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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Pratica e Interpretação II

Aula do Dia 19/03/2015

Hoje estávamos um pouco agitados e dispersos,atrasados um pouco da aula para esperamos todos os alunos chegarem,pois Lara gosta de inciar a atividade com todos presentes.
Trabalhamos o jogo do "Rondon e Vrum"que ajuda muito na concentração,escuta e percepção.O jogo é o seguinte em roda um inicia dando a direção que será lançada a energia,a energia seguem em roda podendo haver variações de direção.Quando direcionado a um lado o Rondo o Brum vem em direção contraria ate que se chocam mas tem o seguinte se o Rondon ta indo en uma direção e quando tu vai passar a energia alguem diz Vrum,você tem que voltar na mesma direção e seguir ate que a energia rode toda a roda...(Esse jogo me lembrou muito o flip e o flap) que realizamos em um dos jogos da reunião de estágio.
O jogo só conclui se tivemos bem atentos e ligados pois a uma hora que a velocidade aumenta e se disperçamos o jogo perde o sentindo.
Em seguida continuamos a trabalhar o texto de Édipo colocamos em cena sons e partituras comandos que não tinham e a explosão de sons que fez a cena ter mais vida, sons que começam em um tom baixo e ia crescendo até o momento que explodiamos. Pará conclusão de aula, a Lara pediu que formassemos  duplas pois iriamos  fazer um jogo,"Jogo da Verdade"..
Penso que o intuito desse jogo foi devido não transmitimos a verdade ao ler o texto ambos os grupos e como o olhar externo dela, ela viu necessidade de trabalhar também a emoção pra aparecer a verdade.
Jogo é o seguinte há pessoa 1 e a 2,a 1 dizia a dois qualquer palavra assim se a 2 sentisse verdade ela dava um abraço e assim foi trocando as duplas,quando todos os número 1 já tinham passado em todas as 2 nos invertiamos a situação quem foi 1 vira 2 e quem foi 2 vira 1.
Para eu realizar esse jogo associem a palavras com que estava vivenciando no momento, como fome,cansado,exausto,saco cheio,quero ir embora,acho que ganhei abraços por isso pois realmente era o que eu queria nesse dia pois estava cansado e ainda em recuperação que algumas semanas atrás estava com infecção e também querendo gripa isso me deixa meio indisposto.
E em relação abraçar, procurei a verdade queria ver pelos os olhos, não abracei todos pois as associações deles eram relacionada o que seriam e a emoção vinha transmitida na palavra.
Gostei e achei de extrema importancia a nós pois o jogo nos disciplina e da da direção ao natarualismo também e trabalha a percepção para te trazer a emoção de acreditar na verdade.
Apropriados desse jogo e fomos pro texto,fizemos 2 fileiras e falamos a frase dos textos e quem seria verdade abraçava a pessoa que pronunciou...
Foi uma aula diferente gostei,pois me trouxe novos repertórios e apropriações que posso transmitir no estágios

Aula De Voz

 Dia 30/03/2015

Respiração diafragmática iniciamos a aula de hoje falando sobre isso, eu particularmente não sou muito fã de teoria partimos logo pra pratica, sentados em roda Lara pediu que colocássemos nossos as duas mão no nosso diafragma e fizéssemos um som para sentir a vibração e conhecer a passagem de ar, confesso que não sei muito fazer essa transferência mas aos poucos vou pegando o ritmo, percebo que com esse tipo de respiração conseguimos melhor controle. Como em uma aula anterior havíamos dito sobre o equilíbrio, resolvi fazer um auto analise sobre Respiração X Equilíbrio querendo obter a respostas se respirando corretamente eu consigo manter equilíbrio e vi que funcionar, fazendo variadas posições diferentes comum pé somente e sustentado o meu corpo a parti do abdômen.
Em seguida falamos sobre a queima de curva, quanto, mas ar eu dou ao meu corpo, mas ele pede e aprendi como manter o controle, e no final do exercício percebi que não estava tão cansado e tão ofegante.
O exercício que fizemos foi, em roda e aos comandos de Lara cantássemos e fosse repetindo os movimentos que eram rodar para esquerda e direita,3 pulos a frente e 3 pulos atrás a canção foi a canção de pipoca.
Um bom exercícios pois, mantem o corpo ativo e sempre em movimento.
Trabalhamos a Emissão de sons agudos /graves a extensão vocal, acho que preciso fazer um analise melhor do meu fôlego e também de pouco a pouco largando o cigarro, mas como extress do cotidiano o que me acalma e ele mesmo tendo todo conhecimento que isso é prejudicial a mim.Aos poucos resolvo essa questão que me é particular. Em seguida Lara voltou o exercício da aula passada a história ilustrada eu não fiz de novo pois não recordei a minha. Mas observando de amigos pude ver a importância de trabalhar a fala com imagem e o corpo. Gostei muito de um comentário da postagem de Sarah, em relação as partituras de Jeferson e Marcela.
Penso que ela quis dizer que a voz o som e toda a palavra a uma ação seja uma pequena expressão, como um tom musical que lhe transmite uma emoção e lhe provoca uma ação coloquei isso porque hoje ao descrever este post,estou ouvindo uma música que gosto e automático comecei a balançar o corpo.
Devemos analisar e nos preocupar bastante com a articulação da palavra pensar e fazer uma imagem e assemelhar com a ação. E com os relatos de minha amiga pude fazer uma outra analise que em um texto de Teatro ‘’Não podemos falar uma frase com a mesma intenção vocal’’pois cada palavra possui uma imagem e a intenção vocal diferente.

