segunda-feira, 16 de março de 2015

AULA DE TÓPICO I TERCEIRA AULA 10/03


Nessa aula vimos os filme “ENTRE OS MUROS DA ESCOLA” retrata a relação de um professor com seus alunos
. De primeiro momento percebi a nítida difernça entre esse filme e os anteriores que assistimos. Tem uma semelhança característica dos documentários, díalogos longos que sustentam as cenas de discussão e ensão entre alunos e professor, falas umas sobre as outras, movimentação da câmera inquieta (câmera de mão), posicionamento dos atores onde certos momentos um ator tapava o outro em certos quadros, a destração com objetos não focalizado realizados pelos alunos e sem dúvida o ar de improviso nas cenas de discussão.
Defino como “suja” a filmagem, por todas as características citadas acima. É de se confundir e é um método que traz a sensação do real. Essa “sujeira” nas cenas da sala de aula pode-se deduzir ou acreditar que tudo é improviso, falas em cima da outra, risadas, alunos distraidos com objetos e longas cenas em um único take. Com toda a certeza o processo deve ter sido cansativo.
O processo realizado para realização da filmagem não foi possivel saber, mais foi possivel deduções, provavelmente houve a mistura de atores e não atores entre o elenco, quanto ao roteiro ficou uma incognita, não sei se tinha um inicio e o resto era improviso ou se haviaa presença de “cacos” na linguagem teatral.
Uma das cenas foi entre o professor e uma das alunas que teve seu momento de insolência com o mesmo durante a aula e a aluna leva uma advertência. O professor atrás da mesa e a aluna do outro lado de frente para ele com atitude de “deboche” por toda a linguagem corporal. O professor parece conter a verdadeira “revolta” por ser desrespeitado. A discussão contida é sustendada com falas rápidas e com ênfase, a insolência da aluna vai consumindo a paciência do professor, que está preucupado com uma aluna que está se tornanndo problemática. Ao final com um “falso” pedido de desculpas assumido pela aluna, quando sai o professor espera por um momento e extravasa sua raiva chutando a cadeira e logo recompondo- se e colocando –a no lugar mais ainda suspirando forte. Essa cena inteira foi em um único take. Tem mais ou menos uns 5 min.
Para o ator que interpreta o professor foi uma facilidade efetuar e encarar o papel, pelo fato de já ter sido e passado por essas e outras situação como professor anos antes.
Fomos educados para trabalhar, crescer, progredir e infelizmente também para ser especialistas eem trair a nossa essência no diminuto parêntese do tempo em que existimos. Em que fábrica de loucura vivemos?”

Augusto Cury, O Vendedor de Sonhos, p. 284

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