Na aula de hoje, foi feita a proposta e o desafio de levármos um filme do qual nós gostamos ou não, mas que tínhamos que ter assistido. Levamos fragmentos de filmes que seguiam um dos seis métodos que trabalhamos ao longo do semetre que foi mostrado para a turma e a professora. Isso para mim foi a melhor proposta que a professora adquiriu como método de avaliação, pois foi uma prova de que todos nós nos apropriamos de cada registro dado. Tenho certeza de que não há algo mais precioso e mais gratificante do que chegar em casa ou sair da sala de aula como uma missão dada ou uma missão cumprida.
Proponho então uma segunda sugestão. Por quê usar o método tradicional de fazer prova? Sendo que o aluno aprende muito mais na prática do que na teoria? Por quê não fazer uma avaliação em cima da prática. Acho que os professores e educadores estão muito mais preocupados em formar mentes brilhantes do que alunos fascinantes. Ou será que é o aluno que quer saber, fazer, ou poder mais que o outro? Será que não é porque o professor exige cada vez mais de seus alunos.
Enquanto um aluno lhe disser que a matemática da escola é mais importante que a matemática da vida, não se dê ao trabalho de entregar-lhe um diploma, ou se entregar poderá rasgá-lo.
Enquanto um educador não se colocar como pesquisador não e não usar sua aprendizagem, sua gestão, e seu planejamento a favor do aluno, haverá guerra.
Te convido a analisar como anda o conceito de educação no país? Você acha correto eu estipular uma nota para avaliá-lo se é bom ou ruim? Acha certo eu reprová-lo por não ter atingido a média? É assim que você acha que um aluno é medíocre
Um professor não pode ser chamado de educador se não desperta interesse em seus alunos. Nenhum docente pode dar uma aula pronta e dizer que vai é uma boa aula se ele não entra em relação com o aluno, se ele não sabe o impacto que vai causar nos alunos. Ele precisa analisar, coletar ideias para depois fabricar uma aula.
Como será que queremos formar os nossos jovens? Inconscientes? Um querendo competir com o outro? Ser melhor que o outro? Passar por cima do outro?
MARCELA GORAYEB DALAPICOLA
Minha intenção é, a partir de agora, sair desses paradigmas e olhá-los de fora
[...] e ver que ambos estão ancorados nos mesmos pressupostos inventados
pelo Iluminismo, esse amplo movimento cultural eurocêntrico que se
articulou nos últimos três séculos. Vendo que ambos têm as mesmas raízes,
que ambos são irmãos, veremos que ambos são prisioneiros da mesma lógica
iluminista que vem sustentando as relações de dominação e injustiça ao longo
dos tempos modernos (VEIGA-NETO, 1996, p.167)
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