Romeu e Julieta teve muito isso o bom de estudarmos isso e que podemos trabalhar as falas com a imagem da ação,com a fala interna e substituições controlando a respiração e deixar que a emoção se manifesta(Emoção contida)na corda vocal por conta da visualização.

Aula de Voz

Dia 23/04/2015

A aula de hoje foi sobre respiração abdominal tive um pouco de dificuldade em realizar pois fumo e acho muito difícil pois exige muito ar.Tenho notado nos últimos dias muita dispersão da turma e um pouco de desanimo em fazer exercícios onde a respiração e o fator principal e o que traz a neutralidade, equilíbrio e flexibilidade ao corpo.
Trabalhamos o equilíbrio e a possibilidade do corpo de sair do rotineiro cotidiano e a diversidades de espaço que o corpo pode ocupar e olha que muito, Rs, basta ultrapassar os limites e fazer tudo longo e extenso e a respiração de forma correta.
Falamos e praticamos também sons agudos e graves e a nossa extensão vocal, não tenho muita dificuldade em relação a voz, pois quando mais novo cantei na igreja então tenho uma facilidade maior de acompanhar o som e os dedinhos de Lara que também nos auxiliam muito.
Me lembrando bem, percebo um pouco de dificuldade que quando o som é longo e aprofundado não consigo manter por um grande período de tempo vejo que vou perdendo fôlego.
E bom de extrema importância trabalhar com os 2 tons pois a voz e um instrumento de grande importância para o ator então isso faz desperta o grande interesse em conhecer o objeto de trabalho.
Emitirmos o som para cabeça, peito, abdome e diafragma que são os pontos de entrada de ar para melhor projeção de voz trabalhando sentidos e diferentes direções e mantê-la um bom tempo.
Fizemos um exercício novo de montar uma história e ilustrar com o corpo, mas como o sinal bateu não deu para apresentar e ficará pra próxima aula.
Ela pediu que inventássemos uma história qualquer e a cada palavra fossemos ilustrando com o corpo, utilizando todo espaço, trabalhando grandes gestos, e a voz sem queima de curva.
Percebo ao fazer o exercício a ausência de fôlego e foi notável que quanto mais esforços exigido mais ar ele pedia.
Com essa cheguei a noção que tudo parte de nós, basta ter uma respiração correta e sabermos (dosar) ter autocontrole para o melhor desenvolvimento.


Aula de Voz

Dia 16/04/2015

Nessa aula alongamos e fizemos aquecimento vocais, pois como diz Lara temos que preparar para usar os objetos fizemos de costume alguns movimentos físicos e bocejos, som e trava-língua de aquecimento vocal Trava-língua como
·         Sacha, Xuxa e Zafir
·         Lara amarrou a arrara rara
·         Xuxa acha a sacha chata
·         Abracadabra, gaga macabra e minha madrasta
·         3 pratos de trigo para 3 tristes tigres
·         O atleta de atalaia cruzou o Atlântico

A importância de realizar essas atividades e que até em nossos dia-a-dia as vezes fazemos as coisas com tanta pressa que as vezes falamos coisas erradas, mal pronuncia e esse exige muito na articulação e na projeção da voz.
Hoje não estava me sentindo muito bem então resolvi assistir a aula, Lara retomou o exercício da aula passada onde pediu que criássemos 3 partituras em dimensões e aproveitando todo o espaço.
Percebo em mim e em alguns no início de aula um pouco de desanimo mais ao passar do tempo a aula anima mais, discutimos também sobre o aparelho fonador e como podemos controlar a voz. Lara explicou sobre a importância do ar e o espaço que ele ocupa no corpo para o melhor desempenho da voz.
Fazemos sempre um exercício de transferência de voz jogando para a cabeça, diafragma e peito acho muito legal apesar de ter ainda um pouco de dificuldade com tais comandos.
Trava-língua exercício de pregas vocais ajuda na vibração para mantermos a voz relaxada e aquecida.
Trabalhamos também sons naus a professora falou também sobre o falsete.

Acho de extrema importância esse trabalho para nós que decidimos que queremos isso como profissão pois é uma forma de obter conhecimentos ao qual podemos também utiliza-los para ensina em nossos estágios e repertorio para nós mesmo em meio a vida social e a profissão.

ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 16/04

ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 16/04
Na primeira parte da aula tivemos a revisão da prova, o texto da Viola Spolin e de Roubine sobre O Gesto.
Na segunda parte fomos para o anfiteatro para o ensaio até onde havíamos montado.
Por causa do espaço nós criamos uma consciência maior das ações que surgiram e que foram surgindo durante o ensaio. Por exemplo, no inicio no som de “perda”, Lara nos orientou a fugir do convencional, porque logo quando ouvimos a palavra remetemos ao choro e em uma das aulas anteriores fizemos barulhos diversos como o que pareciam ser o “clok” do relógio, o som de vento e tudo isso ajudou a criar outra visão da atmosfera, teve um up que antes faltava. As entradas e saídas dos personagens foram testadas, mais efetivas. Acrescentamos algumas outras ações no texto que surgiu espontaneamente durante o ensaio, curioso o fato de que todo o processo é uma construção constante do grupo. Todos os elementos que complementam a peça são originados da discussão e “organização” da sala. Com as indicações da Lara, transformamos em “ar cômico” a primeira cena da peça. Brincando com as reações do povo, durante o diálogo de Édipo e Creonte. Entretanto, houve mais dispersão da turma. Desatenção na hora das falas prejudicou o andamento do ensaio.
Por conta do espaço, tivemos mais ou menos a noção da peça. O que nos deu uma injeção de ânimo para continuar a construção.


ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 09/04

ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 09/04
Prosseguimos na montagem de Édipo. Começamos pela entrada de Tirésias. Eu como faço Creonte fico de fora da segunda parte, então fiquei como observadora.
O coro formou um corredor com as mãos estendidas com a palma para cima, no meio do palco. Na frente e mais atrás das filas está os dois Édipo’s (Anderson e André) que participam dessa cena e funciona com uma transição, ao lado junto com Jocasta (Raquel), Julia entra como Tirésias, se apoiando ou passando somente as mãos no corredor de palmas estendidas para ela, como um guia do caminho a encontro de Édipo, aqui começa um diálogo com mais intensidade entre Édipo e Tirésias, há troca de acusações e profecias a serem reveladas por Tirésias, que aqui surgi uma dinâmica que funcionou na primeira cena de Édipo, cada integrante do coro compõe uma imagem onde Tirésias é “elevado” e fala uma parte da revelação.
Para montar a imagem de Tirésias, tiveram dificuldade pra montar algo que fosse seguro pra todos ali da cena, várias tentativas (fracassadas na maioria das vezes), mas que foram evoluindo até alcançar uma imagem que ficasse harmônica e que não atrapalhasse no momento das falas do coro. No momento anterior (corredor do coro), ali também tinha o problema de ritmo, desta vez pela maior parte da dispersão da turma, tudo pode influenciar na montagem. Eu que estava de fora, não conseguia perceber um fluxo desta cena. Nessa segunda parte é um diálogo tenso porque contêm acusações, revelações e troca de farpas entre Édipo e Tirésias, e o ritmo deveria ser mais rápido. Talvez porque focamos energia demais na montagem da imagem do coro e Tirésias.
Na segunda parte da aula, tivemos teoria. O texto foi “O Gesto” de Roubine.

A gestualidade que pode caracterizar um estilo como a pantomima que tem uma relação com a comicidade e a gestualidade séria que pode se considerada que é fixada na declamação e a estilização do naturalismo. Com o passar do tempo, a gestualidade foi se diversificando e criando várias pontas que mesmo ampliando o conhecimento sempre servem como referências mais influentes. Fomos questionados quanto a utilização da técnica da mimese para implantar na peça, poderia ser uma possibilidade que transformaria a nossa visão de atuação para Édipo, algo que temos contato mas não colocamos em prática com tanta ênfase. 

ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 26/03

ATUALIZAÇÃO AULA DE INTERPRETAÇÃO II DIA 26/03
Aula prática que montamos a primeira parte de Édipo Rei. Usando os elementos que criamos durante a leitura de Édipo e algumas práticas de improvisação, conseguimos dar inicio a montagem das ações que iram compor as primeiras cenas.
Os sons que remetiam a “perda” que fizemos nas aulas anteriores, vão dar início a atmosfera da peça. Estamos dispostos na platéia, sentados e alguns em pé (como estávamos na sala e não no anfi, pode ter nos limitado a isso.) os sons começam baixinhos, como se fossem distantes, representando a lamentação da população. E como se a população viesse a encontro do Rei, os choros iriam ficando mais e mais altos, nisso Édipo (Anderson) está no palco ao seu lado Jocasta (Raquel) que no ápice do barulho em corta com sua primeira fala e ali começa a lamentação também do povo que está na platéia. Diálogo que dura até a entrada de Creonte (Eu) que entra pela lateral do palco trazendo notícias dos deuses a mando de Édipo, ali começa o diálogo entre Édipo e Creonte.
Até esse momento, conseguimos ver o esqueleto do que pode se tornar a primeira cena. Como em uma boa parte da cena eu estou de fora, eu vi e consegui sentir uma falta de “ligação”, talvez essa não seja a palavra, mas como se existissem intervalos mais compridos do que deveriam ou não existiam. Isso pode ser reflexo do fato de ser a primeira vez que complementamos a ação com as falas, o que é normal. Até porque, a aquela altura só havíamos tido contato a maior parte do tempo com o texto com a intenção da fala, porém isso não poderia ter nos atrapalhado tanto, pelo menos a mim.
Terminado o diálogo entre Édipo e Creonte, o Rei ainda no palco faz uma proclamação que se espalha pelo povo e isso é representado pelo mesmo, trechos da proclamação de Édipo é dito pelo povo que está na platéia e que termina com o Rei. O povo sugere uma segunda opção para Édipo que é trazer Tirésias (Julia) para desvendar tal mistério que é a incógnita de quem matou o antigo rei Laio. Aqui termina a primeira parte de Édipo.

