segunda-feira, 16 de março de 2015

AULA DE TÓPICOS PARA CINEMA PRIMEIRA AULA 10/02


Nessa primeira aula de Tópicos um entres vários outros filmes decidimos por “BLADE RUNNER- O CAÇADOR DE ANDRÓIDES” um filme de ficção científica  misturados com fantasia e suspense de 1986  do Diretor Ridley Scott.
A peculliaridas que a Rejane expos logode início para a turma e para que observassemos esses pontos: a imobilidade, a neutralidade e em contraste intensidade muito forte o que se refere as ações.
Logo de cara a primeira cena, foi a de um interrogatórioentre um agente e um andróide fugitivo que está “desarçado”.
A Cena inteira cria a intenção de neutralidade apesar de que o corpo do interrogado – mesmo que descretamente e inumano- esteja desmonstrando um ar de assutado com a quase  imobilidade do seu rosto e o resto do corpo.
O interrogado está sentado na cadeira de frente para o agente que esta atras da mesa em uma espécie de saleta, ele está como os ombros caídos e levemente curvados para frente o dava- se a entender que os braços estavam largados sobre as pernas, na teta o cenho está contraído, boca semiaberta, olho arregalados quase que imóveis ( certos momentos ele piscava nervosamente, como reflexos rápidos) compomdo o semblante assustado.
Durante todo o inerrogatório o clima decorre dessa forma, o agente perguntando, o andróide respondendo tudo numa neutralidade só. Crio um cliima de tensão ( não sei se foi pela cena por ser um interrogatorio ou se foi pela tensão que se criou pela neutralidade) e  de uma forma “rasgada” essa tensão é interrompida com uma ação extremamente intensa do Andróide, desta vez revelando quem era realmente, ao matar o agente na sala atirando no mesmo e arremessando –o para o outro lado da sala. O contraste entre a neutralidade e a ação itensa que é repitida várias vezes durante o filme.
A questão da imobilidade foi o que me chamou a atenção. Pricipalmente em uma cena em que Rachel (uma andróide) vai até a casa de Rick Deckard ( Harrison Ford) o caçador de Andróides para convecê- lo de que ela é humana. Ao longo da cena o rosto de Rachel é completamente imóvel,fiz refenrência a uma máscara. A imobilidade da atriz trouxe a personagem quase que uma vizualidade, pois em certos momentos não se era possivel reconhecer o seu sentimento, até mesmo quando se percebia o sentimento a ação era descreta ou simplismente nenhuma como na que Rachel sabe a verdade e seus olhos começam a se encher até que escorre a lágrima e antes que Deckard veja ela  olha para a janela rapidamente, parece se recompor, e volta a encará- lo. Uma cena delicada e ao mesmo tempo muito  forte.
O que um homem pode inventar, o outro pode descobrir”

Shrelock Holmes, “A volta de  Sherlock Holmes”, Arthur Conan Doyle, Sir, 2859- 1930, p. 122

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