terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Aula de interpretação II 05/02/15 por Marcela Gorayeb

Começamos a aula com um alongamento o que eu acho fundamental antes do ator entrar em cena. Eu estava meio “enferrujada” apesar de fazer exercícios físicos todos os dias não tenho o hábito de fazer o alongamento. Depois aprendemos um pouco sobre noção de palco. Aprendemos a conhecer o palco, a experimentar diferentes posições, planos baixos, médios e altos. Eu já tinha feito esse processo na oficina com a Lara, mas esse procedimento foi muito importante ser passdo novamente, é um conhecimento base para o ator, me ajudou a entender coisas que antes eu não tinha o conhecimento e melhorar o que já tinha feito. Vou descrever o processo. Depois, separados em dois grupos, cada um escolheu 4 pontos no palco e dado o comando fazemos os 4 pontos todos juntos. Desses 4 pontos, 2 nós escolhemos para fazer em plano médio. Quando nos colocamos diante desses quatro pontos percebemos que os nossos pontos se encontraram com os pontos dos nossos colegas o que nos fez interagir um com o outro formando uma cena, um conflito ou uma situação que o público entendeu como uma “história”. No final tudo fez sentido sem a gente nem planejar, isso que eu achei mais interessante. A outra parte do jogo, ainda divididos nos grupos nós recebemos um desafio da professora Lara. Teríamos que desvendar um mistério a partir desses 4 pontos, fizemos movimentos para que o público descobrisse o nosso mistério que era: O enigma da esfinge. Tivemos a ideia de entrar em câmera lenta e parar como estátuas num museu e um pesquisador que deveria desvendar o mistério. Colocamos a regra de jogo “esconder o nariz”. No final foram feitos alguns ajustes até que tivesse um sentido completo. O outro grupo fez o mesmo mas o tema era: A profecia. Ficou bem diferente do nosso, eles fizeram a volta de Jesus, fizeram o contrário do nosso grupo, fizeram num ritmo bem mais acelerado e uma cena mais dramática, eu achei brilhante a ideia de como eles trabalharam os personagens, as falas e o contexto, foi algo que eu consegui sentir. Nossa produção foi essa, foi um dia bastante produtivo e com várias repetições. Aprendi coisas que eu não imaginaria que aprenderia em um dia.  

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