domingo, 21 de junho de 2015

Aula de Tópicos do dia 19/05/2015

Na aula de hoje vimos as cenas que gravamos na semanas anteriores ,o trabalho quem vem se  desenvolvendo no decorrer do semestre pesquisas de registro de cenas proposta pela professora Rejane com os princípios estudado.
Hoje vimos todas a cenas editadas o trabalho esta lindo,teoria que se utiliza na pratica aprendemos um pouco do que é cinema.
Cena Rafa e Yule de rasgar o vestido gostei muito,Rafa tinha uma naturalidade ao expressar e um registro muito forte em seu interno que a fez sustenta e da a verdade em cena,eu como telespectador pude sentido rancor e a raiva que ela sentia ao rasgar o vestido da irmã e a emoção que ela contia e aos poucos foi se explodindo,um plano de câmera sujo que acompanhava toda a ação do personagem.
Iasmin e Anderson ficou legal pois ao ver a cena pude ver e compreender coisas estudada até em período anteriores,a posição do câmera foi uma delas close fechado no ator,a divisão de foco com o pirulito  e o tic-tac do relógio que serviram de apoio junto com o que ela imaginado seu interno ,deixando ela mais a vontade e agindo com naturalidade,a cena tinha uma pequenas pausas e no meio dessas pausas uma ação que eu penso ser uma regra de jogo ,como tirar e colocar o pirulito na boca,roda-lo, um olhar forte  e a cada pergunta aquela pausa pra poder responder
.A cena do Anderson com a iluminação do computador em um quarto escuro recebendo a notícias do valor a pagar pelo resgate do filho.
Júlia e Vini a cena da capela,após acabar a oração padre segue em direção a sacristia e a fiel vai atrás atormenta-lo,achei muito legal a atuação de Júlia pois ela me fez recorda até um personagem que Juliana Paes fez um vez onde ela também era religiosa e fazia as coisas erradas por trás da igreja,interessante também foi a segurança dela ao realizar a personagem,a divisão de foco com o chiclete o jogo do assédio e as risadas debochadas, o engraçado e que mesmo estando em cena eu consigo ver algo de Júlia muito presente em seus personagens.

"O segredo da arte é converter uma ficção numa bela verdade artística. (...) A partir do momento em que o ator e o espectador passam a duvidar da realidade [da vida do ator na peça], a verdade se esvai, e com ela a emoção e a arte. Elas são substituídas então, pela simulação, pela falsidade teatral, pela imitação e pela atuação rotineira. Natureza e arte são (...) indivisíveis.”
 [Livro O Manual do Ator - Constantin Stanislavski

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