segunda-feira, 16 de março de 2015

AULA DO DIA 24/02/15 INTERPRETAÇÃO PRA CINEMA


Trocamos a aula de Tópicos pela aula de interpretação para cinema,pois no dia seguinte haveria a acolhida de calouros que a sala iria fazer.
Na semana anterior haviamos filmado  com o figurinos extras cotidianos, usando a vizualidade do pensamento.
A professora Rejane editou os videos de todos os alunos e fez um pequeno filme, parecia mais um trailler. Ficou òtimo. Podemos analisar cada video e as diferentes reações, ações, textos etc. Dependendo da pessoa era possivel até reconhecer o método utilizado para o efeito da visualidade de pensamento
A minha técnica, por exemplo, foi repetir várias vezes a pergunta “e esse tempo?”, de várias formas e tons. Não foi possivel ouvir minha fala pois estava ventando muito, mas segundo Rejane- e eu concordo- minha cena ficou bonitinha.
Após mostrar o video, descutimos algumas técnicas que tornaram eficaz o processo de filmagem, como por exemplo a PALAVRA CONCRETA, termo criado por um dos alunos de cinema da professora Rejane onde cocnciste  o processo de pensar em palavras como “banana”, “maçã”, “cadeira”... desse modo a verberar essa palavra no pensamento gera o feito diante da cêmera. Outros modelos ensinados já antes  como a SUBSTITUIÇÃO onde encaixamos algo semelhante naquilo que temos foco. Mas tem outras formas alternaivas vindas da própria pessoa, como contar mentalemnte, utilizar a escuta (uma ótima técnica! Uma das que eu mais uso e alterno) para cantar melodias ou letras, poemas e etc.
Ao final Rejane nos adiantou o processo que viria a seguir. Sentamos em roda e o exercicio era fazer uma roda de perguntas, aleatórias e para quem quisesse ali. A intenção era captar as ações reais, as mais verdadeiras (espontânea certo?). A Carol que fez a pergunta para mim que foi “qual foi a sua emoção quando você subiu a primeira vez no palco pra dançar?” e eu perguntei para Júlia como havia sido seu primeiro banho de chuva. E assim sucetivamente.
O momento mais forte com toda a certeza foi a pergunta do lázaro, “qual a sua melhor memória de infância?” ninguem esperava a reação. O choro que ele tentava conter foi se espalnhando po quase todos os alunos, sentimos isso... eu senti isso. Até porque ja virou um registro muito forte pra mim.
Realmente no curso todo dia é uma surpresa, não se sabe o que pode vir. E tudo é uma maravilha.
Como exercico para a proxima aula,rejane nos pediu para que escrevessemos um pequeno monólogo e escolher uma outra pessoa que irá falar esses diálogo commo se fosse o seu próprio monologo, sua propria historia.
A verdade deve provir de mais longe, de algo mais profundo: é preciso encontrar a verdae interior.” ¹

1.      1.  Odete Aslan, O Ator no século XX, p.73

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