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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

ESPERANDO GODOT

A performance com o nome de esperando Godot, foi inspirada dentro da sala de aula em uma de nossas conversa onde surgem as idéias de performance, em meio a vários assuntos que estávamos tendo, foi surgindo pensamentos em que falava de comida, e fomos aprofundando  e falando sobre pratos diferentes, coisas estranhas de comer, que poderia ser diferente, quando a idéia começa a ficar concreta e foi formando a idéia de fazer uma performance em que tivesse uma pessoa sentado em uma mesa de restaurante esperando o garçom chegar e servi-la.
Rafaela foi a performer da vez, a idéia foi bem inusitada, e interessante, por se tratar de comida.
Anderson se propôs a oferecer o cardápio com a comida, e Ismael a seria o suposto garçom que iria servir a refeição, mas acabou não rolando em ter o garçom na performance.
A performance se chamou esperando Godot, pois se retratava de uma espera, em que Rafaela a performer da vez esperaria na mesa alguém se sentar ao seu lado para jantar em sua companhia, houve uma coerência da performance com o nome dado, pois esse esperar uma pessoa se sentar ao seu lado trás lembranças de esperar Godot, como na peça do teatro do absurdo.
A idéia da performance era ser realizada dentro do terminal de vila velha, mas infelizmente não deu, pois por ser um lugar privado fomos barrados pela segurança do terminal a não poder filmar La dentro, se não seria sujeito a eles tomarem a câmera sabendo dessa noticia, nos retiramos e fomos para a praça do centro de vila velha, que também era um local movimentado.
Paramos e montamos a performance de frente para uma escoal e como foi engraçado ver a s pessoas passando olhando para a mesa na calçada sem entender nada, passavam e ficavam olhando. Era visível um estranhamento nos olhares dessas pessoas, olhando bem, se eu não conhecesse o que é artes cênicas e sobre a performance, confesso que também ficaria bastante intrigado e curioso em saber sobre o que se trata aquele ato.
O mais engraçado foi ver pessoas que pararam pra comer, e que no final ela disse que parou porque estava com fome a a comida lhe parecia ser apetitosa. Acredito que foi um ato de coragem daquela mulher, em ter parado e comido junto a performer. Onde
 Então poderemos dizer que Godo chegou, e que ela não estava mais esperando Godo.
[...] A performance de rua pode assim ser entendida como arte revivificante que pode ser apreciada no seio da multidão e das comunidades onde são debatidas temáticas relacionadas com os movimentos populares de massas. O seu principal objectivo foi sempre desafiar o status quo (especialmente em contextos de grande instabilidade social), fosse através de estratégias de entretenimento, pela prática ritual, fosse como estratégia de escape em relação ao dia-a-dia ou como movimento de resistência social, resultante das necessidades específicas de determinados sectores da população [...]

                            COHEN CRUZ, Jan

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

COISAS ESTRANHAS À VENDA

                               

A performance foi um pouco inusitada, pois era com um aspecto de uma venda meio louca, pois era uma comercialização de vários objetos sem sentido, coisas intimas e outras bem nojentas.
Tudo começou dentro da sala de aula, com vários debates e conversas sobre como fazer a próxima performance, e idéias vai, idéias vem e foi surgindo a idéia de fazer sobre um comercio, e como a nossa turma é muito insana, foram falando que poderia ser de coisas sem sentido. Foi bem absurdo na hora que começaram a falar de levar papel higiênico sujo de bosta, fralda mijada, gorfo de neném, pelos pubianos, pedaços de unha, absorvente sujo de sangue. Só de falar foi aterrorizante, e engraçado, pois realmente não imaginaria que iria acontecer mesmo, que aquilo era verdade.
No dia da performance estava chovendo,mas mesmo assim a performance rolou, foi realizada na entrada da Universidade, na entrada de frente para o prédio rosa, pois lá no horário de 22:00 é mais movimentado.
Ana foi a performer da vez, montou a mesa com as variedades exposta sobre a mesa, com as coisas mais escrotas que eu já vi. Mas estavam tudo dentro de uns potinhos que pareciam bem comestível mesmo.
Havia horas em que ela começava a abordar as pessoas na porta da faculdade dizendo, “boa noite, vamos dar uma olhadinha nas iguarias”
Só de ela falar iguarias eu no meu canto morria de rir, pois soava como algo tão real, de uma vendedora de verdade, fiquei observando as pessoas passarem e olhar, algumas nem dava atenção de olhar e simplesmente viravam-se ou se direcionava para o lado oposto.
Algumas pessoas pararam e quando eles iam até a barraca e viam o que eram saiam rindo, engraçado que vi, foi em um momento que duas moças chegram e perguntaram o que era, e quando a Ana falou e mostrou o cardápio, elas saíram dizendo “que horror”.
É estranho ser abordado por uma pessoa que vende papel higiênico suco de bosta, e absorvente sujos de sangue de menstruação, ou até mesmo pedaços de unhas, que por incrível que pareça foi um produto vendido. Agora eu paro e penso em como ela conseguiu vender uma unha, não sei, mas talvez seja graça que a pessoa estava fazendo e querendo participar da performance, pois pra que serventia serviria aquela unha. Sei que não, mas vai que para ele teria alguma, como para nos teve em fazer a performance.
O estranhamento estava bem nítido nesta performance, pois era algo bem absurdo, que se casava com algo sem sentido, que fez muito sentido para nós que estávamos ali presenciando, em ver como o publico interage com atos assim.
É evidente o estranhamento causado pela performance, principalmente sob a perspectiva do senso comum. Há um desejo de ser compreendido?
Penso que o artista da performance necessita ter um certo desprendimento, para não criar expectativas de como as pessoas vão reagir. Se a performance enquanto linguagem procura uma desestabilização dos padrões ou dos locais, se ela brinca com isso e desestabiliza as relações e os procedimentos da arte, me parece que o artista deveria estar atento para não cair na armadilha de criar expectativas estabilizadas, como quem desestabiliza e se incomoda com a desestabilização que ocorre.
É muito comum as pessoas quererem entender a performance. Essa coisa da fruição da arte a partir de um entendimento racional.  As pessoas sempre fazem perguntas do tipo "O que é isso? Mas o que você está fazendo?"
Há uma certa agonia da nossa sociedade, de precisar entender, ou elaborar um entendimento para poder se situar e ficar confortável.

