segunda-feira, 27 de abril de 2015
Aula interpretação 19/03 por Carol Bandeira
Depois continuamos com a montagem de Édipo, voltamos para as cenas já trabalhadas. O outro grupo fez um ótimo trabalho, as duas pessoas que tinham falas não tinham ido mas eles fizeram funcionar e foi demais, os efeitos sonoros, começar mais calmo e ir aumentando o som trás um impacto fantástico. O nosso grupo acrescentou as falas, para melhor entendimento do texto porém, estávamos totalmente sem concentração, eu ria várias vezes, chega a ser chato mas eu estava bem dispersa esse dia.
Depois fizemos um jogo onde a sala foi divida em duplas e cada um tinha um numero: 1 ou 2. E a pessoa tinha que passar e falar uma palavra e sentir verdade naquilo, se a pessoa que ouviu sentir que era verdade mesmo então tinha que abraçar a pessoa. Foi um exercício muito bom, as vezes não sentia nada quando falavam algumas coisas, era tipo vazio, apenas palavras, mas as vezes tinha verdade e era o momento de abraçar.
Depois fizemos um jogo que era todo baseado no exercício passado: duas filas e a professora falava uma frase e quando sentíamos verdade naquilo tínhamos que ir e abraçar a pessoa. Foi bem bacana isso pois conseguimos observar o modo como as pessoas interpretam cada frase, o modo como cada um entende o texto, a visão que eles tem daquilo.
sábado, 25 de abril de 2015
Aula de Interpretação por Carol Bandeira 12/03
Depois a sala foi divida em dois grupos e o meu grupo foi responsável pela cena da briga de Tiresias e Édipo e deixamos a Julia como Tiresias e André como Édipo porém fizemos duplas e cada um na dupla era Édipo e o outro Tiresias. Dividimos as falas por palavras e toda vez que Julia falava todos os tiresias repetiam e toda vez que André falava todos os Édipos repetiam. Faltou um pouco de ensaio e faltou bastante atenção, concentração. Percebi isso em mim mesmo, até porque estava sem concentração e ficava rindo e não sabia as falas deles então muitas vezes eu não entendia e ficava perdida e acabava errando e me desconcentrando. Talvez se tivesse colocado falas e não palavras ficaria mais fácil a compreensão do texto e o contexto da cena. A cena do outro grupo foi muito boa, o inicio teve um impacto muito maneiro que eles entravam fazendo uns barulhos e eles usam o palco, o inicio dos corredores e a plateia e isso foi bem legal.
Depois do intervalo sentamos e lemos as partes do texto que tínhamos ensaiado e começamos a fazer mudanças, mudamos o coro, a entrada, as formas, e etc.O que ficou bom pois a voz do coro em harmonia com o texto deu uma coisa legal, um contraste.
Aula de interpretação 05/03
Interpretação II por Carol Bandeira 19/02
Não tinha dado tempo de fazer as coisas direitinho, as mudanças, ensaiar e estávamos inseguros e passamos isso para o publico, aquele ar de insegurança e não podemos passar isso para o publico jamais, por mais inseguro que estivermos temos que manter uma postura de confiança.
Depois fizemos um exercício super legal, um exercício novo que nunca tinha feito antes e achei muito legal mesmo. O tema era medo e então um por um tinha que ir completando o palco como se fosse uma imagem. Primeiro foi a Rafa, depois a Julia, depois Lazaro e foi indo e indo. Na minha vez eu sentei com cara de medo e com as mãos nas pernas. Depois eu ia até a Anna Paula e fazia um gesto de proteção com as mãos protegendo ela. E depois eu caia no chão para direita. Eu tinha imaginado uma coisa quando cai, como se eu tivesse levado um tiro do Ismael que tava na minha frente e então eu caia mas na hora não foi nada disso porque Ismael foi pra um lugar e fez um gesto aleatório e perdeu o sentido que eu tinha na cabeça.
Tinha que ter inicio, meio de fim e a cada gesto tinha isso, por isso muita gente morreu no final porque tinha que ter um fim. Depois tínhamos que acrescentar uma fala para cada movimento e eu fiz o seguinte:
Primeira cena eu fiz um som de medo: ahhh e respirava fundo, a segunda fala eu andava até o local e falava: NÃO! e depois eu fazia o som de: AI! e caia.
