O filme que vimos hoje foi um filme onde há conflitos entres professores e alunos. Foi um filme ideal para vermos, pois mostra o cotidiano de alunos. Foi muito gostoso de assistir, pois me fez recordar da minha época de escola. E muitos desses conflitos eu já presenciei.
O método utilizado me surpreendeu, pois era um estilo de documentário
e eu nem percebi, pois parecia filme normal. Eu acho lindo ver a atuação tão boa
das crianças, parece que estão realmente envolvidos no que estão fazendo. Gosto
muito de ver a atuação das crianças, pois elas trazem a pureza em cena. Às vezes
a criança domina todos esses conceitos que a gente está aprendendo, mas eles
nem sabem, pela pureza que trazem. É diferente quando se pega um ator mais
velho para fazer uma criança e quando o ator realmente já é criança para
interpretar o mesmo personagem.
Um fator que ajudou também foi o fato deles já serem alunos
e vivenciarem tudo aquilo todos os dias, por ser cotidiano para eles.
A atuação deles me remete muito às aulas que tivemos de
jogos teatrais no primeiro período, pois vemos nitidamente a divisão de foco da
Viola Spolin em todos os alunos e no professor. Um está mexendo na caneta, o
outro no cordão, o professor no apagador do quadro etc. Eles pensam e falam no
mesmo tempo que mexem nos objetos. É viva a interação que eles têm com o
objeto. Parece realmente ser real, não parece que eles estão fazendo somente
para a cena, mas que estão fazendo sem querer, sem pensar.
“Muito poucos de nós são capazes de
estabelecer esse contato direto com a realidade.
Nosso mais simples movimento em relação ao
ambiente é interrompido pelanecessidade de comentário ou interpretação favorável por uma autoridade estabelecida.
Tememos não ser aprovados, ou então aceitamos comentário e interpretação de fora
Inquestionavelmente”-Viola Spolin
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