ATIVIDADE REALIZADA NA DISCIPLINA DE INTERPRETAÇÃO II
DIA 05/02/2015 QUINTA-FEIRA
By Gilberto Anders
By Gilberto Anders
Como cada experiência é uma experiência, com esta disciplina de Interpretação II, aconteceu o mesmo, em relação à disciplina de Interpretação I, do período passado.
Primeiro realizamos um intenso trabalho de preparação corporal (que, confesso, foi bastante cansativo e que no outro dia me rendeu umas fortes dores nas pernas, nos braços e nos punhos).
Em seguida começamos a trabalhar com o espaço do palco, caminhando pelo espaço, tentando preenchê-lo totalmente (o que, muitas vezes, não foi um trabalho muito fácil, pois, quase sempre, ficava umas lacunas entre nós).
Escolhemos quatro pontos do palco, trabalhamos esses pontos, em princípio, individualmente, e, em seguida, interagimos com o colega que estava mais próximo do ponto que estávamos.
A professora nos dividiu em dois grupos e cada grupo jogaria uma cena, trabalhando os seus próprios pontos e baseando-se em um tema dado pela professora. O tema do grupo em que eu estava foi: "Profecia".
Nos reunimos e criamos a cena e os personagens.
Trabalhamos uma cena do Fim do mundo, relacionando com a volta de Jesus. Eu fui o pregador que dizia que o fim do mundo (consequentemente, a volta de Jesus) demoraria uns 50 anos para acontecer. Uma colega foi a pregadora pentecostal que dizia que o fim estava próximo. Os outros colegas eram os que acreditava o fim iminente e outros só queriam curtir a vida adoidado.
Ou outro grupo fez uma cena em um museu, onde haviam várias estátuas e um pesquisador que estava lá para desvendar o enigma (tema do outro grupo).
Depois que cada grupo realizou sua apresentação, a professora incluía elementos (movimentos e falas) para evoluir na construção do trabalho. As falas que ela incluiu em ambos os grupos são da peça de Édipo Rei.
Do meu grupo, as falas foram: "Matou o pai"; "Casou com a mãe". As falas do outro grupo foram: "Decifra-me ou te devoro"; "O que tem quatro pernas de manhã"; "Duas pernas a tarde"; "E três pernas a noite".
A construção cênica é algo surpreendente, que, no início, parece um caos, mas, à medida que as peças vão se aproximando umas das outras, vemos o "corpo" tomando forma.
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