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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Aula de Teledramaturgia 29/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Aula de hoje seria destinada para gravar algumas cenas porém nem todo mundo conseguiu mandar o roteiro para Rejane , Então ela liberou a aula para que pudéssemos fazer memorização por escrito, ou seja, escrevemos a nossa fala sem olhar irmos corrigindo comparando até escrevemos a falar sem precisar do roteiro. Outra coisa que foi aproveitável na aula foi O método de psicografar, Ou seja você fechar os olhos e rabiscando como se fala estivesse saindo do seu cérebro indo para sua mão, quase como se ela estivesse pulsando dentro de você sem você precisar dizer, Em outras palavras a falar ao invés de ser dita pela sua boca, é dita por suas mãos. Nosso roteiro ficou bem interessante: 
O SEQUESTRO roteiro conjunto
PERSONAGENS: Anderson – AnaCarolina – Iasmin – Ismael – Lázaro e Raquel
CENA 01

(Iasmin liga para Anderson falando sobre o valor do resgate de Lázaro)
ANDERSON: Alô?
IASMIN: Alô? Com quem eu falo? Ah Anderson! Pai do Lazaro né? Então cara, cê deu falta do teu filho? Interessante... Por que eu to olhando pra ele nesse exato momento! É o seguinte amiguinho, eu to com o seu filho aqui... Nós temos uma arma, fósforo, álcool, uma faca, como você prefere que ele morra?... Mas, a morte dele pode ser evitada, desde que você obedeça direitinho o que “tamo” pedindo! Quanto cê acha que vale a vida do teu caçula?...100 mil, 200.... Que tal? Fechamos em 400 mil e não se fala mais nisso! Você tem, tem 2 horas... Começado a partir de "tic-tac-tic-tac"... Agora...
CENA 02
(Ao chegar ao local onde Lázaro se encontra –tudo escuro– liga a lanterna em direção ao seu rosto)
ISMAEL: E ai, "primo"? Pode ficar tranquilo que eu paguei a conta do bar.. Mas eu vou ter que te cobrar, porque eu to um pouco sem grana.. Na verdade eu sempre fui sem grana..
LAZARO: Onde eu estou?
ISMAEL: Você já vai saber..
LÁZARO: O que tá acontecendo? Porque eu to assim?
ISMAEL: Você provocou isso.. Lembra aquele ano que você ganhou uma bicicleta que era mais cara que um carro? Pois é... Eu lembro. E você lembra o que eu ganhei? Ah melhor, e essa Pool Party no Rio para comemoração do seu aniversário? Era pra ser o meu aniversário, minha festa. Meus intercâmbios, minhas viagens. Pois é! Nunca tive nada porque você tinha que ter tudo. Mas hoje tá aqui sob o meu poder. Eu faço o que eu quiser contigo.
(Lázaro se sacode na cadeira e Carol segura) LÁZARO: Carol! Me ajuda! Me solta aqui..
CAROL: Te soltar? Você quer mesmo que eu te solte? (Séria) Acho que você não esperava que essas pessoas seriam capazes de fazer isso com você né? (Debochando) Nossa, Porque você é foda, você é sensacional, você é tudo o que as pessoas querem do seu lado. Pelo menos é isso que você acha que é. (Seria) porque na verdade você é um bosta, um merdinha, ninguém dá nada pra você. Você acha que só porque vc tem dinheiro você pode pisar e esnobar as pessoas como vc faz? Você é um escroto ridículo que só pensa em você mesmo, você vai morrer sozinho amargurado porque o dinheiro do seu papai não pode comprar tudo nessa vida.. Você acha que eu não sei o que vc faz? Que vc sai e manda mensagem de te amo pra mim quando na verdade sai com outras e acha que eu não vou ficar sabendo, acha que eu não sei que você ficou com Lara? Ou a Priscila? Ou até mesmo as minhas amigas?
(chuta ele é se aproxima ajoelhando olhando nos olhos dele) Você pode achar que eu sou boba o quanto você quiser, mas enquanto você curtia, pergunta lá para os seus amigos, se é que você ainda tem algum, quem é que se divertia mais, amorzinho. (acaricia o rosto dele). Enquanto você me humilhava, me maltratava, queria me fazer sofrer, chorar, tinha muitos esperando pra me consolar, me abraçar, me amar. E a gente costumava dizer que o nosso amor ia ser pra sempre, mas na verdade vai ser, mas é uma pena que o seu sempre ta acabando.
LÁZARO: E você, porque esta aqui?
RAQUEL: Por nada, eu só queria te ver sofrer mesmo (sorriso). Pra falar a verdade eu só quero ver o pai sofrer.. você é só um meio insignificante para isso e então “irmãozinho” você vai morrer.. e olha, vai ser um prazer fazer desse o processo mais doloroso do mundo.. Você acha que se eu for mandando partes do seu corpo pro papai ele vai sofrer mais? Eu acho que não.. Você sabe porque você vivia viajando? Porque nosso papai não suportava olha pra sua cara.. Só espero que você não seja tão insignificante pra ele quanto é pra mim, porque senão, você vai morrer a toa né? (sorriso) Pelo menos sei que o resgate ele vai pagar.
CENA 03
(Anderson chega com a mala de dinheiro e se depara com a filha)
ANDERSON: Minha Filha... O que tá fazendo aqui?
RAQUEL: Olá papai..
ANDERSON: Te ligaram também? Meu Deus, ainda bem que não é você... Você não tem ideia do quanto eu te amo. Te amei desde o dia que você nasceu... Eu fiz de tudo prá te fazer feliz, prá você crescer forte...
RAQUEL: Pois é, sua menininha cresceu não é?
ANDERSON: Você é a única razão que tenho prá viver... Eu te escolheria se fosse preciso, numa fila, se colocassem um monte de crianças em uma fila para eu escolher, com certeza eu escolheria você...
RAQUEL: Cala a boca, cala a boca que quem vai falar aqui agora sou eu, só me deixa adiantar... você vai morrer hoje! Nada mais justo né? dar literalmente a vida pela filhinha querida (gargalhada)... Eu vou te contar um segredinho papai, eu tenho nojo de você, eu tenho nojo de você desde a minha primeira memória quando criança, tenho nojo de cada pedacinho seu, você é repugnante, velho maldito.. e sabe, eu acho que vou estar fazendo o maior favor pra nossa família quando eu te matar, porque você sabe não é? Você nunca foi amado por ninguém... até a mulher que você escolheu para ser mãe dos seus filhos fugiu com outra (gargalha) velho, você foi trocado por outra mulher, porque você não se matou logo? Teria me poupado de tanta coisa.. você é tão imprestável e burro que não foi capaz de perceber que sua própria filha, que esta todos os dias com você, estava armando tudo isso... ai ai ai fracassado no trabalho, fracassado na família, fracassado no amor, fracassado na vida... É isso que você é seu idiota, um FRACASSADO, e sabe o que mais? (atira) um fracassado morto.
CENA 04
(Raquel entrega a mala de dinheiro para Iasmin e liga para a polícia acusando-a)
IASMIN: Esta tudo certo?
RAQUEL: Esta como combinamos, aproveite! (espera Iasmin sair e liga para polícia) Socorro, eu preciso de ajuda! Mataram o meu pai (sorriso maligno)
Texto – O sequestro