[...] Não se trata apenas de gerar uma situação, mas de fazer com que cada um viva novas sensações-cinema, como se mesmo dentro de um grupo cada participador pudesse escolher seu filme. Neste sentido, se desconstrói a idéia de um público uno e silencioso diante de narrativas que lhe são estranhas e cria-se um cosmos de sensações produzidas primeiro pelo e no corpo de cada integrante das experiências que se desenvolvem [...] (Maciel, 2007,p.172).


MNEMÓSINE

   


A performance que fizemos dentro da universidade vila velha teve nome de memories pois foi em algo que remetesse a trazer uma memória de nossas infâncias, ou algo que trazia nossa passado para nos presente.
Através de uma conversa que tivemos dentro da sala de aula que foi surgindo a idéia da performance, o curioso é que sempre que vamos fazer algum trabalho performativo, é em algo que remete uma vivencia em que desperta uma curiosidade nas pessoas. Curiosidade essa de olhar e às vezes não entender.
Achei a performance bem interessante, pois não agredia aos que viam, era uma performance delicada que trazia algo de bom no seu bojo com ato performático. A idéia foi de trazer objetos que remetia nossa memória de uma forma que nos marcou quando criança ou mesmo adulto, mas que i idéia seria de algo do passado. Varias pessoas trouxeram bastante coisas,uns trouxeram bonecos, brinquedos, revistinhas objetos de valores sentimentais que trazem a tona toda a memória.

"É preciso começar a perder a memória, ainda que se trate de fragmentos desta, para perceber que é esta memória que faz toda a nossa vida. Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidade de exprimir-se não seria uma inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, não somos nada”  BUÑUEL, Luis

Na citação a cima o autor fala sobre a memória, que sem ela não somos nada, e realmente tem muita coerência, assim como no texto citado ele diz que a memória é nossa coerência, pois sem ela, seriamos incoerentes, não teríamos consciência do que fazemos. Nos trás vários fragmentos de diversos momentos, é como uma maquina que processa tudo quando pedimos algo fantástico. Ao parar pra analisar de onde gera tudo esse sentimento, as ações, as razoes que faz acontecer.
Na performance, eu trouxe alguns de meus desenhos, que tenho guardado, que me trás muitas lembranças, de minha infância, que as vezes fala algumas coisas que só eu sei. Alguns com umas datas de 2006, 2005, 2007, um pouco antigos, me lembram de quando eu ficava horas concentrado na mesa ou em cima da cama desenhando e imaginando histórias, brincando com os desenhos. Às vezes me sentia um pouco solitário, ali naquele canto fazendo o que eu gostava de fazer.
Mas o que mais me trás a memória sobre esses momentos em que fazia os desenhos são os momentos da minha infância, ah esses que não voltam mais, e só o que me restam são as lembranças e as fotos. Voltando a mencionar sobre a citação a cima, em que o autor diz que sem a memória não existiria a vida, pois a memória passada são essas lembranças que guardamos e que as vezes dizemos só o que acontecia de bom, pois as coisas ruins ficam guardadas em lugares que só a gente conhece.

A memória é essa claridade fictícia das sobreposições que se anulam. O significado é essa espécie de mapa das interpretações que se cruzam como cicatrizes de sucessivas pancadas. Os nossos sentimentos. A intensidade do sentir é intolerável. Do sentir ao sentido do sentido ao significado: o que resta é impacto que substitui impacto - eis a invenção. HATHERLY, Ana. 

Na performance pude perceber esse sentido e o sentir das pessoas que ali estavam performando também, umas das que pude notar e sentir de dor, Fo a Rafaela, a performance dela foi trazer tudo que trazia o passado dela em exposição, trouxe varias coisas como , sapatilha de balé, e um objeto que mais fez sentir o sentimento de dor nela foi a farda de seu pai. E associando e fazendo uma relação com o que a autora acima citada diz que são fatos e interpretações que se cruzam com cicatrizes de sucessivas pancadas. Que faz gerar a dor da lembrança.
Outra coisa que pontuo foi de ver situações em que a performance fugia de ser uma performance,de algo que flui com natureza, uma crítica que faço é sobre a performance do Vinicius, foi muito interessante, em ter trago coisas e objetos que marcava a sua infância, a sua vida quando vivida em outro país, porem houve um momento em que ele se concentrou pra chorar, e aquele momento trouxe algo muito interpretado, pelo menos pra quem via, talvez fotograficamente não teve a informação que foi gerada, mas foi interessante. Outra performance que achei linda de ver foi a da Iasmin de colocar varias revistinhas em quadrinhos espalhadas sobre um tecido no chão em que ele ia contando as historias pra quem queria ouvir e se sentava ao seu lado, e o mais interessante é que tinha revistinha de quadrinhos lá com a data de 1995, achei fantástico e genial, pois alem de trazer aquela memória, eram mostradas, onde quem ver se sente até emocionado com aquela data.

