrogante, nojento, esnobe e quando descobre que ele é o assassino de Laio ele tenta colocar a culpa em outro. Como passar toda essa grandiosidade para o corpo? e para voz? eu acredito que quanto mais buscarmos respostas para essas perguntas mais bonito vai ficar.
Uns pontos foram acrescentados, como quando Julia fala sua primeira fala, que é "Terrível o saber se ao sabedor é ineficaz" o coro, que esta em fileira com as mãos estendidas faz um eco falando essa frase. E quando ela fala "Nada acrescentareis, o coração inflama com tua fúria, se o quiseres" o coro, fala antes dela, cada um em um tom, em um momento e ela surge falando para dar uma quebra na bagunça. Esses pontos estão enriquecendo muito a peça e deixando os momentos mais fortes, que é a intenção, essa peça é conflito atras de conflito e é uma história pesada, onde um homem achando que fugiu de uma profecia, não fugiu, ele mata o pai, casa com a mãe, temos que dar esse peso a nossa encenação. 
Depois dessas falas onde Tiresias conta para Édipo que ele é o assassino do rei, temos que colocar a julia (Tiresias) em um "pedestal humano", testamos várias ideias para isso e ficamos com uma mais simples mas que mais pra frente vai se aprimorar e assim que julia esta em cima cada um deve compor a Julia de qualquer jeito, e um por um foram complementando aquela imagem corporal, e quando termina a composição cada um fala uma frase, a minha é a primeira, que é "aquele cujo o paradeiro indaga aos quatro, cantos" e eu imagino que vai ficar super bonito.
Nas próximas aulas vamos continuar com a montagem, aprimorando cada cena.

DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 26/03/2015

No início conversamos sobre o texto, ouvimos pessoas diferentes falando a mesma frase para vermos intenções de cada, a importância de dar peso para cada palavra. No início, que vai começar com cada um emitindo o som da perda, esse som vai aumentando e quando chegar "la em cima" o Anderson entra como Édipo e todos ficam em silencio, o fato de começar com essa força é muito importante, pois por ser a primeira cena temos que prender a atenção de quem está assistindo e isso exige uma energia nossa. Édipo é esnobe, arrogante, então quando ele se dirige para falar com o povo nós fazemos sons de desprezo, como se ele só prometesse e nunca cumprisse nada, ta bem interessante o fato de que todo o momento o povo responde com sons e partes que cada um fala uma frase fica muito bonito, o que ta faltando é a energia de todos, somos um grupo, todos precisam estar concentrados para que de certo, ainda estou me sentindo um pouco perdida devido as falas não estarem certas, e falta também entendermos mais o desejo do povo, para podermos dar mais intenção nas nossas falas.

A parte que Tirésias entra também ficou formulada de forma diferente, como ele é cego e de idade formou duas fileiras de um virado para o outro com os braços estendidos e no meio, Tirésias entra se apoiando nas mãos e fala com Édipo, aqui Édipo ja é o André, mas Anderson fica la ainda para mostrar melhor a transição.

Esta saindo, estamos em processo e acho que no final vai dar tudo certo, mas é necessário a colaboração de todos, eu preciso estar mais concentrada, com mais energia em cena para que os ensaios fiquem mais produtivos e rendem mais.

domingo, 19 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 16/04/2015

A aula de interpretação de hoje, começamos com uma aula teórica de revisão de prova, estudando sobre os textos, que fala sobre a teoria de toda as nossas vivencias praticas.

Apos o intervalo descemos para o anfiteatro onde começamos com nossos ensaios, no anfiteatro foi diferente a aula, por que nas aulas passadas estávamos fazendo a aula na sala de aula comum, e no anfiteatro trás uma sensação diferente, parece que trás mais emoção, não sei talvez isso seja coisa da minha cabeça.

Quando começamos a nossa entrada que tínhamos feito era de entrar fazendo barulhos, mas não estamos andando sobre o espaço, e nessa aula a professora propôs de andarmos sobre todo o espaço, e fazendo barulhos diferentes, algumas atividades trouxemos da aula de voz, alguns sons diferentes, e barulhos.