"… Efetivamente, o personagem da obra, se estivessem uma situação na vida real, ao escutar o seu interlocutor discutiria mentalmente ou se mostraria de acordo com ele, forçosamente lhe surgiria outras perguntas..." (Monólogo Interior- Knebel) 

A falar interna pode ser usada para transformar a teatralidade em cinema, isso é uma coisa que eu preciso aprender a fazer,  ainda estou em processo, e não tenho pressa de conseguir. Uso da fala interna está constantemente presente no meu cotidiano mas quando chegar em cena eu sofro um bloqueio (como já disse várias posts). Porém, eu já percebi em mim um grande avanço, isso é bom.

Aula de Tópicos Especiais 28/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Na aula de hoje aproveita de oportunidade para que quem ainda não estivesse com o roteiro da continuação pronto, terminasse. O meu grupo combinou de cada um fazer a suas próprias falas e juntar tudo em um roteiro depois to o combinado era que nós não mostrar irmos ao Lázaro como era o roteiro para que pegasse anos ele de surpresa porém a professora não achou que fosse uma boa ideia então cada um começou seu processo de escrever suas falas junto com suas falas internas. O grupo onde eu estou planejando uma coisa muito interessante baseado na cena que eu fiz com o Ismael, a Carol E o Lázaro, junto com a cena da Raquel com o Anderson. O desfecho da história eu seguinte o Lazaro foi sequestrado (como mostrado na nossa cena anterior) E a continuação é ele preso e amordaçado com a Carol e o Ismael contando a ele porque ele foi sequestrado e a Raquel entrando na história como a irmã " cabeça " de todo o sequestro por querer a herança só pra ela. Como combinado, a cena vai começar com eu ligando para o Anderson e contando que o filho dele foi sequestrado.