A idéia da performance foi muito rica e conseguiu atingir seus objetivos como performance, ao menos pra mim, que pude perceber a importância de cada objeto ali mostrado.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Aula de teledramaturgia do dia 02/06/2015 por jeferson

A aula de hoje foi com base em selecionar as cenas para a amostra que vai ter na abertura de processo, onde estávamos vendo a cena em que eu e marcela fizemos no consultório medico.


Na aula foi falado que sempre há uma dinâmica de jogo para uma atuação, e realmente ah, pois é como na hora quem que precisamos desviar o foco, existe uma dinâmica de jogo, é uma regra em deveria ser seguida, mas engraçado é que essa regra entra no nosso consciente sem percebermos e quando vamos ver já foi, é algo que remete ao nosso cotidiano.


 N minha cena com marcela a professora Rejane estava falando algo muito interessante em que chamou bastante a atenção, de que é como se eu estivesse potencializado  a cena anterior que fiz com Naiara no apartamento.
 
" Os atores transmitem com toda veracidade os sucessos acrescidos na obra em virtude de uma suposição que para eles se convertem em uma realidade inegável".


Stanislaviski entendia se do método "se" oque funcionou comigo, é como se eu imaginasse que seria aquela pessoa, e como se tivesse algo que me desse um impulso, mas antes para penso e começo a falar no meu interior objetos no ambiente, é meu ponto de partida, até mesmo para um respirar fundo e começar.

Aula do dia 26/05/2015 por jeferson

A aula de teledramaturgia hoje foi com base em nos alunos levar algumas cenas.
Onde nessas cenas podemos ver e até nos inspirar nessa objeção de fala interna, visualidade por imagens que é muito importante na vida do ator, pois vejo que realmente precisa de impulso pro ator se emocionar ou se estourar, ficar com raiva, pois entra o papel do seu subconsciente.

Onde nos posicionamos e nos entregamos a esse algo que em nosso interior que se aflorar, quando trabalhamos.
Uma colega de classe, levou um filme em que em algumas cenas era visivelmente que a atriz estava utilizando a visualização por imagem, pois ela consegui chorar na cena com uma emoção tão grande que consegue tocar as outras pessoas.

"O ator aceita os problemas da personagem como se fossem dele próprio e então, para solucioná-los age como tal".

acontece que na fala interna é como se estivéssemos vivenciando aquilo, ou algo que nos remete a lembrar de algo que trás o passado em nossa mente. Falar sobre oque seria a fala interna, ou o que pensar na hora, ninguém saberia falar, pois é algo no nosso subconsciente e fica dentro do interior do ator.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

AULA DO DIA 20/05/2015 por jeferson

A aula de hoje foi combinado com a professora Rejane de cada um levar cenas de filmes, onde varia pontos, mas além disso a aula foi de alguns sermões. Algumas coisas que Rejane falou tem todo o  sentido, onde não estamos nos empenhando bem. estamos desleixados, essa percepção vem vindo de vários dias, não que eu esteja jugando as pessoas e a mim, mas é a realidade.

Com relação a aula em trazer as cenas de filme ficou combinado de dois alunos Raquel levou uma cena de um filem francês em que no filme continha um personagem que Raquel diz ter usado a imobilidade.

o menino do filme realmente ele usava bastante uma imobilidade da face, olhando para ele, parecia ele não estar ali naquele momento, é como se ele estivesse pairando pela cena, ou mesmo estivesse com uma tranquilidade imensa. Em que é muito interessante, ver essa forma de técnica em que os atores usam, ao nossos olhos que em algumas das vezes não conhecemos, é um trabalho fantástico.

A professora Rejane falou um pouco sobre essa técnica que na verdade não era a técnica de imobilidade e sim um técnica bressoniana, em que a pessoa tem que não pensar em nada, onde não pode haver fala interna e nem visualidade interna, mas fica uma duvida de minha parte, não sei se é uma forma de pensar que tenho, mas vejo isso como uma outra vertente, pois em algumas situações, não é tão provável que tenha uma mente tão vazia assim, pois sempre estamos pensando em alguma coisa, mesmo que essa coisa seja uma palavra de concentração.
Goethe diz que: "quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora".

Essas palavras é de certo modo algo que entra em acordo com esse algo ou coisa que pensamos ou imaginamos no nosso interior, que faz aflorar para fora, tornando mais vivido.
O interior comove o exterior, com suas acoes de pensar, em que algumas das vezes entra com uma contenção.