O ritmo dessa cena completa deve ser algo mais acelerado, aqui é que começam a surgir os fatos que rondam o mistério da morte de Laio, fatos que ainda não são interligados, são pontas soltas. Repetimos algumas vezes e até com intensidades diferentes, mas ainda está morto o ritmo da cena. Não é pra se tornar algo cansativo, mais já havíamos lido aquele trecho e falado várias vezes e não só nessa aula. Isso pode ter prejudicado o andamento da montagem. Mas que na próxima aula isso possa (tenha) que ser diferente.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

ATUALIZAÇÃO DA AULA DE VOZ II DIA 06/04

ATUALIZAÇÃO DA AULA DE VOZ II DIA 06/04
Aula que pode ser resumida em produção.
Na aula anterior a Lara pediu para que trouxéssemos uma música que sabíamos a letra de cabeça e isso tinha algo a ver com dar imagem à palavra, com no exercício na semana passada ao contar uma história literalmente com o corpo representando as palavras.
Dividimos-nos em duplas, ficamos eu e Naiara. Eu escolhi uma música do Kid abelha “como que quero” e Naiara escolheu (). O objetivo era (pode se, dizer.) criar uma cena sendo que as falas deveriam ser os trechos dessas músicas, um diálogo construído a partir das duas músicas e a cada dois minutos durante o processo de construção da cena a professora adicionava um nova instrução como : na cena deve ter um momento de pausa, deve ter um momento de explosão, um momento de sutileza e um momento cantado. Então tínhamos que ser rápidos, no entanto eu escolhi uma música que realmente não fazia sentido com a da Naiara, não dava pra construir um simples diálogo. Já no começo encontramos um empecilho. A solução foi encenar os versos e desse modo conseguimos dar “um sentido” na nossa cena, intercalamos cada verso de nossas músicas. Usamos apenas uma estrofe de cada. Ficou mais ou menos assim:
Naiara caminha no corredor (da capela), se apoiando nos bancos e procurando algo, olhando para todos os lados. Eu estou na frente parada e tento perguntar “ Naiara, o que voc...”, ela não deixa eu completar a frase e logo me interrompe com um “shhh” parando no lugar e me encarando ( aqui existe o momento da pausa), logo depois eu falo “ Naiara, da pra tirar essa bermuda que não dá pra te levar a sério assim!”, como resposta ela caminha por trás de mim cantando o refrão dela “ palavras, apenas palavras, pequenas, palavras” ( aqui existe o momento de sutileza e cantado. Obs: o que acabou sendo elaborado antes mesmo da instrução.) eu começo a acompanhar a cantoria de leve, baixinho como se eu lembrasse dessa música e fazendo uma transição entre o canto e um “solo de guitarra” feito com os sons saídos da minha boca, sons muito altos e agudos ( aqui há o momento de explosão), fico ajoelhada no chão e tocando freneticamente minha guitarra imaginária, fazendo referência a uma performance do Jimmy Hendrix, famoso cantor e guitarrista. Termino no instante em que procuro a Naiara e a encaro com um olhar de “ué?”e Naiara parada olhando aquela situação toda me fala “ Rafaela, esses solos de guitarras não vão me conquistar.” E acaba aqui a encenação.
Terminado o processo de construção, fomos ver o resultado de cada dupla. Vendo as montagens dos outros grupos, percebi que eu e Naiara tínhamos feito o trabalho fora do propósito da atividade, todos estavam usando os versos das músicas e nós não usamos literalmente os versos e sim as interpretações. Então mostramos a nossa mesmo assim. No final, todos disseram o que acharam do trabalho de cada um, e como na maioria das duplas e como vício eles diziam os versos no ritmo em que é cantado na música, Lara nos disse para fugir desse ritmo, apesar de ser difícil encaixar um trecho de música e colocá-lo como uma fala comum pra quebrar esse ritmo. Trabalho para as próximas atividades. Quanto a nossa apresentação, como era de se esperar o pessoal não entendeu a cena nem conseguiu identificar as músicas usadas. Expliquei não usamos os versos, mais fizemos em ação, o que fico claro depois. Lara disse que na dúvida sobre a atividade, ultrapasse. Pode surgir uma nova linguagem ou nova intenção. A nossa dupla foi a única a usar outra proposta o que achamos que no inicio tava dentro do exercício, descobrimos que estava quase fora do propósito, mas que acabou tornando- se válida. Na frente de um problema nós exploramos várias alternativas, tentamos até trocar a música o que não foi muito eficaz, decidimos pelo desafio e como resultado nos satisfez. De estranho para inovador no mesmo exercício.