Eu fiz alguns sons que apropriei da aula de voz, com rizadas, choros e batendo nas paredes de madeira, achei que ficou legal, e estamos desenvolvendo bem as cenas da peça, uma coisa que acho que deveria não estar do jeito que ta, é a questão das falas, ainda não tenho fala, mas o pessoal esta se perdendo muito nas falas, sem decorar, e com o texto na mão, acaba perdendo o foco do que iria falar, no momento que para pra ler oque esta escrito.
 mas fora isso, esta ficando bem legal.

sábado, 18 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 09/04/2015

A aula de interpretação de hoje começou com um circulo com alongando, um alongamento que estamos fazendo que estou achando super interessante, é o de ir caindo as laterais até o corpo todo e ficar em posição de mesa.

Hoje a aula foi construtiva em cima da peça que iremos fazer de édipo, onde foi em cima do texto e vamos montado a cena cada dia mais, olhando assim já estamos um pouco perto, pois faltam apenas dois meses para a estreia e apresentação da peça.

As entradas tenho achado muito legal, pois tem marcado bastante a presença, e vem chamando a atenção. A criação de duas pessoas falando ao mesmo tempo achei muito legal, o som soa nítido e ao mesmo tempo com uma curiosidade de talvez querer entender de onde sai o som com mais volume, mas não dá.

Hoje também construirmos a entrada de Tireses, quando todos nos colocamos como um corredor com as mãos estendida, onde a Julia que faz o papel de Tirese vem passando com sua fala, e repentemente a professora Lara teve a ideia de eu e mais um fazer como se fosse um apoio para a Julia subir e ficar em cima, como se fosse um pedestal, testamos de um lado, de outro e não estava dando certo no inicio, depois veio a luz de nos ajoelhar e Julia subisse em nossas pernas com a outra apoiada no chão.

Funcionou e ficou muito interessante de ver, e conforme as outras pessoas ia construindo e foi criando formas, não pude ver mas imaginando como estava, deve ter ficado muito legal, e encerramos por ai, e na segunda aula tivemos revisão de prova no segundo horário, onde estamos toda a teoria do que estamos vivenciando na pratica.

segunda-feira, 30 de março de 2015

interpretação ll 26/03/2015

Aula do dia 26/03/2015

Hoje a aula de interpretação começou comum alongamento diferente, achei muito interessante, pois trabalhou o corpo caindo em varias posições. 
 Caindo o pescoço, ombro, braço e dois braços e fazendo posição de mesa. Muito bom pra trabalhar a coordenação motora do corpo.

  E em seguida fizemos a leitura do texto de Édipo, a peça que vamos apresentar.
 O texto é bem complicado, mas nas aulas passadas temos vindo cortando algumas coisas, onde agora esta ficando mais fácil até mesmo pra pronunciar as falas que não é fácil, onde todos nós estamos tendo dificuldades. 

 Conseguimos montar a primeira cena em cada um com a sua fala, nessa primeira transição não fiquei com nenhuma fala, apenas junto com o coro.
 Ficou muito boa a montagem dos posicionamentos dessa primeira transição, com todos levantando como coro, procurando um lugar no espaço na platéia pra fazer a cena de choro, depois das lamentações.

 Tem sido um trabalho árduo, essa questão da peça, a leitura. Mas depois que a professora Lara cortou parte da leitura que não iríamos usar, ficou mais fácil o entendimento.


Uma transição que achei bacana foi a no final, onde se forma duas fileiras e a figura de Tireses interpretada por um de nos, não sabemos qual ainda, passa andando sobre esse corredor dizendo algumas coisas, mas em seguida volta se caminho de volta para trás.