Aula de topicos 13/05/2015 por jeferson

Hoje a aula de tópicos foi bem interessante em ver meus colegas gravando, foi o dia em que Ismael, lazaro estavam gravando no porão, de inicio a cena foi passando um certo tipo de verdade, o local onde eles escolheram foi bem bacana e realista.

 Passando como se fosse um sequestro de verdade, mas no momento em que foi passando a cena, fui acompanhando de perto, mas em algumas ocasiões eles iam teatralizando a fala, talvez isso vem acontecendo com todos de nós, por que com uma vivencia maior de teatro, pois iniciamos o curso criando bases em teatro.
Mas estamos indo muito bem, com um crescimento na atuação, quando olho nossos vídeos, fico imaginando aquilo em outro lugar. tenho um pensamento meio disperso as vezes e começo a imaginar algumas coisas sem sentido.

Nesse dia oque achei uma das coisas mais interessante, foi que o ambiente era propricio para a cena, existia cordas, era escuro, e senti que os personagens fazia com que aquilo fosse realidade.
Mas uma critica de minha parte, foi ver que os meninos, estavam teatralizando, sei que isso é uma fase que cresce através deles, e tenho visto um grande progresso também.
Não conseguia ver algo no interior deles, como se estivessem pensando ou falando algo ao seus interiores, pelo contrario, via sossego.

 Stanislaviski tinha um método de ser o "Fora para dentro" em que vejo que é oque estamos usando e outras varias pessoas usam, não sei se poderia ser considerando como uma técnica, comparando com o "magico se" mas o fora para dentro seria o mesmo que olhar esse personagem, como seria ele, a sua vivencia, o que ele passa no dia-dia e com uma visão externa, colocar para dentro toda essa vivencia, e pensar como se fosse você, esse personagem.
onde entraria o magico se, se posicionando como uma realidade

 "Tirar os atores do terrível estilo rotineiro em que a maioria se acomodava recitando mecanicamente seus versos", Goethe.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Aula de teledramaturgia 12/05/2014 por Jeferson

Na aula de teledramaturgia de hoje, eu e marcela passamos nossa gravação, ficamos um pouco nervosos, pois foi gravado na sala de aula com todos olhando, foi um desafio bem grande por conta disso, mas temos que nos superar disso.

No inicio foi mais travado os movimentos, pois me senti um pouco coagido com as pessoas ao redor, mais fui imaginando em interpretar esse personagem, meu personagem foi de uma pessoa que estava transtornada por ter passado por um golpe em que sua própria parceira de crime o faz.
No inicio interpretar esse personagem foi um pouco difícil, pois, sou uma pessoa calma e estava pensando como eu ainda, mas logo em seguida pensei rápido que esse personagem precisaria de um corpo como emprestado talvez, mas com meu apoio se houvesse alguma falha para corrigir esse erro e adaptar.

Fui pensando dessa forma, até que teve um momento que a cena passou tão rápido e eu não vi quem estava dos lados e nem quem eu era na cena, dei espaço apenas para aquele personagem. É estanho pensar que nesse momento nós ficamos perplexos, pois dá uma sensação que só voltamos em si quando a cena acaba, acho muito estranho esse comportamento, não sei se isso acontece só comigo, onde crio vários personagens para aquele personagem antes da cena, de como poderia ser os fatos que ele vivera.

Schepkin o grande ator Russo dizia" recorda que em cena não existe o silencio absoluto, salvos em casos excepcionais, quando a própria obra exige, quando te falam escutas, mas não calas. A cada palavra que escutas hás de responder com um olhar, com cada expressão no rosto, com todo o seu ser".

A cena foi gravada com essa linha de pensamento, mas estou percebendo que cada vez mais venho trazendo um desempenho da atuação, não cada dia vamos nos aprimoramos mais  e como diz Stanislavisk  que "A visualização conserva o papel eternamente vivo".
E realmente esse trabalhar a visualidade, com imagens em nossa cabeça nos torna mais sensível ao personagem.

domingo, 17 de maio de 2015

Aula de tópicos 06/05/2015

Na aula de tópicos hoje foi gravada a cena de Sarah e Naiara e Yule e Rafa, a primeira a gravar foi a de Sarah de Naiara, que foi gravada na rua, quase de frente com a uvv.

A cena pelo que eu entendi, era duas moças que eram evangélicas, porem elas faziam programa durante a noite, e em uma dessas desavenças que a vida nos dá como brinde, foi onde acorre o impacto das duas se encontrar, fazendo programa em uma avenida super movimentada, no ato em que as duas se encontram eu não sei explicar, e não conseguir identificar a visualidade de pensamento que ambas usavam pra fazer a cena, mas mostrou uma clareza no momento em que as duas param e se olham. É como se fosse algo que paralisavam elas, não sei como foi a ideia, se foi por fala interna, ou visualidade do pensamento.

Mas gerou um certo tipo de curiosidade de olhares, oque se passava por trás.
HAGEN diz que nenhum diretor pode ajuda-lo em suas substituições, pois ele não foi parte da sua experiencia de vida, é um trabalho totalmente pessoal.

 E esse trabalho de colocar essa memoria de alguma coisa que te faz refletir que gera uma espontaneidade para certo tipo de cena, que trás a realidade com mais clareza, é oque torna esse sentir agora em muita das vezes, começamos a pensar em algo que nos trás tristeza quando se trata de uma cena que requer algo triste, ou quando é algo feliz, a visualidade interna é algo que nos remete a pensar com alegria, algo que nos fez ou deixou feliz.