ATUALIZAÇÃO DA AULA DE VOZ II DIA 30/03

ATUALIZAÇÃO DA AULA DE VOZ II DIA 30/03
Ainda trabalhamos a respiração abdominal que começamos na aula passada. Demoramos mais tempo pelo que eu percebi, não senti a tontura que antes vinha no começo do exercício. Percebi também o meu maior controle na respiração, comecei a fazer uma contagem mentalmente para ver se realmente houve um progresso, consegui até quinze (sem forçar, isto é, até sair o ar por completo). Depois contamos em voz alta até dez usando a respiração abdominal, sem pausa praticamente de dez para o um. Eu sentia que sobrava ar quando chegava a dez, então fiz um pouco mais de força na expiração, o ar saiu mais rápido e não consegui chegar até o dez e fiquei tonta, não consegui fazer uma segunda vez porque passamos para o próximo exercício.
Jogamos o som para a cabeça”. Que seriam os sons mais agudos. Com a boca fechada mais com bastante espaço (como se estivesse com um ovo dentro da boca fechada) que acaba transformando a cabeça numa grande caixa de som interno. Fiz a variações de sons para sentir a pequena vibração na cabeça. Depois fizemos repetimos uma canção para alcançar as notas mais agudas ou graves. As notas mais agudas não são todos que conseguem alcançar, então permaneci no meu máximo mais ainda tentando atravessar o limite.
Fizemos o mesmo exercício do equilíbrio, do ponto de força que também usamos como apoio. No meio do exercício eu notei que estava contando mentalmente as batidas do meu coração e sincronizando com a minha respiração, comecei a ficar ofegante e cansada e sabia que ali começou a “curva de queima” -termo que surgiu na última aula- então parei em uma posição e comecei a contar: a cada quatro batidas eu inspirava e mais quatro, expirava. Quando paramos e ficamos em repouso continuei até estabilizar... Não por muito tempo porque Lara logo fez um exercício que sentiríamos na prática como lidamos com a (temida) “curva de queima”.
Uma canção de ciranda:
QUANDO A PIPOCA COMEÇA A ESTOURAR
OUTRA PIPOCA TOMA LOGO SEU LUGAR (X2)
É UM TAL DE POC, PO, POC POC POC, PO POC POC POC, PO POC POC POC.”
Dançando, andando pulando em roda e cantando essa música, e a cada rodada aumentávamos o ritmo. Tudo ao mesmo tempo. No começo tentei controlar a saída de ar, mas no meio eu já tinha perdido a noção, então veio a “curva de queima”. Então comecei a fazer tudo mais lento, apesar de quase imperceptível na roda. Pensei em fazer como fiz no exercício do equilíbrio, mas continuei cantando e controlando o ar por ali. Deu mais ou menos certo. Quero tentar novamente para ver se consigo estar mais controlada.
No exercício da aula passada de dar “imagem” as palavras, hoje foi o meu dia de mostrar. Essa foi a minha partitura:
Começo de lado para a platéia
- ENTREI NO QUARTO PEGUEI MEU TÊNIS, [ entro no quarto abaixo pego o tênis que está mais a frente, vou pra diagonal e viro de costas para a cama]
-SENTEI NA CAMA E CALCEI MEU TÊNIS [ pernas flexionada quase em noventa graus, me curvo para baixo e pego um tênis de cada vez e calço, no final dando o laço]
-LEVANTEI DA CAMA, AGEITEI A CALÇA [ fico ereta, balanço as pernas como se estivesse descendo a barra da calça e levanto o cós com as mão atrás]
-FUI PARA O BANHEIRO [ saio andando, dando as costas para o público, viro a esquerda e paro de frente para o espelho]
-ESCOVEI OS DENTES, ARRUMEIO O CABELO [ tiro a escova de dente a minha direita, falo enquanto escovo os dentes, faço gargarejo e cuspo na pia. Jogo meu cabelo de uma lado para o outro]
-SAI DO BANHEIRO E BATI MEU COTOVELO NO BATENTE [ dou um passo e já me curvo segurando o cotovelo esquerdo, falo gemendo de dor]
-FIQUEI COM DOR ALI DURANTE UNS SEGUNDO [ falo ainda gemendo e curvada virando aos poucos para o corredor a direita atrás]
-FUI PARA O CORREDOR ATÉ PEGAR A MINHA BOLSA [ saio andando quase não sentindo mais a dor, pego minha bolsa em cima da mesa e coloco- a no ombro me viro]
-AS CHAVES E SAIR PELA PORTA [ levanto a mão direita, pego as chaves, me viro ficando com o lado esquerdo para a platéia, ando uns passos e abro a porta saindo de cena.]
Não tinha tantos movimentos. Repeti uma segunda vez, desta vez Lara pediu para que eu fizesse mais rápido que o normal. Confesso que senti a “curva”, mas senti mais controle entre uma ação e outra. Outro ponto que durante a apresentação eu não percebi e que me foi alertado, foi o fato de que os meus finais de frase “morrem” ( quando o inicio da palavra é em uma altura e o final é quase sem som nenhum, não tem fim a palavra.), Lara me disse para ter cuidado, então na terceira vez que eu repeti foquei em concertar esse defeito, talvez minha voz tenha saído mais alta do que o normal – sem necessidade- isso tudo por conta de criar a consciência de terminar as palavras.

No final todos espalhados que tinham criado suas partituras, nos espalhamos de acordo com a ordem ditada pela professora. Finalizamos a aula com uma roda de conversa