"… Quanto mais comprimida é a frase produzida por grandes pensamentos, mas saturadas para, maior será sua força. " (Monólogo Interno- Knebel) 

Trabalhamos hoje também o processo da fala interna inversa, E funciona da seguinte forma a sua fala interna deve estar completamente diferente da sua fala externa, a falar interna funciona somente com o apoio que serve para te distrair. Isso foi uma descoberta pois eu não sabia que falar interna podia ser usada para distrair.

domingo, 26 de abril de 2015

Aula de Tópicos Especiais dia 14/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Não é de hoje nós vimos o filme brasileiro: o roubo atrás da porta. O filme retrata atuação " emoção com contenção ", o mesmo que aconteceu com Lázaro no dia em que a Regiane foi na roda de perguntas e foi perguntado a ele sobre a melhor memória de infância, onde ele lembrou do pai, e quis chorar porém estava tentando conter a emoção mas ela vazava sem que ele quisesse. 
No filme rosa se envolve com homem casado que não quer deixar a família pra ficar com ela, para se vingar dele ela virou amiga da sua esposa e de sua filha. Um certo dia ele briga com ela por ela ter virado amiga de sua esposa e estar tentando acabar com seu casamento parênteses esse foi o momento mais bonito da emoção com contenção, ele assusta tanto ela, que ela segura com tal força não é Sol pra conter o choro mas não consegue o medo, a raiva e o arrependimento são maiores. O desfecho do filme é triste pois ela sequestra filha dele atira nela e jogar fogo.
A emoção com contenção pra mim, será uma das mais fáceis para reproduzir, pois esse tipo de atuação está presente no meu dia dia sem ser atuação mas sim como uma realidade. O ator sempre traz um pouco desse pra cena, as vezes vestígios do personagem estão presente em nossas memórias reais.
" Os atores deveriam preocupa-se muito menos com ação do momento do que com ação anterior e posterior porque ação do momento se realiza automaticamente se o ator realmente exerce ação contínua. " (Kusnet)

Aula de Tópicos Especiais dia 07/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Na aula de hoje fizemos quase como uma mesa redonda pra discutir todas as cenas gravadas na aula de interpretação pra cinema/teledramaturgia. A parte mais legal foi que cada um acabou viajando na história do outro e criando vários tipos de finais pra cada cena. A parte ruim é que o financeiro para realização dos nossos planos/criatividade nos impede de realizar. Por enquanto.
Para cima do sequestro imaginamos algo do tipo o Lázaro amarrado vendado e a Carol Ismael achando graça disso, Dizendo a ele o motivo dele ter sido sequestrado.
Para cena da Rafaela e da Yule, foi sugerido que a rafa rasgar seu vestido daYule  e elas fizessem uma espécie de correria, A Rafaela correndo atrás da Yule para fazer alguma maldade, você fosse louca.
Para sei lá da igreja (o pastor e as amigas) uma boa ideia foi que saíssemos para partes externas pra mostrar personalidade de cada uma. Exemplo: a Naiara andando pela rodovia do sol rodando uma bolsinha para fazer programa.
Para cena do Jefferson e da Marcela com a Ana Paula, A professora foi um pouco mais além e deu a ideia deles filmarem um dos dois fugindo com dinheiro no aeroporto como se um tivesse dado golpe no outro.
 "É um erro pensar que o processo de domínio do monólogo interno é um processo rápido e fácil. Se adquire pouco a pouco e como resultado de um grande trabalho por parte do intérprete. "(Knebel)

A faculdade é uma ótima oportunidade para pesquisar diferentes modos de atuação que você não estava costumado ou até mesmo imaginava que existissem. É um caminho muito longo a ser trilhado.

Aula de Tópicos Especiais dia 17/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Hoje nós assistimos o filme Taxi Driver, A princípio achei o filme um pouco " tosco ", mas depois a história foi tomando um rumo diferente e me deixou bem interessada, creio eu que se trata do realismo. O enredo da história mais ou menos o seguinte: Travis é um taxista ao que parece, meio frustrado, ele fica caminhando pela cidade em seu táxi meio viajante, parece que ele vive constantemente " no mundo da lua ". Em um dia qualquer, Iris, uma prostituta Mirim, entra em seu táxi pedindo ajuda para fugir do seu cafetão, mas é pegar antes de fugir. Perturbado pela violência da cidade de New York, Travis resolvi comprar algumas armas, e bancar o justiceiro. Ele é obcecado por Betsy, uma mulher atraente, mas que ele acaba afastando, por leva-la para assistir a um filme pornô. 


A professora pediu que fizéssemos um exercício colocando fala interna para os personagens, ou seja, o que nós achávamos que eles estavam pensando em cena.
-Quando Travis entra no local de trabalho de Betsy, duas cenas me chamaram atenção.
• quando ele faz a proposta para ela, Pra mim, a falar interna dela era: e agora o que faço? (Ela bate o lapis na mesa repetidas vezes)
•quando ele pergunta se ela está sentindo a conexão entre os dois: será? Não deve ser isso! (Ela movimenta os olhos de uma forma diferente)

Outra cena que me chamou muita atenção também foi quando ele está falando com candidato: A falar interna Oparecia ser
• acho que fiz merda!

Quando Iris entrar em seu taxi e é retirada a força pelo cafetão, acredito que eu falo interna dele tenha sido:
• que merda é essa?

Logo após essa cena enquanto ele está andando pela cidade com seu táxi, ele parece pensativo, penso que a falar interna, fique martelando na cabeça dele:
• O que será que aconteceu com aquela garotinha?