 Mas fazer esses sentimento de pensamento entrar e fazer parte de uma cena, é algo muito difícil, pois ao mesmo tempo são três elementos, um seria eu, outro seria o personagem e outro esse pensamento que entra e invade a mente, para fazer a cena ficar mais real, com aspectos naturalista, não é tao fácil, mas também dependendo da nossa concentração conseguimos.

Aula de teledramaturgia 05/05/2015

Hoje a aula de teledramaturgia foi grava a cena de Vinicius e Julia na capela, pelo que eu entendi, a cena era composta por um padre e uma mulher que tentara seduzir o padre, porem ele era um padre picareta que se deixava levar por aquilo, ou até mesmo usava aquele momento de ousadia dela pra libertar esse caráter dele, enfim.

A cena a professora Rejane ia filmando bem de perto, e por muitas vezes se repetia mesma cena. não pude acompanhar de perto, pois havia algumas cenas que eram gravadas lá dentro perto do banheiro, e também não escutei muito, por estar sendo gravada na capela e a voz sumindo no espaço, não sei bem se rolou um naturalismo na cena ou então o trabalho de transferir essa troca de personagens.

Nessa matéria de teledramaturgia temos estudando a respeito da fala interna, com mais foco que antes, pois estamos tendo base em varios texto fortes com esse trabalho de fala interna e visualidade interna, um deles é HAGEN.

Em seu texto HAGEN diz: procurei substituições para acreditar no agora, para sentir o agora, e fiz ambas as coisas para encontrar uma situação espontânea para o agora. 
É de se imaginar essa fala em uma atuação, essa substituição para acreditar no agora, que torna isso vivido em nossa mente, no momento em que estamos a fazer a cena, pois oque torna esse acreditar mais real é esse apoio interno que temos, é como se fosse um comando, que temos que pensar rapido as vezes, pois um descuido as vezes some o texto, mas ao mesmo tempo esse tempo exposto ao silencio de uma visualidade interna, para uma fala interna, retrata de algo que fica em nosso subconsciente, que gera uma intriga, uma curiosidade.
E esse acreditar conseguimos sentir no agora com uma leve espontaneidade, que em muitas das vezes é difícil encontrar essa situação para agora.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Aula do dia 28/04/2015 por jeferson


A aula hoje foi em sala de aula sentados e criando roteiro, meu grupo era formado por marcela e Ana Paula, porem ela foi ganhar bebe e ficou por marcela e eu.


Não sabia oque pensar, pois na primeira cena que criamos foi em um consultório e aproveitando a gravidez de Ana, para mostrar uma realidade talvez do que vem acontecendo, mas a professora Rejane pediu que fosse uma continuidade da cena, pensamos por alguns minutos e nada de ideia em mente do que fazer em cena.


De repente começamos a juntar uma coisa com a outra e fomos criando uma cena, pois na cena anterior falava-se de um golpe, não um golpe mas sim um trafico e que ganharíamos muito dinheiro com isso, foi que tivemos a ideia de escrever a cena no período em que recebemos o dinheiro mas que marcela tentaria dar um golpe em Jeferson, passando a perna.Ideia pronta passada pro papel, mas ai vem a dificuldade de imaginar como ator e como atuar, essa cena, e foi quando Rejane falou que na cena tem que ter uma contenção dos atores, conforme vimos como exemplo no filme "Um lobo atrás da porta".


Foi ai que entro a dificuldade de minha parte, pois não conseguiria pensar em conter na cena, começamos a assistir o filme novamente, para ver como era essa contenção, e olhando parece ser bem difícil de fazer pois exige do ator uma concentração muito grande, e até mesmo um trabalho de fala interna potente, ou talvez não fala interna, mas sim visualidade interna, tenho um pouco de dificuldade em fazer fala interna, consigo surgir mais pra visualidade interna, não sei, mas na hora esqueço é de tudo e minha mente fica vazia por alguns segundos.


KNEBEL dizia que competia dizer umas palavras sobre a visualização, um elemento muito importante do sistema de Stanislavsk que pensara que a presença da visualidade conservava o papel eternamente vivo.

E essas palavras finalizo com uma reflexão sobre o pensar de Stanislavik, onde com esse pouco tempo de experiência e não tão evoluído, com algumas melhoras de percepção, vejo claramente que essa visualidade da imagem, nos ajuda a remeter algo mais fácil, de um pensar em desenvolvimento mas claro, pois com esse apoio, pensamos no que tem a ver um pouco com a situação da cena, um exemplo, é uma cena de tristeza, trazemos uma imagem de algo que nos remete a nos sensibilizar, por aquele momento, esquecer de algo superficial e mergulhar nesse pensamento forte de uma imagem interna, que apenas nos sabemos ver e explicar, onde talvez ficaria até uma incógnita, do
que poderia ser esse apoio. 

domingo, 19 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 16/04/2015

A aula de interpretação de hoje, começamos com uma aula teórica de revisão de prova, estudando sobre os textos, que fala sobre a teoria de toda as nossas vivencias praticas.

