domingo, 22 de março de 2015

teledramaturgia 11/03/2015

Hoje a aula de teledramaturgia foi muito legal e diferente, trabalhando tudo que tínhamos visto nos filmes, o naturalismo, fazendo com que a cena seja mais real possível.
 Mas não é tão fácil assim deixar a cena ser natural, pois quando estamos pensando na atuação, no que fazer ou falar, no ato de fazer uma cena, acaba deixando aquele momento mais tenso e me força a deixar mais robótico, não sei oque acontece.

 Gosto muito desse lance de naturalismo, no olhar das cenas e pessoas que fazem o naturalismo passa um leveza  certo tipo de estar sem preocupação, ou estar interiormente muito preocupado a ponto de viajar sobre uma cena.
 Gravamos a aula na casa de Iasmin, a professora Rejane pediu que dividíssemos em dupla e pensasse em uma ação e uma cena, como sempre fazemos a técnica de memorização pela escrita, mas no caso trabalhamos a fala interna.

 As vezes trabalho a fala interna mas me esqueço de tudo que fiz e fico tentando lembrar, mas acabo deixando a cena sem a fala interna, ´q eu fico pensando na fala interna, parece que ela some dentro dos meus pensamentos e acaba ficando um vazio.
 Fiz cena com Naiara, pensamos em personagens estranhos, que não se conhecessem. Onde Naiara estava no apartamento descansando e a vontade por estar em sua casa, e chega eu e me assustando dizendo ser o dono do apartamento.

 Não entendendo nada pergunto oque ela estava fazendo ali no meu apartamento, onde gera uma discussão um debatendo com o outro pegando ela pelo braço e querendo expulsar ela daquele apartamento, ela fala que vai chamar a policia.

 Rejane manda rolar um beijo na cena, eu fiquei assustado, Pois na hora fugiu de toda a imaginação que tinha pensado pra quela cena. Não consegui sustentar a cena, foi super difícil, mas depois fizemos a cena, onde eu beijei ela encostada na parede, depois a joguei no sofá, na cena passava a imagem de um personagem sujo que queria se aproveitar da moça, outra que ele era louco psicopata, que estava desorientado, um sujeito cafajeste.
 E a cena termina com o personagem voltando ao seu subconsciente, querendo entender oque estava fazendo, se perguntando oque ele fez. Como se estivesse tendo surtos psicóticos.
 "Num filme oque importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação."
Charles Chaplin.


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