ATIVIDADE REALIZADA NA DISCIPLINA DE CORPO
DIA 19/11/2014 QUARTA-FEIRA
By Gilberto Anders
Realizamos a Aula Aberta de Corpo na Abertura de Processos.
Não foi uma aula normal como as outras, pois estávamos sendo observados. Estávamos apresentando para um público; e isso muda tudo, pois direcionamos nossas energias para nossos expectadores.
Fizemos as atividades de criação de partituras através da interação com o ar (empurrar, puxar e furar o ar); caminhar pelo espaço de várias formas; agarrar e soltar a si mesmo, os colegas e os objetos.
Foi uma aula muito cansativa (ainda mais com o meu peso), mas foi muito emocionante e produtiva.
Muitos levantamentos e questionamentos foram levantados pelo público, como sentíamos ao apresentarmos para um público (se nos sentíamos estranhos ou constrangidos) e como esse trabalho contribuiu para a construção de Romeu e Julieta. Na presença de um público, a única diferença é o direcionamento da energia, que vai para a platéia. Mas, em termos de constrangimento e em se sentir estranho, não acontece. Esse trabalho de Corpo é uma forma de se apropriar de ferramentas (internas e externas) para a construção de um personagem, uma peça, etc. E foi isso que aconteceu na construção de Romeu e Julieta. Portanto, esse trabalho de Corpo é extremamente fundamental para a edificação poético-cênica.
Não foi uma aula normal como as outras, pois estávamos sendo observados. Estávamos apresentando para um público; e isso muda tudo, pois direcionamos nossas energias para nossos expectadores.
Fizemos as atividades de criação de partituras através da interação com o ar (empurrar, puxar e furar o ar); caminhar pelo espaço de várias formas; agarrar e soltar a si mesmo, os colegas e os objetos.
Foi uma aula muito cansativa (ainda mais com o meu peso), mas foi muito emocionante e produtiva.
Muitos levantamentos e questionamentos foram levantados pelo público, como sentíamos ao apresentarmos para um público (se nos sentíamos estranhos ou constrangidos) e como esse trabalho contribuiu para a construção de Romeu e Julieta. Na presença de um público, a única diferença é o direcionamento da energia, que vai para a platéia. Mas, em termos de constrangimento e em se sentir estranho, não acontece. Esse trabalho de Corpo é uma forma de se apropriar de ferramentas (internas e externas) para a construção de um personagem, uma peça, etc. E foi isso que aconteceu na construção de Romeu e Julieta. Portanto, esse trabalho de Corpo é extremamente fundamental para a edificação poético-cênica.
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