Apos o intervalo descemos para o anfiteatro onde começamos com nossos ensaios, no anfiteatro foi diferente a aula, por que nas aulas passadas estávamos fazendo a aula na sala de aula comum, e no anfiteatro trás uma sensação diferente, parece que trás mais emoção, não sei talvez isso seja coisa da minha cabeça.

Quando começamos a nossa entrada que tínhamos feito era de entrar fazendo barulhos, mas não estamos andando sobre o espaço, e nessa aula a professora propôs de andarmos sobre todo o espaço, e fazendo barulhos diferentes, algumas atividades trouxemos da aula de voz, alguns sons diferentes, e barulhos.

Eu fiz alguns sons que apropriei da aula de voz, com rizadas, choros e batendo nas paredes de madeira, achei que ficou legal, e estamos desenvolvendo bem as cenas da peça, uma coisa que acho que deveria não estar do jeito que ta, é a questão das falas, ainda não tenho fala, mas o pessoal esta se perdendo muito nas falas, sem decorar, e com o texto na mão, acaba perdendo o foco do que iria falar, no momento que para pra ler oque esta escrito.
 mas fora isso, esta ficando bem legal.

sábado, 18 de abril de 2015

Aula de interpretação ll 09/04/2015

A aula de interpretação de hoje começou com um circulo com alongando, um alongamento que estamos fazendo que estou achando super interessante, é o de ir caindo as laterais até o corpo todo e ficar em posição de mesa.

Hoje a aula foi construtiva em cima da peça que iremos fazer de édipo, onde foi em cima do texto e vamos montado a cena cada dia mais, olhando assim já estamos um pouco perto, pois faltam apenas dois meses para a estreia e apresentação da peça.

As entradas tenho achado muito legal, pois tem marcado bastante a presença, e vem chamando a atenção. A criação de duas pessoas falando ao mesmo tempo achei muito legal, o som soa nítido e ao mesmo tempo com uma curiosidade de talvez querer entender de onde sai o som com mais volume, mas não dá.

Hoje também construirmos a entrada de Tireses, quando todos nos colocamos como um corredor com as mãos estendida, onde a Julia que faz o papel de Tirese vem passando com sua fala, e repentemente a professora Lara teve a ideia de eu e mais um fazer como se fosse um apoio para a Julia subir e ficar em cima, como se fosse um pedestal, testamos de um lado, de outro e não estava dando certo no inicio, depois veio a luz de nos ajoelhar e Julia subisse em nossas pernas com a outra apoiada no chão.

Funcionou e ficou muito interessante de ver, e conforme as outras pessoas ia construindo e foi criando formas, não pude ver mas imaginando como estava, deve ter ficado muito legal, e encerramos por ai, e na segunda aula tivemos revisão de prova no segundo horário, onde estamos toda a teoria do que estamos vivenciando na pratica.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

voz ll 06/04/2015 por jeferson

Na aula de hoje como esta sendo na capela estou começando a me acostumar com a acústica, e onde a professora Lara falou que as aulas ali esta sendo bom pra nós, porque estamos tendo contato com um ambiente com uma acústica diferente.

E realmente sim, sempre começamos a aula com nossos alongamentos que é o inicio que devemos ter para nosso corpo suportar, e não só o corpo, a voz.

 Sempre fazemos travas línguas pois sempre acho que ajuda na nossa dicção e até mesmo na memorização, e principalmente aqueles que tem uma concentração maior nos R, e acho esse trabalho muito interessante, pra nosso aprendizado e trabalho com a voz.

 Na aula dividimos em duplas e tínhamos que criar uma cena de uma musica que a professora Lara pediu que trouxéssemos na aula passada para trabalhar ela na aula de hoje,  minha dupla foi Marcela  e nos trouxemos duas musicas, trabalhamos ela e quando fomos apresentar, não sei oque acontece mas eu não me sinto tão seguro no palco assim, sinto um pouco de desconforto, não sei se essa seria a palavra correta de estar dizendo mas poderia ser.

Fizemos uma partitura com uma dança e entre a a cena a letra da musica não era cantada e sim falada, mas entre alguns segundo teria que existir um trecho cantado e outro com uma fala de grito. todo o enredo foi legal, mas eu não consegui desenvolver na hora essa cena com a Marcela, como disse, parece que me trava alguma coisa, ou talvez isso seja coisa da minha cabeça.

 Depois que terminamos a professora Lara pediu que fizéssemos tudo de novo e ela foi nos guiando e dizendo que poderia mudar, no final fui achando que estava ficando legal, esse trabalho que ela faz de construir é muito legal.

voz ll aula do dia 30/03/2015 por jeferson

Na aula de voz hoje começamos com um alongamento, as aulas agoira estão sendo na capela, e estou tendo um pouco de estranhamento por conta do soar da voz que sai diferente por conta do teto ser alto e parece que a voz some, não sei dizer como seria , essa acústica que temos.
 Mas de outras formas a aula tem sido muito legal, inclusive porque agora as aulas esta tendo mais uma dinâmica de atuação dentro dos exercícios.

 Sempre estamos trabalhando bastante o diafragma, e tem sido interessante, pois vamos tendo noção de como a respiração é fundamental para o trabalho do ator, no que diz respeito de trabalho corporal e concentração. Mas tem muitos outras coisas que conforme vamos desenvolvendo esse trabalho vai ficando mais claro e esclarecendo algumas coisas.