ATUALIZAÇÃO AULA DE VOZ II 23/03

ATUALIZAÇÃO AULA DE VOZ II 23/03
Aula que tiramos para aprender a fazer a respiração abdominal, a ideal para o artista. É no abdômen que fica o principal apoio para gerar a sustentação da respiração, para uma melhor visualização é onde os cantores de ópera apóiam para conseguir uma maior extensão e nota nas canções.
Para treinarmos e tornar automático. Sentamos no chão, de maneira confortável. Expiramos empurrando o umbigo para dentro devagar até o limite e quando inspiramos “largamos” a barriga de uma vez, repetindo o processo várias vezes. Durante a expiramos fazemos um mantra ( “hummm”) não sei se era pra botar mais um estimulo para prolongarmos a respiração ou para gerar uma “contenção” mesmo que fraca no abdômen, onde era contraído. Durante esse exercício eu fiquei tonta em vários momentos o que era normal segundo Lara, é uma questão de costume.
Depois fizemos um exercício que nos forçava a usar o centro do abdômen, onde usamos como apoio. Com apenas uma das pernas, deveríamos nos equilibrar enquanto explorávamos várias posições que desafiassem os nossos limites, caso a perna começasse a doer trocávamos de perna. Senti uma concentração muito forte, porém não sentia muito utilizando o abdômen ou o ponto em que Lara antes já nos dissera (quatro dedos abaixo do umbigo), ao contrário da perna, não sabia se estava fazendo de maneira errada então decidi parar respirar e fazer novamente, desta vez focando no ponto central, senti até a diferença no meu equilíbrio, consegui controlar mais minha respiração usando de certa forma aquela respiração que fizemos no inicio da aula, claro que em alguns momentos tive que prender a respiração por conta de uma posição ou desequilíbrio, mas nada interferiu para que no final do exercício eu ficasse ofegante. Senti a inspiração mais “longa” e pesada, profunda.
Fizemos o “murmuro” que usamos para massagem das pregas vocais, já ai eu senti que eu conseguia prolongar mais e alternar várias vezes as notas que a Lara fazia. Decidimos cantar uma música, a que está em “Romeu e Julieta”, tentamos alcançar algumas notas e senti uma maior harmonia do grupo. Muito melhor em minha opinião.
O próximo exercício era para que contássemos uma história, pequena, com o corpo, dando “imagem” as palavras literalmente. Cada um montou e quatro pessoas apresentaram nesse dia e um ponto surgiu durante a apresentação da Iasmin, no começo ela fez os movimentos normalmente, mas no meio ela começou a ficar ofegante e no final pareceu ficar mais. Lara disse que esse fenômeno de chama “curva de queima”, que seria nesse processo da atividade o corpo pedir oxigênio e você responder mandando oxigênio, só que cada vez que você manda o corpo quer mais e mais oxigênio o que te deixa ofegante.
Lara vai puxar bastante para o trabalho da “imagem da palavra” e o controle da “curva de queima” para tentar evitar esse fenômeno durante os exercícios que exigem o corpo e a palavra.

Finalizamos a aula.

domingo, 19 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 16/04/2015

A aula de interpretação de hoje, começamos com uma aula teórica de revisão de prova, estudando sobre os textos, que fala sobre a teoria de toda as nossas vivencias praticas.

Apos o intervalo descemos para o anfiteatro onde começamos com nossos ensaios, no anfiteatro foi diferente a aula, por que nas aulas passadas estávamos fazendo a aula na sala de aula comum, e no anfiteatro trás uma sensação diferente, parece que trás mais emoção, não sei talvez isso seja coisa da minha cabeça.

Quando começamos a nossa entrada que tínhamos feito era de entrar fazendo barulhos, mas não estamos andando sobre o espaço, e nessa aula a professora propôs de andarmos sobre todo o espaço, e fazendo barulhos diferentes, algumas atividades trouxemos da aula de voz, alguns sons diferentes, e barulhos.

Eu fiz alguns sons que apropriei da aula de voz, com rizadas, choros e batendo nas paredes de madeira, achei que ficou legal, e estamos desenvolvendo bem as cenas da peça, uma coisa que acho que deveria não estar do jeito que ta, é a questão das falas, ainda não tenho fala, mas o pessoal esta se perdendo muito nas falas, sem decorar, e com o texto na mão, acaba perdendo o foco do que iria falar, no momento que para pra ler oque esta escrito.
 mas fora isso, esta ficando bem legal.

sábado, 18 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 09/04/2015

A aula de interpretação de hoje começou com um circulo com alongando, um alongamento que estamos fazendo que estou achando super interessante, é o de ir caindo as laterais até o corpo todo e ficar em posição de mesa.

Hoje a aula foi construtiva em cima da peça que iremos fazer de édipo, onde foi em cima do texto e vamos montado a cena cada dia mais, olhando assim já estamos um pouco perto, pois faltam apenas dois meses para a estreia e apresentação da peça.

As entradas tenho achado muito legal, pois tem marcado bastante a presença, e vem chamando a atenção. A criação de duas pessoas falando ao mesmo tempo achei muito legal, o som soa nítido e ao mesmo tempo com uma curiosidade de talvez querer entender de onde sai o som com mais volume, mas não dá.

Hoje também construirmos a entrada de Tireses, quando todos nos colocamos como um corredor com as mãos estendida, onde a Julia que faz o papel de Tirese vem passando com sua fala, e repentemente a professora Lara teve a ideia de eu e mais um fazer como se fosse um apoio para a Julia subir e ficar em cima, como se fosse um pedestal, testamos de um lado, de outro e não estava dando certo no inicio, depois veio a luz de nos ajoelhar e Julia subisse em nossas pernas com a outra apoiada no chão.

Funcionou e ficou muito interessante de ver, e conforme as outras pessoas ia construindo e foi criando formas, não pude ver mas imaginando como estava, deve ter ficado muito legal, e encerramos por ai, e na segunda aula tivemos revisão de prova no segundo horário, onde estamos toda a teoria do que estamos vivenciando na pratica.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

voz ll 06/04/2015 por jeferson

Na aula de hoje como esta sendo na capela estou começando a me acostumar com a acústica, e onde a professora Lara falou que as aulas ali esta sendo bom pra nós, porque estamos tendo contato com um ambiente com uma acústica diferente.