Quando Betsy está assistindo filme, ela parece ficar meio assustada como se nunca tivesse visto aquilo antes:
• credo.! Porque ele me trouxe nesse filme?

Em um momento do filme um cara psicopata entrar no taxi e pede para que ele deixa taxímetro ligado ele começa falar da esposa e do amante, e afirma que irá matar os dois, enquanto ele fala, Travis deve estat pensando:
• misericórdia, que cara doido/puta merda, me ferrei.

Quando Travis vai comprar as armas e ele observa com muita delicadeza cada uma delas: 
• agora que eu quero ver!

Quando taxista está andando pela cidade e sem querer quase atropela Iris, acredito que ele pense:
• A GAROTA!

Quando eles estão tomando café em uma lanchonete ela dar uma risada sensacional, mas acredito que nessa cena não havia uma fala interna e sim uma imagem interna: acredito que ela tenha pensado em algum vídeo engraçado que ela tenha visto ou um tombo de alguém, que provocasse um riso com pulsação nela.


" Mas passemos agora a mais uma característica da ação na vida real., Ação é sempre continuar interruptor. Nunca deixamos de agir, nem mesmo quando dormimos: os nossos sonhos às vezes são formas de ação mais intensas do que na nossa realidade. E os bons cristãos dizem que nem a morte interrompe ação " ( Kusnet)




Aula de Tópicos Especiais dia 03/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Hoje vimos o filme francês " o garoto da bicicleta " lançado em 2011. Esse filme retratava a atuação " neutra ", foi incrível, Fiquei muito interessada em como foi o trabalho interno daquele ator mirim, ele simplesmente demonstrava todas as emoções com único rosto (expressão). Um dos momentos que mais impressionou, foi um instante em que ele estava subindo no elevador em que ele está encostado na parede olhando pra baixo sem mudar afeição e nem piscar, como se ele estivesse viajando em algum pensamento. É muito interessante também a hora em que o pai dele diz que não vai buscar ele no orfanato pois não tem condições de cria-lo , Ele Samantha entrou no carro e ela pergunta se ele está bem, a reação dele extraordinária, sustentam com expressão neutra ele começa a se debater sem mudar as feições, não faço a menor ideia de como ele conseguiu sustentar até mesmo sentindo dor, mas gostaria muito de saber e entender.
"… Esse olhar em um minuto pode matar em ti o ser humano vivo, te borrará del reparto de ao obra, terás que retirar-te para a ventana, como se fosses um traste velho… "( Knebel)
Preciso terminar de ver o Filme em casa. A Atuação Neutra, foi muito interessante, e gostaria de usar como obejeto de Estudo, apesar de não saber se consigo ficar neutra, pois me considero mais Melodramática, enfim, mais um desafio.
                                    O Garoto da Bicicleta (Trailer)

Aula de Tópicos Especiais Primeiro dia ... Por: Iasmin Teixeira

Aula hoje começou de uma forma bem simples, a professora passou algumas cenas de filmes pra debater conosco algumas formas de atuação. O debate foi bem rápido, e depois assistimos o filme Blade Runner, que retrata atuação inumana, ou seja o rosto do ator ficar imóvel somente a boca e talvez os olhos possam se movimentar.
Uma das coisas que mais me interessou o filme foi quando a mulher acendeu o cigarro e começou a fumar, ela simplesmente tragava e soltava fumaça sem movimentar absolutamente nada sem ser a boca.
Algumas cenas que a professora mostrou hoje a princípio, eu não notei tudo o que meus colegas e a Professora estavam observando, é uma coisa que eu preciso trabalhar, mas em uma das cenas o ator comia enquanto dialogava com uma mulher ele fazia pequenas pausas entre conversar, comer e pensar no que dizer, isso foi muito interessante pra mim.
Durante o filme, meus pensamentos estavam completamente desorganizados. Fiquei imaginando o trabalho do ator para fazer uma cena tão " estranha ",  É quase como se tivessem passado uma máscara ou algum tipo de cimento ou coisa assim no corpo dos atores eles ficavam praticamente imóveis, no princípio me causou estranhamento, mas depois comecei a pensar no trabalho dos atores.
A professora disse, que nesse tipo de atuação o ator é sustentado por palavras que com dentro da sua cabeça, quase como se você pudesse ouvir essas palavras. Eu confesso que não entendi direito essa parte, pois pra mim parece um pouco difícil escutar palavras enquanto diz outras palavras, mas tudo pode se tornar um objeto de pesquisa.