Nessa aula a professora nos propôs a fazer uma aula diferente, achei muito bacana, pois além de todo o trabalho de base que devemos ter para atuação, não ficou apenas nos exercícios, fizemos atividades de atuação em cima de um tema que escolhíamos, com base na aula passada onde fiz minha cena e partitura, nessa aula eu apresente, onde minha cena foi contando a historia de um menino que carregava um saco muito pesado nas costa.

Fiz a minha cena e conforme ia fazendo a professora Lara ia, falando os pontos onde eu devia ir melhorando, e foi muito bacana, pois com certeza com uma visão de fora de uma outra pessoa que vai vendo onde devemos aprimorar, e ainda mais a visão da professora, que vai passando muitas coisas bacana e que cada dia temos aprendido muitas atividades legais e vamos aprimorando nossa atuação.

 E tenho aprendido muitas coisas e atividades legais que tem vindo como uma base no meu aprendizado, apesar de ter algumas dificuldades com algumas atividades praticas, tenho aprendido muito e onde estou passando esse conhecimento para os alunos da escola onde tenho estagiado.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Topicos 07/04/2015 por jeferson

NA aula de hoje tivemos uma revisao de prova, e debatemos um pouco sobre oque temos estudado durante o bimestre e semestre com base nos textos de knebel que vem pontuando muitos pontos de vista que vamos tendo a cada olhada que percebemos uma atuacao de alguns atores nas atuacoes de filmes que vamos tendo.

  Muitos pontos de vista de detalhamentos, e a professora rejane falou sobre alguns filmes e um dos que ela falou foi o lobo atras da porta, que foi um filme muito interessante quando assisti. Me lembro que assistir ele em 2013.

 Trazendo ele com um olhar nos dias de hoje acho que ficaria no cinema bem mais atento aos detalhes, mesmo assim consigo ter lembranças de alguns detalhes lembro que a Leandra leal onde ela tem uma tensao muitongrande ao falar, e age com um naturalismo muito bom, mas nao sei se foi so eu mas nas falas dela ela parece tremer um pouco a voz, nao sei se ė da personagem ou pessoal dela mesmo. Mas a atuação dela ė boa. A atividade pode se transformsr em ação física. Por exemplo, se voces me colocarem uma pergunta muito embaracosa, que ė quase sempre a regra, eu tenho que ganhar tempo. Começo entao a preparar meu cachimbo de maneira muito solida. Nesse momento vira açao fisica, porque isso me serve nesse momento.estou realmente muito ocupado em preparar o cachimbo acender o fogo. Assim depois posso responder a pergunta.  GROTOWSKI.

E assim vamos aprendendo com isso, com essa metafora de fala interna e divisao de foco, agora entendo que esse exemplo pode ser demonstrado em varios sentidos, como divisao de foco e para fala interna.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Aula de topico 01/04/2015 por jeferson

Na aula de hoje tiramos o dia para ver as cenas gravadas, e com isso vamos vendo oque vai melhorando e aprimorando as cenas.
na minha cena mesmo vejo os pontos onde eu posso ir melhorando. 

  Vi um grande progresso de minha cena, depois que paramos pra analisar, vamos olhando com um olhar mais critico das coisas e reparando os defeitos e qualidades.
 STANISLAVSKI diz que o subtexto é uma teia de incontáveis, variados padrões interiores, com toda sorte de imaginações, movimentos interiores, objeto de atenção.

 Temos esses padrões interiores, usamos essa imaginação utilizando a fala interna, essa escuta que deixa com que nosso pensamento fica em outro lugar, pensativos as vezes. Os movimentos interiores também é muito utilizado entre nos, eu mesmo utilizo muito, que seria a imagem interna, uma vez fui fazer uma cena e a imagem que vinha na minha cabeça foi de uma aula que eu tive de dança, na sala de dança, foi uma lembrança que veio em minha cabeça e coloquei em cena.

 Nessa ultima cena eu utilizei o objeto de atenção que foi se transformado em imaginação interna  ate se transformar em fala interna. 
 Não sei se poderia dizer isso mas penso que poderia ser uma transgressão, um desenvolvimento em que esses padrões vão se transformando em variações, de objeto de atenção passa pra imaginação que passa pra movimentos interiores e que se transforma em fala interna. poderia ser uma vertente, mas talvez isso só acontece comigo, mas vejo essa evolução de fases.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