 Na primeira cena feita por Naiara, entra de olhos fechados, caminhando pelo corredor formado de pessoas com as mãos estendidas, mas a professora Lara pede que a cena seja feita com os olhos aberto. Achei que com os olhos fechados ficou melhor e mais emocionante. 
 Em seguida marcela fez a mesma cena, e a aula terminou, mas na próxima aula vamos terminar essa transição e dar continuidade a peça e desenvolvimento.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Aula de interpretação II 19/03/15 Diário Rafaela


Nessa aula como em todas as anteriores começamos com um aquecimento.
Esticamos o corpo, despertando-o. Trabalhamos a concentração com o exercício do “vrum”, mas faltava animação e a sala tava muito dispersa, então pra concentrar mesmo em vez de fazermos com apenas um “vrum” em uma direção Lara adiciona mais um para a direção oposta que poderia ser feita a qualquer momento na roda. Pelo menos da minha parte comecei a me sentir mais alerta, pela necessidade de pensar rápido o corpo respondeu imediatamente, pelo menos da minha parte. Começamos a jogar e comparada as outras vezes a rodada durou mais. Certo momento, parei pra observar meu corpo e os movimentos que fazia, sentia mais energia, a divisão de foco que foi obrigada a surgir serviu para que ali eu “acordasse para a aula” realmente. Só estava de corpo. Aquecemos a voz para finalizar.
Após todo o aquecimento Lara pediu para que retornássemos para a cena que havia sido elaborada na aula passada (que eu faltei). Reuni com o grupo que eu havia participado na primeira aula de reposição, não sabia o que acontecia, então tratei de saber sobre a cena que haviam montado. No palco está Vinicius no meio “mexendo” em um caldeirão, nas coxias está eu, Marcela e Ana Paula e Ismael. Nós meninas saímos da coxia batendo os pés com força, passos marcados e fazendo barulhos com a boca, como se fossem cochichos, grunhidos e etc – que representavam os pensamentos dos sarcedotes que chegavam para conversar com o Rei- que iniciavam bem baixos e iam aumentado até que eram interrompidos por uma fala do Rei feito pelo Ismael, nesta hora permanece somente Ismael no palco e o resto partíamos para a platéia onde ali era feito um diálogo feito entre o Rei e o Povo que pedia- lhe ajuda. Essa era a cena. De primeira foi um desastre, tentei seguir o ritmo sem quebrar a cena, em vão. Lara nos deu 1 minuto para discutir a cena e acertar aquilo que precisava, fizemos a segunda vez o que me pareceu que ficou pior, ganhamos mais 1 minuto e uma nova chance de refazer, desta vez entrou em acordo no que o grupo deveria fazer e das três, a última foi a melhor. Depois o grupo dois refez a sua cena.
Logo depois desse exercício Lara nos propôs um exercício de “verdade”. Separamos-nos em duplas e um trio. Lara nomeou algumas pessoas como sendo número ‘1’ de cada dupla e os outros seriam ‘2’ e ‘3’. O objetivo era olhar nos olhos do parceiro e quem foi denominado ‘1’ deveria abraçar o ‘2’ ou ‘3’ quando esses falassem qualquer palavra, qualquer palavra mesmo (pão, cadeira, céu e etc), mas que passasse verdade na fala junto com o sentimento. Uma vez abraçados somente ‘2’ e ‘3’ saem do lugar e procuram outra dupla. A intenção da verdade na fala nesse exercício foi importante, olhar no olho e saber sentir a verdade vinda do outro. Trocamos as funções e repetimos. Depois com aquela dupla que paramos pegamos o texto e lemos o diálogo de Tirésias e Édipo. Treinamos a leitura e depois a interpretação.
Depois nos dispomos em fileiras repetimos as falas respectivas das nossas cenas. “Terrível o saber se ao sabedor é ineficaz”. Repetimos isso, mas com a mesma intenção do exercício anterior. Quando uma das pessoas da fileira falasse e você sentisse a verdade na fala, você abraça. O mesmo procedimento do trabalho anterior, só que agora com as falas do texto de Édipo. Senti-me muito mais confortável para dizer o texto depois do processo. Repetimos com as duas fileiras que se formaram. Depois Lara nos orientou para que aleatoriamente um entrasse em cena e desce inicio ao diálogo entre Tirésias e Édipo, outro aleatório deveria entrar e compor o diálogo. Minha cena foi com o Vinicius, eu de Édipo e ele Tirésias:
Tirésias “- terrével o saber se ao sabedor é ineficaz.”
Édipo-“ o que ocorreu? Porque chegas sem ânimo?”
Tirésias -“deixa que eu volte”
Édipo - “ se sabe de algo, não partas, pelos deuses!”
Tirésias -“ Nada acrescentarei... o coração inflama com tua fúria, se quiseres.”
Quando todos foram, Lara nos lembrou quem era Édipo e quem era Tirésias, suas características e personalidade e logo em seguida nos deu um tempo para que repetíssemos a mesma dupla para montar uma nova cena desta vez com as notificações de Lara. Eu e vini repetimos a nossa cena, ele parado no meio em quanto eu o rodeava (prepotentemente) e fizemos o diálogo. Foi melhor conseguimos entrar mais no sentido do texto.
Logo em seguida fizemos mais um trabalho, ela pediu para que fizessem um “bolinho” de olhos fechados. Lara então disse que ela daria um tema que para esse tema deveríamos fazer um som que o representasse. Primeiro foi o som do mar. De um por um Lara ia dando o comando para que começasse a fazer o barulho que para nós representasse isso, quando todos fizeram fomos diminuindo o som a ter ficar em silêncio. Depois ela deu outro tema: perda. Um tema mais pesado e complexo de representar, pelo menos para mim. Desta vez eu fiz o som primeiro, e depois eu fui o associando a uma imagem, depois situação, até sentir a verdade. Depois ali ainda no bolinho, vini se desvencilhou e começou a falar parte do diálogo (e ele foi orientado a somente a começar p diálogo quando ele sentisse a verdade do grupo) e assim seguimos até concluir o diálogo. Fizemos a roda e ainda de olhos fechados Lara pediu para que dissessem o texto, interpretando, com vontade e intenção. Depois desse exercício todos concordaram que nas cenas que fizemos no inicio da aula faltava sentimento, ali só fizemos a ação. Aprendi que toda cena é cena, mesmo que seja em processo de criação. O que leva o processo a um nível de maior aproveitamento.
Finalizamos a aula discutindo sobre o que trabalhamos a aula inteira, concentração, trabalho em grupo, disponibilidade e etc.