"Pensamos demasiadamente e sentimos muito pouco." (Charles Chaplin ) 

                               Blade Runner (trailer)

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Aula de Voz II dia 06/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Trabalhamos o equilíbrio hoje. Sobre uma perna trabalhamos a missão de sol e a possibilidade de se movimentar no espaço pessoal A professora nos dividir em duplas e pediu para que escolhêssemos duas músicas mas ao invés de cantar deveríamos pronunciar aula como poesia. A cada dois minutos a professora daria uma nova instrução. Sendo elas:
• montar uma cena com a música
• Dar uma pausa de 3 segundos durante a cena
•Ter uma parte cantada
• em algum momento da cena haver uma explosão
 
   Fiz meu com a Ana Claudia nós chegamos a música criaturinhas-sótão encantado , E a dona aranha-galinha Pintadinha... Para mim fizemos tudo certinho, mas algumas pessoas discordaram então o que vale é a visão externa, pela acústica da capela ser um pouco ruim as vezes não percebemos que a nossa projeção de voz está baixa, como foi o meu caso e da Ana Claudia...

Aula de Voz II dia 30/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Para variar, cheguei atrasada essa aula, pois estava um pouco indisposta. Porém, ao chegar, consegui pegar as orientações da professora para as partituras trabalhadas na aula passada... Uma muito interessante foi a partitura da Marcela, creio eu que ela estava com vergonha de fazer por isso estava falando muito baixo e às vezes a voz dela até falhava, mas, isso de um charme pra cena dela pois não precisava de palavras os gestos já falavam por si só.

Aula de Voz II dia 23/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Cheguei um pouco atrasada na aula então pedir uma parte do aquecimento. Quando cheguei a professora estava nos mostrando como trabalhar a voz, para que ela passei pelo corpo sem esforços agudos, ou seja, aparecendo as facilidades da voz.
   Depois disso cada um deveria encontrar no seu espaço pessoal no espaço geral, o exercício era se equilibrar em apenas uma perna como está o seu pé estivesse colado no chão e você tivesse que se equilibrar movimentando todo seu corpo.
Aproveitamos os exercícios de voz, e nossa professora, para melhorar uma canção cantada na peça de Romeu e Julieta, Melhorou bastante, mas ainda precisa melhorar mais.
Depois cada um se dividir o espaço e fizemos um exercício onde deveríamos contar uma história inventada ou real, com o corpo se expressando junto. A minha história foi a seguinte: 
•em janeiro nas férias (dava um passo pra direita e levantava a perna esquerda como se fosse um movimento de balé, •eu fui ao Parque (eu dava uma meia volta e parava de frente), 
•Do China ele parênteses levava as mãos ao olho e puxava como se fosse um japonês/chinês fecha parênteses,
• lá encontrei uma fazendinha (eu abaixava e me empurrava pro lado com as mãos como se fosse dar um passo mais agachada)
• com vários animais (levantava e fazer um círculo com as mãos parando com elas perto da barriga como se fosse oferecer algo a alguém fecha parênteses
• tinha cavalo (imitava o movimento de um cavalheiro em um cavalo)
• Coelho (dava um pouco pra esquerda e pra direita)
• Hamester (fazia uma meia volta correndo bem pequeno imitando a corridinha do Hamester)
• E muitos outros animais (repetia ação feita acima).

Por eu ter dito muito rápido respirando e falando ao mesmo tempo, acabei ficando um pouco sem ar a professora me deu uma dica super interessante que eram bloquear o ar, pois quanto mais ardamos para o corpo mas ele vai pedir, e tentar fazer apresentação até o final, Deixando para dar parar para o meu corpo somente no final. Outra coisa ressaltada pela professora é que não devemos ilustrar e sim viver a cena mesmo que sejam nossa cabeça. Exemplo:quando jefferson dizer que havia um homem que carregavam saco pesado, ele deveria realmente sentir o peso do saco pesado.

Aula de Voz II dia 09/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Hoje a professora trabalhou com vários trava línguas. Entre eles: 
•abracadabra a gaga macabra é minha madrasta,
•O atleta de Atalaia cruzou o Atlântico
•Lara viu arara rara
• A clássica dos limões: um limão, Meio limão, dois limões, meio limão, três limões… 
•entre outros

Depois disso a professora foi no joguinho muito legal: fizemos quatro filas com três pessoas, a primeira fila deveria dar um polo virando para segunda fila, a segunda fila deveria dar um pulo pra frente e um pouco virando para terceira fila (1,2), a terceira fila daria dois pulos e no terceiro viraria para a quarta fila, A quarta fila por sua vez daria três pulos e no quarto viraria pra trás, repetindo processo de traz pra frente… Parece complicado mas não é. A ideia desse jogo era trabalhar na sincronia entre os três integrantes de cada fila, explorando nosso trabalho em grupo,
   Para acalmar, sentamos em círculo fechamos os olhos, e nos concentramos, o desafio era contar uma história, porém, se houvesse alguma palavra que alguém da roda tivesse rápido demais, ou morrendo a palavra no fim, qualquer pessoa bateria palmas e quem está contando a história deveria voltar do inicio e contar tudo de novo. Tive muita dificuldade nesse exercício pois estou presa ao vício do " aí " e também ao" Então ", é quase como sair naturalmente sem que eu perceba. Mais um desafio a ser trabalhado