Foi muito engraçado isso meu, porque quando eu fazia achava engraçado a situação mas a composição em si ficou muito bonita. Um de cada vez ia lá e fazia sua cena e ficava bonito, apesar de no final tudo ter ficado sem sentido foi bom. Tinha que sustentar bastante a cena e precisava de um esforço físico também e as vezes ficava cansada.
Interpretação II por Carol Bandeira 05/02
Começamos andando pelo espaço e quando ela pedia pra congelar tínhamos que percebemos os espaços vazios e tínhamos que ocupar os espaços vazios, tivemos que continuar até que conseguimos ocupar melhor espaço. Anderson disse que tínhamos que olhar nos olhos um dos outros para ocupar melhor o espaço e isso é verdade porque eu tentava olhar os espaços e acaba esbarrando nas pessoas e não dava para ocupar os lugares completamente.
Também tínhamos que marcar os nossos quatro pontos e lembrar. Tínhamos que escolher um numero para sentar, e começamos a criar movimentos e sequencia, como uma partitura,
Depois a sala foi dividida em dois grupos e cada um tinha um tema, o meu foi o enigma da esfinge, eu não fazia ideia do que era isso, Rafa disse que ela não tinha nariz e ninguém do grupo sabia ao certo o que era, então fomos pelo que sabíamos, inventamos que estávamos em um museu com estátuas que ficavam observando e se movendo e era como se o visitante soubesse que tinha um mistério ali e toda vez que a Julia que era o visitante se falava um "oh" ou um suspiro nós mudávamos de posição.
Lembro que entravamos em câmera lenta e então eu parava na frente da rafa e colocava a mão no nariz dela e ela no meu, até que dava o sinal e mudamos de lugar, eu sentava de pernas cruzadas e virava o rosto para esquerda com as mãos como uma forma egípcia e então eu andava para trás e parava em pé com a mesma posição porém trocando as mãos e depois andava para trás e ficava com as pernas em posição de 4 e com a mão no nariz, agora ponto neutro e saia.
Depois Lara fez alguns ajustes na cena. Agora entravamos iguais, os passos iguais, na mesma velocidade usando a visão periférica e fazendo o barulho de S. e então iamos para a primeira posição, em seguida na segunda começou a ter fala, eu falava: de dia tenho 4 pernas. Rafa falava: de tarde tenho 4. Rafa falava: de noite tenho 3. E então Jeferson falava: decifra-me ou te devoro. Então a Julia falava: O homem! e então fazíamos as posições 3 e 4 seguidas e então fazíamos uma reta na frente do palco e abríamos para a Julia passar.
Teve o outro grupo que falava sobre profecia e eles falavam sobre Jesus, a volta de Jesus, na verdade era tudo sobre Édipo, mas a composição deles estava boa, teve sintonia, teve verdade, apenas precisava limpar um pouco os movimentos e a correria mas cada personagem tinha seu sentido
quinta-feira, 23 de abril de 2015
DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 16/04/2015
DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 09/04/2015
DESCRIÇÃO DA AULA DE INTERPRETAÇÃO DO DIA 26/03/2015
domingo, 19 de abril de 2015
Aula de interpretação ll 16/04/2015
Apos o intervalo descemos para o anfiteatro onde começamos com nossos ensaios, no anfiteatro foi diferente a aula, por que nas aulas passadas estávamos fazendo a aula na sala de aula comum, e no anfiteatro trás uma sensação diferente, parece que trás mais emoção, não sei talvez isso seja coisa da minha cabeça.
Quando começamos a nossa entrada que tínhamos feito era de entrar fazendo barulhos, mas não estamos andando sobre o espaço, e nessa aula a professora propôs de andarmos sobre todo o espaço, e fazendo barulhos diferentes, algumas atividades trouxemos da aula de voz, alguns sons diferentes, e barulhos.
Eu fiz alguns sons que apropriei da aula de voz, com rizadas, choros e batendo nas paredes de madeira, achei que ficou legal, e estamos desenvolvendo bem as cenas da peça, uma coisa que acho que deveria não estar do jeito que ta, é a questão das falas, ainda não tenho fala, mas o pessoal esta se perdendo muito nas falas, sem decorar, e com o texto na mão, acaba perdendo o foco do que iria falar, no momento que para pra ler oque esta escrito.
mas fora isso, esta ficando bem legal.
sábado, 18 de abril de 2015
Aula de interpretação ll 09/04/2015
Hoje a aula foi construtiva em cima da peça que iremos fazer de édipo, onde foi em cima do texto e vamos montado a cena cada dia mais, olhando assim já estamos um pouco perto, pois faltam apenas dois meses para a estreia e apresentação da peça.