Fim da aula.

interpretação ll 19/03/2015

Nessa aula eu não pude vir, mas a aula aparentou sem legal, mais uma vez fazendo a construção da peça de Édipo rei, vendo nas postagens de alguns, foi trabalhoso e complicado, pois todos estavam passando o texto de todos os personagens. Gosto muito do trabalho de construção de cena. nos ajuda e orienta a como montar uma peça. é como se fosse um manual de passo a passo.

sábado, 21 de março de 2015

interpretação ll 12/03/2015 por jeferson

A  aula de interpretação, começou com nossos trabalhos de alongamentos corporais, pois nos ajuda muito com o desenvolvimento do corpo e articulações para criação de movimentos na criação de cena.  A professora Lara, trabalha com a forma de criação, nós vamos compondo as cenas conforme vamos entendendo o texto.
 Hoje tivemos nossa primeira cena montada, que é onde tudo começa. achei um pouco difícil, porque mais uma vez eu não entendia o texto, a forma de abordagem de falar.
 Nossa cena começou comigo no palco fazendo uma cena meio que ritualística, com as mão passando sobre uma caldeira imaginando fumaças subindo, pois meu papel nesse inicio de montagem era a de um sacerdote.
 Em seguida entra Ana paula, Marcela e Vinicius fazendo barulhos e como se estivessem jogando pássaros e animais dentro desse caldeirão, dando pisadas forte e fazendo barulhos diferentes.
 Quando entra Anderson fazendo a cena de Édipo a cena se compõe, fazendo essa construção de inicio meio e fim.
 Fizemos três vezes, não foi difícil mas também não foi fácil. a professora Lara ia pedindo pra nos melhorar em algumas coisas.
 Acabou essa primeira aula fomos pra o intervalo, saindo do anfiteatro e fomo para a sala 12. E começamos com a leitura, a leitura foi bem puxada pois no inicio pra falar a uma das falas do meu grupo estava tendo muita dificuldade pois nao estava enendedno o sentido da falaq ue era pra ser soada.e fomos passando  o texto, fazendo testes com cada um falando ela até ver onde iria encaixar a fala. a conclusão que tive e que tenho que ler mais o texto pra conhecer a historia e ter mais propriedade na leitura e na peça.

