terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Descrição da aula de Teledramaturgia do dia 24/02/2015

Na aula de hoje vimos as cenas filmadas na última aula. Foi bem legal, a professora fez tipo um mini filme e colocou uma música de fundo. Todo mundo alcançou o objetivo proposto e a forma com que cada um alcançou é muito interessante. Por exemplo, a Raquel usou como pensamento interno a busca pelo o que pensar, isso funcionou. O Gilberto e o Vinicius e eu usamos o texto que seria externo, colocamos no interno e encurtamos a fala externa. No meu caso foi um pouco diferente pois eu tinha pensado em outra coisa, na hora eu falei pra Rejane que estava sem graça e ela me mandou usar isso como fala interna, deu certo, porém preciso pesquisar elementos mais precisos.
Há uma diferença entre a visualidade e a escuta, eu estava com um pouco de problemas em relação a isso, porque para mim, quando a professora falava para eu colocar a fala interna como objetos concretos, tipo: Banana, maça, cadeira e etc... Eu tentava usar esses elementos como se eu estivesse vendo na minha frente uma banana, uma maçã ou uma cadeira. Porém, era pra eu ficar ouvindo a palavra banana, maçã e cadeira. Uma outra alternativa para a escuta usada como elemento interno, é imaginar cantando uma música, ouvir uma música enquanto falo um texto. Vou tentar fazer isso várias vezes, porque a escuta para mim parece ser mais difícil do que a visualidade.
Já a Marcela ficou contando enquanto falava, esses matérias internos são incríveis, porque na teoria, eles podem ser inúmeros, podem ser qualquer coisa. Porém, precisamos coloca-los em prática, porque o que funciona com o meu colega pode não funcionar comigo, ou talvez seja porque eu não pratique tal elemento. Além dos exercícios desenvolvidos na sala de aula, precisamos treinar isso em casa, porque é um processo difícil.
OBS: Toda semana irei treinar elementos internos diferentes e me filmar.
Na segunda parte da aula, sentamos em roda e cada um fazia uma pergunta inesperada para um colega, a professora filmava a reação do colega ao receber a pergunta. Foi muito simples, porque a gente conversava com pessoas íntimas e falava normalmente, apesar de termos uma câmera na nossa cara, eu pelo menos, falava em direção a pessoa que me fez a pergunta. Não gosto de ver que tem uma câmera me filmando quando estou em cena, ficou mais nervosa e perco o foco do exercício. Talvez eu possa usar isso como fala interna, não sei como ainda mas vou pesquisar.
Esse exercício é interessante, pois a câmera realmente pega a espontaneidade da pessoa, seria legal se na próxima aula filmássemos a reação não só da pessoa que está respondendo a pergunta, mas também a reação das outras pessoas, porque a partir do momento que a gente observa como agimos em uma determinada situação, podemos marcar aquilo e usar em uma cena como registro.
A "tarefa de casa" de hoje foi elaborarmos um texto pensando em uma pessoa da sala e levarmos para aula. Na próxima aula, a pessoa escolhida terá que interpretar o texto de outra pessoa.

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