teledramaturgia 31/03/2015 por jeferson

Na aula de hoje foi dia de atuação, onde eu Ana paula e marcela fizemos nossa cena.
 Foi uma cena criada aproveitando também a realidade de vida em que a Ana se encontra gravida, e aproveitamos isso como objeto de cena, chamando a atenção para o realismo.
 Elaboramos a cena como um consultório médico em que eu e marcela eramos medico e Ana a paciente. E nos tínhamos planejamento em cima da gravidez de Ana com intuito de ganhar muito dinheiro em cima desse nascimento com um roubo do bebe.
 Minha fala interna era sempre pensando em dinheiro, em viagens, no que me deixava mais com aquela intenção de pensamento forte, mas não sei oque acontece na maioria das vezes comigo e que deixo de pensar, aparace que a tela da câmera me deixa aflito e paro simplesmente de pensar no que estava pensando e começo a viajar, ja aconteceu comigo até mesmo de esquecer oque eu ia falar, não sei se é falta de pratica, ou se acontece por outra causa. 
 Mas teve uma coisa que funcionou, não sei como diria o nome, mas não foi fala interna e sim objeto externo. Foi no momento em que eu estava conversando com a Marcela e meu pensamento some, dai eu comecei a olhar para a borda do computador e comecei a pensar em borda do computador.
 Achei que funcionou, tive a impressão de que quando olhei, lembrando da minha fala, sabendo o contexto da minha cena que levaria uma malicia comecei a pensar borda do computador com malicia, com olhar de maldade interna.
 Achei fácil, mas tenho o problema de achar que não atuo bem, e fico com vergonha, mas na verdade me olhando em cena não atuo bem. 
 Acho que deveria parar de pensar nisso e deixar que o meu personagem toma conta do meu corpo, como se fosse um empréstimo e voltar a pensar em coisas do meu cotidiano quando o personagem terminar.
 STANISLAVSKI diz que metade da alma do ator é absorvida por seu superobjetivo, pela linha direta de ação. Por suas imagens e estado criativo interior.
 Que é oque estamos aprendendo, temos que nos entregar e deixar que a ação tomada pelo personagem faça com que nosso estado criativo e de imagem interior e fala interna venha aflorar em nossa mente, não sei se poderia falar assim, mas penso que seria uma divisão de foco interior, porque ao mesmo tempo que trabalhamos a exterioridade do ator com a interioridade do pensamento e fala interna e imagens. 
 Uma divisão de foco quase não perspectivo, mas que com um olhar aprofundado se percebe isso. 
 As aulas de atuação tem sido muito bacana com esse trabalho de desenrolar, desenvolver essa linguagem interna.

segunda-feira, 30 de março de 2015

teledramaturgia 25/03/2015

A aula passamos fazendo a gravação de cena que dois grupos apresentaram, uma delas foi feita em um bar próximo da faculdade e na casa de Iasmin.

 A cena do bar eu vi e foi muito bacana, pois o cenário ajudou bastante, pois era uma realidade, e os clientes do bar também ajudou fazendo figuração sem querer estar lá. 
 Pois foi a cena que mais pareceu realidade, não pelo fato da atuação ser a melhor, não sei dizer isso, mas sim pelo fato de ser em um local aberto e bastante movimentado a té o ponto de ter figuração.

 Feita  a cena fomos para casa de Iasmin onde Yule, raquel Anderson e outros gravaram, esse eu não consegui ver porque fiquei no quarto, mas provavelmente foi muito boa.

 Tenho gostado bastante dessas aulas de atuação pra cinema. É bem realista, e faz que a cena fica leve, trazendo o naturalismo. 

Eu marcela e Ana paula vamos gravar na próxima aula, onde nossa cena é em um hospital e somos médicos que estamos tramando de traficar o bebe da Ana paula.

 Acho que vai ficar muito boa a cena, não sei dizer, só na hora pra ver.


"O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas injustiças dos egoístas e pela tirania dos homens maus. Abençoado é aquele que, em nome da caridade e da boa-vontade pastoreia os fracos pelo vale da escuridão, pois ele é verdadeiramente o protetor de seu irmão e aquele que encontra as crianças perdidas. E Eu atacarei, com grande vingança e raiva furiosa aqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá: chamo-me o Senhor quando minha vingança cair sobre você. FICTION, Pulp."

interpretação ll 26/03/2015

Aula do dia 26/03/2015

Hoje a aula de interpretação começou comum alongamento diferente, achei muito interessante, pois trabalhou o corpo caindo em varias posições. 
 Caindo o pescoço, ombro, braço e dois braços e fazendo posição de mesa. Muito bom pra trabalhar a coordenação motora do corpo.

  E em seguida fizemos a leitura do texto de Édipo, a peça que vamos apresentar.
 O texto é bem complicado, mas nas aulas passadas temos vindo cortando algumas coisas, onde agora esta ficando mais fácil até mesmo pra pronunciar as falas que não é fácil, onde todos nós estamos tendo dificuldades. 

 Conseguimos montar a primeira cena em cada um com a sua fala, nessa primeira transição não fiquei com nenhuma fala, apenas junto com o coro.
 Ficou muito boa a montagem dos posicionamentos dessa primeira transição, com todos levantando como coro, procurando um lugar no espaço na platéia pra fazer a cena de choro, depois das lamentações.

 Tem sido um trabalho árduo, essa questão da peça, a leitura. Mas depois que a professora Lara cortou parte da leitura que não iríamos usar, ficou mais fácil o entendimento.


Uma transição que achei bacana foi a no final, onde se forma duas fileiras e a figura de Tireses interpretada por um de nos, não sabemos qual ainda, passa andando sobre esse corredor dizendo algumas coisas, mas em seguida volta se caminho de volta para trás.

 Na primeira cena feita por Naiara, entra de olhos fechados, caminhando pelo corredor formado de pessoas com as mãos estendidas, mas a professora Lara pede que a cena seja feita com os olhos aberto. Achei que com os olhos fechados ficou melhor e mais emocionante. 
 Em seguida marcela fez a mesma cena, e a aula terminou, mas na próxima aula vamos terminar essa transição e dar continuidade a peça e desenvolvimento.