Começamos com uma meditação, com respiração diafragmática (quando usamos essa respiração nossa voz projeta melhor) emitindo um som com a boca fechada e a cada vez que fazemos isso devemos tentar prolongar um pouco mais, essa parte exige muita concentração e como é inicio de aula sinto dificuldade em me concentrar, com os olhos fechados sinto que em concentro mais e um exercício de com um pé só tentar vários movimentos forçando o abdômen, eu acho incrível como eu consigo fazer movimentos quando me concentro e colocando a força no abdômen.
Falamos sobre a curva de queima, que é quanto mais ar você da ao seu corpo mais ele pede, durante exercícios que ficamos ofegantes, temos que controlar nossa respiração do incio ao fim e assim o exercício rende mais, a partir do momento em que não controlamos ficamos mais ofegantes mais rápido e pudemos ver isso com uma cantiga de roda que a gente tinha que cantar rodar e pular, e foi bacana ver na pratica essa questão e ja pude perceber a diferença de controlar a respiração.
Continuamos os exercícios de extensão vocal, usando sons graves e agudos, jogando o som para cabeça, vibrando o peito e como a respiração ajuda nessa questão.
Quem ainda não tinha apresentado a partitura de contar uma história e mostrar com o corpo ao mesmo tempo apresentou, a da Sarah foi rápida mas pelo corpo e pela voz ela passou uma intenção no que ela queria, ela foi direta e usou movimentos grandes, o que deixou a apresentação mais bonita ao meu ver, o da Rafa me chamou atenção uma hora que ela fala que bateu o cotovelo e fez a ação e a voz dela mudou como se ela tivesse sentindo a dor de bater o cotovelo, do Jeferson a Lara trabalhou bem a questão de sentir o peso do saco que ele estava carregando no inicio da história e eu percebi como enriqueceu a apresentação quando ele visualizou mais cada objeto com que ele ia se relacionar, como sentir o peso desse saco e andar com esse peso. No final fizemos uma apresentação de todas as partituras, a minha eu realmente não gosto, acho que a minha história não me possibilitou muitas coisas e eu não explorei muito meu corpo, na questão de visualizar cada objeto eu também vacilei, tenho que ter mais expressão corporal, dar mais intenção aos meus movimentos. Foi falado também do peso que cada palavra tem e da importância desse peso na hora de falar.
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