Aula de Interpretação II dia 16/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Num primeiro momento da aula trabalhamos os textos que cairam na prova. Foram citados tópicos importantes que eu nunca havia reparado antes, como: confiar na intuição e ser criativo, a capacidade de fiscalizar ideias, entre outros.
   A intuição foi o que mais me chamou atenção, pelo fato de nos libertar, quando confiamos na intuição não importa quando, onde, o que fazemos de coração, o que pode render um ótimo objeto de cena.
   No segundo horário, Começamos a ver o esboço da peça, o que foi sensacional pois comecei a  " saborizar " melhor o texto.
Começamos na plateia, e aos poucos vamos Corindo palco.
Mal posso esperar para finalizar tudo, ensaiar a peça inteira. Preciso trabalhar o sentido da frase: um passo de cada vez… Para não encher os pés pelas mãos.

Aula de Interpretação II dia 09/04/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Começamos a aula com alongamentos, e é só o meu pensamento sobre a preparação física do ator, quanto mais preparado fisicamente, mas fôlego ele terá e mais bonita e sustentada se ela ficará.
   Depois de estarmos aquecidos voltamos a montagem da cena de Édipo com Tiresias, Após o " bate-bola " entre eles, o coro se aproxima dela e a levantar, no início não deu muito certo, porém, depois ficou decidido que o Lázaro e o Jefferson deixariam a Júlia apoiada sobre os joelhos, e os outros usando sua criatividade, comporiam a cena, onde aconteceria um " rodízio " de falas.
   Fomos até aí. A posição que fiquei foi ajoelhada o lado da Sarah. Quando fui compor a cena, apenas tentei me encaixar de qualquer forma, mas depois prestando atenção na minha fala, Tem um pouco a ver com a "submissão feminina" daquela época.

Aula de Interpretação II dia 26/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Abertura de processos está chegando e temos que nos concentrar em Édipo. Na primeira aula, lemos o texto e discutimos quem ficaria com qual fala, a cada frase A professora, deu a oportunidade para várias pessoas falarem a mesma frase, antes de decidir quem ficaria com papel.
   A peça começa com sons de perda trabalhados na última aula, e quando o som tomar conta do lugar, Anderson como Édipo entrar proclamando um discurso persuasivo.
    O Coracioni contra e a favor de Édipo em um curto diálogo. Rafaela como Creonte entra em cena, a princípio a regra de jogo era que Édipo não deixasse Creonte subir ao palco, Para não se igualar a ele. Após o diálogo entre os dois, Édipo toma um " púlpito "E começa o seu discurso, o povo corresponde " vaiando " seu discurso amador. Uma coisa que devemos trabalhar é, como deixar o corpo mais teatral.
   Começamos também a montar a cena de Édipo e Tiresias. Mantemos a formação sugerida pelo grupo que interpretou essa cena na aula passada: duas filas, uma de Édipo os e uma de Tiresias, Porém, agora Tiresias passaria entre as duas filas, onde estaríamos com as mãos estendidas, com seu tivesse para apoio.
   Tiresias, É um personagem difícil de ser composto, pelo fato de ser cego, então fica uma questão importante, como mostrar para o público grande que ele é cego sem precisar dizer? 

Aula de Interpretação II dia 19/03/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

A aula começou com um dos meus aquecimentos favoritos: Vrum e Rondom, Que funciona da seguinte forma: uma pessoa começa jogando o "Vrum", Se alguém quiser inverter o sentido que está fluindo, é só puxar os dois braços de cima para baixo e levantar uma perna, como se fosse dar uma joelhada em alguém dizendo "Rondom". Esse jogo sempre me anima muito.
   Depois disso continuamos a montagem como os grupos. Mesmo colocando mais falas nosso grupo ficou meio " medíocre ", pois estava difícil concentrar. O outro grupo, estava comendo os componentes, e mesmo assim conseguiram concluir a cena sem precisar mudar muita coisa.
Após o intervalo fizemos um jogo, com uma proposta diferente duas pessoas ficavam de frente, uma para outra, olhando nos olhos e, um dos jogadores dizer uma palavra, e se o outro sentisse verdade, o abraçava.
   Quando eu estava de ouvinte, eu procurava ver a alma do meu parceiro através dos olhos, e buscava sentir a palavra pulsar dentro dele. Quando me tornei um jogador que falava, buscava palavras que me traziam sensações, Ex: algodão doce -Então pensava nos momentos de infância.
    Para o próximo exercício, fomos divididos em duas filas: Édipos e Tiresias; Cada um em sua vez, dizia uma fala do texto, então se alguém da fila oposta sentir verdade na fala, vai até a pessoa e abraça. A parte mais difícil pra mim, é passar a verdade no que estou dizendo sem sentir, é preciso buscar no meu interior algo que me faça ser verdadeira, como a substituição do fictício para o Real, ou seja, um texto que não tem nada a ver comigo, para algo que está guardado na memória.
    Depois entrou uma parte mais complicada, a professora nos reuniu em um " bolinho " no centro da sala, e pediu para que o André puxasse um som do fundo do mar, e os outros acompanhassem em seguida, No começo começamos a rir e perdem A concentração, mas depois ficou uma sonoplastia bem legal. Depois, ficou bem complicado, ela pediu para que fizéssemos somos relacionado a perda, no começo não consegui fazer e fiquei bem incomodada, fiquei pensando na minha vó o tempo todo,mas não consegui associar a morte dela em 2009 com sentimento de perda, mas de repente, comecei a perceber que não lembrava mais da voz, imagem ou jeito dela então comecei a chorar muito… A minha perda no caso foi apenas as memórias dela, isso me doeu muito, que sair da sala a todo momento, mas o ator não pode deixar as emoções pessoais atrapalharem pro as profissionais.
     É um grande desafio pra mim. 