As entradas tenho achado muito legal, pois tem marcado bastante a presença, e vem chamando a atenção. A criação de duas pessoas falando ao mesmo tempo achei muito legal, o som soa nítido e ao mesmo tempo com uma curiosidade de talvez querer entender de onde sai o som com mais volume, mas não dá.
Hoje também construirmos a entrada de Tireses, quando todos nos colocamos como um corredor com as mãos estendida, onde a Julia que faz o papel de Tirese vem passando com sua fala, e repentemente a professora Lara teve a ideia de eu e mais um fazer como se fosse um apoio para a Julia subir e ficar em cima, como se fosse um pedestal, testamos de um lado, de outro e não estava dando certo no inicio, depois veio a luz de nos ajoelhar e Julia subisse em nossas pernas com a outra apoiada no chão.
Funcionou e ficou muito interessante de ver, e conforme as outras pessoas ia construindo e foi criando formas, não pude ver mas imaginando como estava, deve ter ficado muito legal, e encerramos por ai, e na segunda aula tivemos revisão de prova no segundo horário, onde estamos toda a teoria do que estamos vivenciando na pratica.
segunda-feira, 30 de março de 2015
interpretação ll 26/03/2015
Na primeira cena feita por Naiara, entra de olhos fechados, caminhando pelo corredor formado de pessoas com as mãos estendidas, mas a professora Lara pede que a cena seja feita com os olhos aberto. Achei que com os olhos fechados ficou melhor e mais emocionante.
Em seguida marcela fez a mesma cena, e a aula terminou, mas na próxima aula vamos terminar essa transição e dar continuidade a peça e desenvolvimento.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Aula de interpretação II 19/03/15 Diário Rafaela
interpretação ll 19/03/2015
sábado, 21 de março de 2015
interpretação ll 12/03/2015 por jeferson
Hoje tivemos nossa primeira cena montada, que é onde tudo começa. achei um pouco difícil, porque mais uma vez eu não entendia o texto, a forma de abordagem de falar.
Nossa cena começou comigo no palco fazendo uma cena meio que ritualística, com as mão passando sobre uma caldeira imaginando fumaças subindo, pois meu papel nesse inicio de montagem era a de um sacerdote.
Em seguida entra Ana paula, Marcela e Vinicius fazendo barulhos e como se estivessem jogando pássaros e animais dentro desse caldeirão, dando pisadas forte e fazendo barulhos diferentes.
Quando entra Anderson fazendo a cena de Édipo a cena se compõe, fazendo essa construção de inicio meio e fim.
Fizemos três vezes, não foi difícil mas também não foi fácil. a professora Lara ia pedindo pra nos melhorar em algumas coisas.
Acabou essa primeira aula fomos pra o intervalo, saindo do anfiteatro e fomo para a sala 12. E começamos com a leitura, a leitura foi bem puxada pois no inicio pra falar a uma das falas do meu grupo estava tendo muita dificuldade pois nao estava enendedno o sentido da falaq ue era pra ser soada.e fomos passando o texto, fazendo testes com cada um falando ela até ver onde iria encaixar a fala. a conclusão que tive e que tenho que ler mais o texto pra conhecer a historia e ter mais propriedade na leitura e na peça.
domingo, 15 de março de 2015
Aula 06/03/2015 interpretação ll por jeferson
terça-feira, 10 de março de 2015
Interpretação 2 dia 19-02
A aula hoje foi muito produtiva e muito divertida, começamos fazendo alongamento e relaxamento do corpo que traz um certo tipo de alivio para que depois não possamos sentir em algum movimento feito, fazer esses alongamentos me da mais disposição para continuar a aula.
Como não fui na ultima aula eu fiquei meio perdida pois os grupos já estavam separados as cenas já estavam montadas e eu teria de me encaixar, como no meu grupo faltou algumas pessoas diminuímos a cena e adaptamos, ficou simples e rápida depois de alguns minutos apresentamos a professora limpou algumas falas e sugeriu um toque melódico que nos mesmo iriamos fazer com a boca. O mesmo foi feito com o outro grupo, no inicio não tinha entendido muito bem as historias que se entrelaçavam ate que rapidamente me situei quando a professora a contou para mim.