domingo, 15 de março de 2015

Aula 06/03/2015 interpretação ll por jeferson

A aula seguia sobre base de estudo do texto de Édipo rei, leitura muito complicada, estou tendo muita dificuldade na leitura desse texto melhorando. a peça vai ser muito legal, tem tudo pra ser sucesso, pois a historia é muito interessante e hoje finalizamos a leitura, agora falta distribuir e começar a montagem e adaptações.

terça-feira, 10 de março de 2015

Interpretação 2 dia 19-02


A aula hoje foi muito produtiva e muito divertida, começamos fazendo alongamento e relaxamento do corpo que traz um certo tipo de alivio para que depois não possamos sentir em algum movimento feito, fazer esses alongamentos me da mais disposição para continuar a aula.
Como não fui na ultima aula eu fiquei meio perdida pois os grupos já estavam separados as cenas já estavam montadas e eu teria de me encaixar, como no meu grupo faltou algumas pessoas diminuímos a cena e adaptamos, ficou simples e rápida depois de alguns minutos apresentamos a professora limpou algumas falas e sugeriu um toque melódico que nos mesmo iriamos fazer com a boca. O mesmo foi feito com o outro grupo, no inicio não tinha entendido muito bem as historias que se entrelaçavam  ate que rapidamente me situei quando a professora a contou para mim.
Na segunda parte da aula fomos para o anfiteatro, comandados pela professora sentamos no palco visualizando as cortinas e pensando em uma cena de horror, aleatoriamente chamados pela professora tínhamos de levantar e propor uma ação, um a um completando a ação do outro, quando chegou no final o primeiro se deslocava e assim foi por três vezes cada um  formando três cenas.
Sem palavras sensacional gostei muito desse jogo, no qual usarei em meus estagios ,ações individuais que construíram um sentido coletivo, uma dinâmica que nos proporcionou agilidade, improvisação, neutralidade, sustentação do personagem, ritmo, sentido, visão periférica, marcação.

