quinta-feira, 16 de abril de 2015

Tópicos 10/03/15



O filme que vimos hoje foi um filme onde há conflitos entres professores e alunos. Foi um filme ideal para vermos, pois mostra o cotidiano de alunos.  Foi muito gostoso de assistir, pois me fez recordar da minha época de escola. E muitos desses conflitos eu já presenciei.


O método utilizado me surpreendeu, pois era um estilo de documentário e eu nem percebi, pois parecia filme normal. Eu acho lindo ver a atuação tão boa das crianças, parece que estão realmente envolvidos no que estão fazendo. Gosto muito de ver a atuação das crianças, pois elas trazem a pureza em cena. Às vezes a criança domina todos esses conceitos que a gente está aprendendo, mas eles nem sabem, pela pureza que trazem. É diferente quando se pega um ator mais velho para fazer uma criança e quando o ator realmente já é criança para interpretar o mesmo personagem.


Um fator que ajudou também foi o fato deles já serem alunos e vivenciarem tudo aquilo todos os dias, por ser cotidiano para eles.


A atuação deles me remete muito às aulas que tivemos de jogos teatrais no primeiro período, pois vemos nitidamente a divisão de foco da Viola Spolin em todos os alunos e no professor. Um está mexendo na caneta, o outro no cordão, o professor no apagador do quadro etc. Eles pensam e falam no mesmo tempo que mexem nos objetos. É viva a interação que eles têm com o objeto. Parece realmente ser real, não parece que eles estão fazendo somente para a cena, mas que estão fazendo sem querer, sem pensar.       


“Muito poucos de nós são capazes de estabelecer esse contato direto com a realidade.
Nosso mais simples movimento em relação ao ambiente é interrompido pela
necessidade de comentário ou interpretação favorável por uma autoridade estabelecida.
Tememos não ser aprovados, ou então aceitamos comentário e interpretação de fora
Inquestionavelmente”-Viola Spolin


 


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