Aula de Interpretação II dia 12/03/2015... Por: Iasmin Teixeira

Começamos a aula com alongamento, o que me fez perceber o quanto o artista cênico precisa ter preparação física para dar uma melhor expressão corporal.
   Após aquecermos, fomos divididos em dois grupos para mostrar uma parte de Édipo Rei: meu grupo ficou com a parte da briga entre Édipo e Tirésias. Escolhemos palavras fortes do texto, na cena André era Édipo e Júlia era Tiresias, O restante seria coro, Metade sendo espelho da Júlia e metade cedo espelho do André. A cada palavra que eles dissessem, seus respectivos coros repetiam. Mudamos nossa cena várias vezes, mas tivemos, na minha opinião, pouco tempo para pensar em algo melhor e com mais clareza.
   Uma das coisas que gosto na Lara como professora/diretora é que, ela nos liberta enquanto atores criativos, para só depois dar o toque dela como diretora.
Não prestei muita atenção na primeira tentativa do outro grupo, mas depois me atentei, eles começavam a cena fazendo sons, que pensei a princípio que fossem de corvos, Mas eles disseram que eram pássaros, depois eles se aproximavam do Anderson que era o Édipo e estava no centro, depois invadiu o espaço da plateia e ficavam como o " povo " protestando.
   Na segunda aula fomos para a sala, Para montar melhor as cenas e para professora da sua orientação como diretora. Na nossa cena ela propôs que o coro, Fizesse um movimento vocal de fila, ou seja ao invés de todos falarem juntos, falaríamos um de cada vez a mesma fala. Mas, depois ela propôs que " atropelássemos, um ou outro, para dar um som de eco. Eu particularmente amei, parecia uma briga entre famílias, mesmo sendo a mesma frase foi muito interessante. 
    Agora sim estou familiarizando com texto de Édipo mesmo com palavreado me assustando um pouco  

Aula de Interpretação II dia 05/03/2015... Por: Iasmin Teixeira

Hoje começamos os preparativos para Édipo Rei, que apresentaremos na III Abertura de Processos. 
   O primeiro passo, é ler a peça, confesso que não me interessei muito pois a linguagem é diferente pra mim e a peça me pareceu meio confusa a princípio.
   A peça conta a história de Édipo, um homem arrogante que cai na " ironia do destino ", Laio recebe a profecia de que será morto por seu filho, então manda matá-lo assim que sua mãe Jucasta da a luz, porém, ela como mãe não poderia permitir isso e manda o bebê para outro lugar. Anos se passam, e um dia Édipo e Laio se encontram sem saber que são pai e filho, brigam e a profecia se cumprir, Édipo mata Laio. Mas, além de se tornar rei de Tebas desvendando o mistério da esfinge, casa com a viuva de Laio sem saber que é sua Mãe. No desfecho da história de Édipo arranca os olhos pois seu destino foi cego e Jovasta se enforca.

Aula de Interpretação II dia 19/02/2015 ... Por: Iasmin Teixeira

Nesse dia não pude ir à aula, pois estava passando mal, porém, Observando os posts dos meus colegas, percebi que a aula foi muito interessante.
   Ao que parece, Eles refizeram a cena acrescentando algumas melhoras e objetos de cena, como som, regra de jogo, etc.
   O grupo do enigma da esfinge acrescentou blabláção, Porém não posso dizer como foi, pois eu não estava lá, porém, posso imaginar que tenha ficado muito interessante apesar da blabláção confundir muito minha cabeça.
   Fiquei muito chateada por não poder estar na aula, pois é o que parece foi extremamente aproveitada, e exploraram muitos tópicos que, acredito eu, os atores devem saber como: trabalho em grupo, espontaneidade, agilidade, improviso, atenção, entre outros.