Na segunda parte da aula fomos para o anfiteatro, comandados pela professora sentamos no palco visualizando as cortinas e pensando em uma cena de horror, aleatoriamente chamados pela professora tínhamos de levantar e propor uma ação, um a um completando a ação do outro, quando chegou no final o primeiro se deslocava e assim foi por três vezes cada um formando três cenas.
Sem palavras sensacional gostei muito desse jogo, no qual usarei em meus estagios ,ações individuais que construíram um sentido coletivo, uma dinâmica que nos proporcionou agilidade, improvisação, neutralidade, sustentação do personagem, ritmo, sentido, visão periférica, marcação.
Diario de interpretaçao || dia 19/02/15
Nessa aula fizemos aula retornamos a atividade da aula anterior.
Fizemos o aquecimento que exigi um pouco da nossa flexibilidade e concentraçao.
Voltamos ao exercicio da aula passada, porem, com umas instruçoes da professora de que deveriamos melhorar algum ponto da nossa apresentaçao.
Confesso que foi mais complicado pensar no que mudar do que pensar onde mudar. O tempo nao foi suficiente, por isso mudamos poucas coisas. No começo da performance em vez do som de "ss" adicionamos o som tipico egipicio, o papel de "turista" feito pela julia foi mais determinante pelo fato de que enquanto ela nao encarava as estatuas faziamos um barulho de "bablação" e paravamos quando ela se virava e a frase antes dita somente pelo jeferson ("decifra me ou te devoro!") Agora é dita por todos com uma certa imponencia.
Essas foram as mudanças sofridas na apresentaçao, com toques e alertadas da professora. Ficamos perdidos em cena, todo o grupo demonstro esse ponto. Fomos alertados por Lara a nao mostrar pro publico de estar perdido, manter sempre a postura em cena.
Na segunda parte da aula, fomos instruidos ja em cima do palco a vizualizar uma expressao de medo feita por nós no palco.
A intenção dessa atividade é construir uma historia em 3 paços ou 3 etapas: inicio, meio e fim.
Apos a vizualizaçao, fui a primeira a ser chamada pela professora a reproduzir a minha expressao de medo. Fiquei com ss pernas levemente flexionadas e abertas ombros curvados pra frente, maos contraidas agarrando minha roupa na altura da coxa, braços bem colados ao corpo. Permaneci ali "congelada"
Feito isso, julia foi a proxima e compos a cena comigo, logo em seguida lazaro e assim sucetivamente.
No começo nao teve sentido o "inicio", porem com a orientaçao da professora, os que ainda nao estavam em cena para que preenchessem o foco dos que ja estavam em cena se tivessem, a partir dai começou a fazer sentido. Todos em cena começamos a segunda etapa, seguindo a ordem de entrada eu sai de onde estava e observei a cena toda de fora. Me senti perdida, realmente nao sabia o que fazer, nao cnnseguia estabelecer uma conexao entre o inicio e o meio.
Permaneci no mesmo lugar porem com um passo ao lado, e com os braços abertos, como se tivesse correndo. A partir dai temos o começo do "meio".
O mesmo foi feito do "meio" e o " fim", eu repeti o mesmo processo anterior, na ultima cena eu me ajoelhei com as maos no rosto no centro esquerdo do palco.
Terminado esse primeiro processo, refizemos todas as tres cenas para gravar, depois Lara pediu para que adicionacimos uma fala, frase, som o que fosse para compor ainda mais a cena e dar sentido.
Na sequencia as minhas foram:
- ai meu deus! (Inicio)
-pra saida! (Meio)
- nãaao! (Lamentando) (fim)
No fim de tudo por mais que fizessimos tudo sem muito sentido, preenchendo o foco vizual e acrescentando as falas criamos uma pequena historia. Foi engraçado como todo o processo funcionou e como foi reproduzido pelo grupo.
No fim da aula separamos algumss palavras que definiam a aula desse dia como por exemplo foco e trabalho em grupo.
Fim da aula.
Interpretação 2 dia 05-02
Na hora de se apresentar a professora deixou eles passarem uma vez livre e depois limpando os movimentos criando e dando mais sentindo a cena bem como as falas.
Deu-se que no final acabou que as duas cenas acabaram virando fragmentos de Édipo Rei, o primeiro grupo ficou com a esfinge e o grupo dois a profecia.