E realmente sim, sempre começamos a aula com nossos alongamentos que é o inicio que devemos ter para nosso corpo suportar, e não só o corpo, a voz.

 Sempre fazemos travas línguas pois sempre acho que ajuda na nossa dicção e até mesmo na memorização, e principalmente aqueles que tem uma concentração maior nos R, e acho esse trabalho muito interessante, pra nosso aprendizado e trabalho com a voz.

 Na aula dividimos em duplas e tínhamos que criar uma cena de uma musica que a professora Lara pediu que trouxéssemos na aula passada para trabalhar ela na aula de hoje,  minha dupla foi Marcela  e nos trouxemos duas musicas, trabalhamos ela e quando fomos apresentar, não sei oque acontece mas eu não me sinto tão seguro no palco assim, sinto um pouco de desconforto, não sei se essa seria a palavra correta de estar dizendo mas poderia ser.

Fizemos uma partitura com uma dança e entre a a cena a letra da musica não era cantada e sim falada, mas entre alguns segundo teria que existir um trecho cantado e outro com uma fala de grito. todo o enredo foi legal, mas eu não consegui desenvolver na hora essa cena com a Marcela, como disse, parece que me trava alguma coisa, ou talvez isso seja coisa da minha cabeça.

 Depois que terminamos a professora Lara pediu que fizéssemos tudo de novo e ela foi nos guiando e dizendo que poderia mudar, no final fui achando que estava ficando legal, esse trabalho que ela faz de construir é muito legal.

voz ll aula do dia 30/03/2015 por jeferson

Na aula de voz hoje começamos com um alongamento, as aulas agoira estão sendo na capela, e estou tendo um pouco de estranhamento por conta do soar da voz que sai diferente por conta do teto ser alto e parece que a voz some, não sei dizer como seria , essa acústica que temos.
 Mas de outras formas a aula tem sido muito legal, inclusive porque agora as aulas esta tendo mais uma dinâmica de atuação dentro dos exercícios.

 Sempre estamos trabalhando bastante o diafragma, e tem sido interessante, pois vamos tendo noção de como a respiração é fundamental para o trabalho do ator, no que diz respeito de trabalho corporal e concentração. Mas tem muitos outras coisas que conforme vamos desenvolvendo esse trabalho vai ficando mais claro e esclarecendo algumas coisas.

Nessa aula a professora nos propôs a fazer uma aula diferente, achei muito bacana, pois além de todo o trabalho de base que devemos ter para atuação, não ficou apenas nos exercícios, fizemos atividades de atuação em cima de um tema que escolhíamos, com base na aula passada onde fiz minha cena e partitura, nessa aula eu apresente, onde minha cena foi contando a historia de um menino que carregava um saco muito pesado nas costa.

Fiz a minha cena e conforme ia fazendo a professora Lara ia, falando os pontos onde eu devia ir melhorando, e foi muito bacana, pois com certeza com uma visão de fora de uma outra pessoa que vai vendo onde devemos aprimorar, e ainda mais a visão da professora, que vai passando muitas coisas bacana e que cada dia temos aprendido muitas atividades legais e vamos aprimorando nossa atuação.

 E tenho aprendido muitas coisas e atividades legais que tem vindo como uma base no meu aprendizado, apesar de ter algumas dificuldades com algumas atividades praticas, tenho aprendido muito e onde estou passando esse conhecimento para os alunos da escola onde tenho estagiado.

segunda-feira, 30 de março de 2015

interpretação ll 26/03/2015

Aula do dia 26/03/2015

Hoje a aula de interpretação começou comum alongamento diferente, achei muito interessante, pois trabalhou o corpo caindo em varias posições. 
 Caindo o pescoço, ombro, braço e dois braços e fazendo posição de mesa. Muito bom pra trabalhar a coordenação motora do corpo.

  E em seguida fizemos a leitura do texto de Édipo, a peça que vamos apresentar.
 O texto é bem complicado, mas nas aulas passadas temos vindo cortando algumas coisas, onde agora esta ficando mais fácil até mesmo pra pronunciar as falas que não é fácil, onde todos nós estamos tendo dificuldades. 

 Conseguimos montar a primeira cena em cada um com a sua fala, nessa primeira transição não fiquei com nenhuma fala, apenas junto com o coro.
 Ficou muito boa a montagem dos posicionamentos dessa primeira transição, com todos levantando como coro, procurando um lugar no espaço na platéia pra fazer a cena de choro, depois das lamentações.

 Tem sido um trabalho árduo, essa questão da peça, a leitura. Mas depois que a professora Lara cortou parte da leitura que não iríamos usar, ficou mais fácil o entendimento.


Uma transição que achei bacana foi a no final, onde se forma duas fileiras e a figura de Tireses interpretada por um de nos, não sabemos qual ainda, passa andando sobre esse corredor dizendo algumas coisas, mas em seguida volta se caminho de volta para trás.