Diario de interpretaçao || dia 19/02/15

Nessa aula fizemos aula retornamos a atividade da aula anterior.
Fizemos o aquecimento que exigi um pouco da nossa flexibilidade e concentraçao.
Voltamos ao exercicio da aula passada, porem, com umas instruçoes da professora de que deveriamos melhorar algum ponto da nossa apresentaçao.
Confesso que foi mais complicado pensar no que mudar do que pensar onde mudar. O tempo nao foi suficiente, por isso mudamos poucas coisas. No começo da performance em vez do som de "ss" adicionamos o som tipico egipicio, o papel de "turista" feito pela julia foi mais determinante pelo fato de que enquanto ela nao encarava as estatuas faziamos um barulho de "bablação" e paravamos quando ela se virava e a frase antes dita somente pelo jeferson ("decifra me ou te devoro!") Agora é dita por todos com uma certa imponencia.
Essas foram as mudanças sofridas na apresentaçao, com toques e alertadas da professora. Ficamos perdidos em cena, todo o grupo demonstro esse ponto. Fomos alertados por Lara a nao mostrar  pro publico de estar perdido, manter sempre a postura em cena.
Na segunda parte da aula, fomos instruidos ja em cima do palco a vizualizar uma expressao de medo feita por nós no palco.
A intenção dessa atividade é construir uma historia em 3 paços ou 3 etapas: inicio, meio e fim.
Apos a vizualizaçao, fui a primeira a ser chamada pela professora a reproduzir a minha expressao de medo. Fiquei com ss pernas levemente flexionadas e abertas ombros curvados pra frente, maos contraidas agarrando minha roupa na altura da coxa, braços bem colados ao corpo. Permaneci ali "congelada"
Feito isso, julia foi a proxima e compos a cena comigo, logo em seguida lazaro e assim sucetivamente.
No começo nao teve sentido o "inicio", porem com a orientaçao da professora, os que ainda nao estavam em cena para que preenchessem o foco dos que ja estavam em cena se tivessem, a partir dai começou a fazer sentido. Todos em cena começamos a segunda etapa, seguindo a ordem de entrada eu sai de onde estava e observei a cena toda de fora. Me senti perdida, realmente nao sabia o que fazer, nao cnnseguia estabelecer uma conexao entre o inicio e o meio.
Permaneci no mesmo lugar porem com um passo ao lado, e com os braços abertos, como se tivesse correndo. A partir dai temos o começo do "meio".
O mesmo foi feito do "meio" e o " fim", eu repeti o mesmo processo anterior, na ultima cena eu me ajoelhei com as maos no rosto no centro esquerdo do palco.
Terminado esse primeiro processo, refizemos todas as tres cenas para gravar, depois Lara pediu para que adicionacimos uma fala, frase, som o que fosse para compor ainda mais a cena e dar sentido.
Na sequencia as minhas foram:
- ai meu deus! (Inicio)
-pra saida! (Meio)
- nãaao! (Lamentando) (fim)
No fim de tudo por mais que fizessimos tudo sem muito sentido, preenchendo o foco vizual e acrescentando as falas criamos uma pequena historia. Foi engraçado como todo o processo funcionou e como foi reproduzido pelo grupo.
No fim da aula separamos algumss palavras que definiam a aula desse dia como por exemplo foco e  trabalho em grupo.
Fim da aula.

Interpretação 2 dia 05-02

Na primeira aula de interpretação 2 não estava presente, com base nos relatos do blog percebi que após fazerem um alongamento e aquecimento para melhor performance do corpo eles trabalharam pontos do palco (espaços), individual e depois em grupo no qual a sala se dividiu em dois grupos, cada grupo com um tema teriam te fazer uma cena que partiria dos pontos de cada um. O primeiro grupo ficou com o tema profecia, assim escolhendo a volta de Jesus o segundo grupo ficou com a historia de Édipo.
Na hora de se apresentar a professora deixou eles passarem uma vez livre e depois limpando os movimentos criando e dando mais sentindo a cena bem como as falas.
Deu-se que no final acabou que as duas cenas acabaram virando fragmentos de Édipo Rei, o primeiro grupo ficou com a esfinge e o grupo dois a profecia.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Interpretação II 06/03/2015

Hoje demos continuidade a leitura doclássico Édipo Rei. Mais uma vez não compreendi as palavras do jeito que estavam no texto. Estou tendo dificuldade em compreender esse texto afinal não é qualquer texto. Ao terminármos a leitura a professora pediu para que escolhermos dois versos para montarmos nosso primeiro ato. Deveriamos montar em quadros e apresentar na próxima aula. Tivemos que pensar pois esses dois versos tinham que dar sentido a cena. Poderiamos cortar o que quiséssemos, mas a fala que tiver terá que ser tirada do texto. Fizemos o esboço de algumas ideias. Vamos ver o que vai sair nesta primeira cena.

Interpretação II dia 05/03/2015

Hoje fizemos a leitura do clássico Édipo Rei. Como o nome já diz a história já começa com Édipo já sendo Rei. Foi uma leitura árdua e difícil de compreender pois são palavras que eu particularmente nunca ouvi falar. Não sei se é porque as palavras eram dificeis mesmo ou se sou eu que não consegui pegar o ritmo do texto. Confesso que não entendi muito a história completa. Sei apenas o básico e o que meus colegas explicaram. Pra mim vai ser um desafio fazer essa peça. Vou precisar de mais atenção e me esforçar mais para conseguir. Se eu conseguir compreender essa história vou ter um grande avanço.