Aula de Interpretação II dia 05/02/2015... Por: Iasmin Teixeira

A primeira aula de interpretação foi maravilhosa, muito parecida com a oficina ministrada pela professora de interpretação Lara Couto. Começamos com exercícios super sutis, Mas depois tomou outra proporção.
   Primeiro, andamos pelo espaço com intuito de encontrar nossos quatro pontos,, enquanto andávamos, ela pedia para " congelar ", e devíamos parar, porém todo espaço do palco deveria estar preenchido, caso contrário, andaríamos e parariam quantas vezes fossem necessárias.
   Depois, fomos divididos em dois grupos, cada grupo fez seus pontos três vezes, porém se algum colega que estivesse próximo, deveria haver uma ligação em cena. Para facilitar [ou dificultar] A professora deu um tema para cada grupo. No grupo em que eu estava, o tema foi: a profecia. E no outro grupo, "O enigma da esfinge ". O tema deles já estava um pouco claro, porém o nosso caminho para outro lado: a volta de Jesus. 
   No começo, não ficou muito claro, pois como montaríamos uma cena, Estando cada um " limitado " ao seu ponto. O mais importante que aprendi hoje, foi que o ator não deve se limitar e que a voz e direção é muito importante. Antes que a professora desse orientações como visão externa e diretora, nada fez muito sentido.
    A cena do meu grupo, se passava basicamente em uma praça, onde um pregava sobre a volta de Jesus e os outros ouviam e tentavam se salvar, porém havia outras pessoas tentando corromper o pensamento de quem queria se salvar.
   Enquanto a professora ia encaixando a cena e colocando algumas falas, percebemos que poderia ter haver com o drama grego " Édipo Rei ".
    O outro grupo fez uma cena sem falas, porém que chamou muito minha atenção pela expressão corporal deles onde se passava em um museu e eles criaram a regra de jogo de tudo ter haver com nariz ou as mãos.

domingo, 12 de abril de 2015

Aula de Teledramaturgia 01/04/2015 ... Por Iasmin Teixeira

Hoje, nos reunimos para assistir aos vídeos feitos na aula anterior. A professora passou um por um para pontuar detalhes e aprimorar nossa percepção.
Em algumas cenas, o que a professora cobra de nossa aula após a aula, ficou visível, como na cena feita por Rafaela e Yule: duas irmãs que estava fazendo convite de formatura, porém a Rafaela tinha inveja da Yule pelo que percebi, O método que a Rafaela usou, foi bem interessante, na hora da cena, pelo que entendi, a caneta que ela estava usando falhou e ela usou esse tempo de tentar fazer a caneta voltar a funcionar para dar pausas entre as falas, O que deu a ela, tempo para pensar antes de dizer a próxima fala (o que deu a ela uma intensidade no olhar a cada "fala interna").
A cena do Anderson e da Raquel, também ficou bem interessante, a Raquel utilizou o olhar para televisão, como foco principal nas pausas entre as falas, e o que tornou isso mas interessa, foi o que descobrimos durante essa aula," A tv estava desligada " , Porém quando ela foi descrever a cena, ela notou exatamente o que ela estaria vendo na tv, e durante a cena ela conseguiu visualizar aquilo que ela escreveu mesmo com a tv desligada, em minha opinião isso ficou incrível.


" Sabemos que os pensamentos pronunciados em voz alta são só uma parte dos pensamentos que surgem no consciente humano. Muitos deles não são pronunciados, e quanto mais comprida é a frase produzida por grandes pensamentos, mas saturada estará, maior será sua força. " (Knebel) 

Hoje finalmente consegui entender a ideia de falar interna, nada mais é do que uma improvisação interna, se você não tiver essa pausa entre as falas fica tudo motorizado, Como professora disse é preciso ter esse tempo de pausa antes de pronunciar as falas, como monólogo interior, para frear a falar externa. É importante você dizer sua fala, parar, se distrair com algo externo ou interno, para só assim dizer a próxima fala que externa; Olhando assim parece ser um pouco complicado, porém treinando em casa acho que já consigo dominar essa grande dificuldade que tenho. 
No meu dia-a-dia eu tenho muita facilidade em usar falas internas, na verdade eu uso o tempo inteiro, mesmo sem perceber, minha dificuldade mesmo estar em utilizar as falas internos em frente à câmera, Que as vezes pode nos inibir. Uma vez em uma oficina eu ouvi uma frase que eu nunca vou esquecer: o ator precisa parar de fugir da câmera ou do palco, É preciso lutar para ficar O máximo de tempo possível.
Preciso aprender a fazer isso, quando a professora liga a câmera para fazermos nossas cenas, parece que tudo some da minha cabeça, e não consigo dividir o foco entre falar interna e externa, então, fico torcendo para acabar logo. De acordo com o que as aulas forem fluindo acredito que vou aprender a lidar com essa dificuldade e melhora- la da melhor maneira possível. Esse tempo na universidade que ainda resta, está a meu favor, sei que com treino, atenção e dedicação, vou finalmente dominar A prática de falar interna e pausa entre as falas.