 Na primeira cena feita por Naiara, entra de olhos fechados, caminhando pelo corredor formado de pessoas com as mãos estendidas, mas a professora Lara pede que a cena seja feita com os olhos aberto. Achei que com os olhos fechados ficou melhor e mais emocionante. 
 Em seguida marcela fez a mesma cena, e a aula terminou, mas na próxima aula vamos terminar essa transição e dar continuidade a peça e desenvolvimento.

segunda-feira, 23 de março de 2015

voz ll 23/03/2015

Começamos a aula de voz hoje com um exercício trabalhando o diafragma, a respiração abdominal, sentamos sobre o chão e começamos a fazer o exercício passado pela professora Lara, no qual era de sentar no chão e fazer um som com a boca sem trabalhar a respiração pelo pulmão e sim pelo diafragma. Foi um pouco difícil de entender no primeiro momento, todos nos tivemos dificuldades, eu mesmo tenho uma certa dificuldade sobre esses trabalhos que exercem um pouco mais da respiração.
 Analisando vejo como é diferente, eu não sabia que o diafragma comportava oxigenio e que o trabalho da voz fica muito mais sustentado quando o ar sai do diafragma, pois ele tem mais sustentação, até mesmo quando a voz tem que sair de um tom mais aguda ou mais grave.
 fizemos um circulo e fizemos alguns exercícios, um que gosto muito é o de travas línguas, porque ele ajuda na linguagem e memorização. é uma atividade onde se pensa rápido, no soar de uma palavra, um grande exemplo é quando nós temos dificuldade pra pronunciar a frase, diminuímos a potencia de velocidade e ao pronunciar devagar conseguimos e depois aumentamos a velocidade.
 Trabalhando a voz com sons soados, nessa aula foi bastante produtivo e interessante, o ambiente ajudou também, pois tinha uma acústica que subia e conseguia expressar melhor a voz, trabalhando de grave a agudo.
 No tom agudo eu tive muita dificuldade, pois na hora parecia que minha voz sumia e parava, e quando não acontecia isso era toda fora do ritmo, uma coisa que a professora falou, que realmente também tive essa percepção é de que quando não soltamos o corpo e destravamos a garganta, a parte de trás do pescoço o som não flui, a voz não sobe, e parece que fica sujeiras na voz.
 E o ultimo exercício foi de pegar partituras de uma historia e ilustrar conforme a historia é falada. um exemplo de tomar um copo de água, fazer uma ilustração daquela cena. Hoje quem apresentou foi Yule, Iasmin e Lazaro,eles fizeram sua historia e ilustraram, achei legal esse exercício pois alem de trabalhar a imaginação e criação, trabalha a cenicidade.
 Minha historia foide um cara que estava muito cansado carregando um saco grande nas costa, e derrepente ele avista uma onça vindo em sua direção, assustado ele corre para um arvore sobe sobre essa arvore, a onça não conseguindo subri cansa de esperar e vai embora, apos passar muito tempo ele pula da arvore e caça seu rumo de casa. imagino bem ilustrativa, vou trabalhar e apresentar na próxima aula.

interpretação ll 19/03/2015

Nessa aula eu não pude vir, mas a aula aparentou sem legal, mais uma vez fazendo a construção da peça de Édipo rei, vendo nas postagens de alguns, foi trabalhoso e complicado, pois todos estavam passando o texto de todos os personagens. Gosto muito do trabalho de construção de cena. nos ajuda e orienta a como montar uma peça. é como se fosse um manual de passo a passo.

domingo, 22 de março de 2015

vozll 16/03/2015

A aula de voz dessa aula eu não pude estra presente, mas olhando relatos dos meus colegas, eles trabalharam sobre aparelhos respiratórios, e fonadores que potencializam a voz. muito importante saber sobre esses assuntos, que é fundamental para nossa carreira, academicamente e profissionalmente.

Voz II

Aula 09/02

Não pude estar nesta aula mais lendo relatos de amigos vi o que foi realizado em aula. Primeiro o aquecimento como de costume mais hoje aquecemos parte por parte do corpo, com atividade para alongar a coluna
Retornaram o exercício da aula anterior as pessoas que não haviam completado, terminado de criar a partitura para realizarem a apresentação da mesma.
Ao termina as apresentações das partituras fizemos um exercício de projeção de voz, onde dois alunos sentam na cadeira e começam a conversa e ao redor esquerdo, direito e ao meio da sala tem alguns grupinhos.
Quando alguém do grupo batia palmas, teríamos que projetar a voz da direção a qual a pessoa bateu a palma, aumentando a tonalidade,para melhor projeção da voz,achei interessante pois a voz é uns grandes instrumentos de trabalho do ator então temos que trabalhar e ter maior ze-lo.

Voz II

Aula dia 02/02/15

Primeira aula com a nova professora de voz, não pude estar presente mais lendo relatos de alguns amigos posso imaginar como tenha sido.
Como sempre iniciamos qualquer atividade realizando um bom aquecimento vocal, que são bons para o melhor desempenho da voz acorda a cordas vocais e aquecer e relaxar a voz.
Fizeram bocejos, espreguiçar, sugar, rir e chorar e por fim suspirar. Pelo que pude compreender eles fizeram uma ‘’ Ôla’’ de bocejos, e de acordo com o pedido da professora tudo era realizado em grande extensão.
Analisando os relatos da minha colega de turma Iasmin pude ver que ela ensinou 5 formas diferente de rir e chorar utilizando tonalidades.
Realizaram o exercício de sugar e suspirar, pois suspirar é uma forma de relaxamento, após todos esses exercícios eles andaram pelo espaço para reconhecer o local e escolheram 3 exercícios para montar a partitura