A Raquel levou cena do filme "os coristas" com o registro de imobilidade, mas entramos em uma discussão sobre um possível outro registro, que é o "nada", dar a sensação que não esta pensando nem sentindo nada. É do cinema Bressoniano essa inexpressividade, Bresson exigia uma neutralidade expressiva, e isso da uma ideia de subjetividade do ator. Anularam tudo do ator para que a montagem pudesse contar a história em cima da "cara de nada". E chamam de modelo por causa da sensação de máquina, que não sente nada. Estamos sempre em pesquisas, pois tudo muda, se cutuca o corpo com o verbo, cada palavra tem um valor e um peso e o ator deve manejar essas palavras para atingir o interno.
A Iasmin levou cenas com o registro de visualização, que me faz refletir "o que o ator está enxergando que o mexe com ele?" cada ator tem sua particularidade, cada ator vai encontrar dentro de si algo que mexe verdadeiramente com ele.
Agora sobre uma discussão que tivemos também sobre a fala interna, primeiro que ela é ESTRUTURAL, ou seja, pode ser qualquer palavra que ecoe na nossa mente, a fala interna pode ser a voz de direção se ela for reverberada na mente do ator, ou seja, voz do diretor é uma modalidade de fala interna e se o ator não souber manejar ela, ele estagna.
*Modelo é um termo usado por Robert Bresson.
A Iasmin levou cenas com o registro de visualização, que me faz refletir "o que o ator está enxergando que o mexe com ele?" cada ator tem sua particularidade, cada ator vai encontrar dentro de si algo que mexe verdadeiramente com ele.
Agora sobre uma discussão que tivemos também sobre a fala interna, primeiro que ela é ESTRUTURAL, ou seja, pode ser qualquer palavra que ecoe na nossa mente, a fala interna pode ser a voz de direção se ela for reverberada na mente do ator, ou seja, voz do diretor é uma modalidade de fala interna e se o ator não souber manejar ela, ele estagna.
*Modelo é um termo usado por Robert Bresson.
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