Nessa primeira aula de Tópicos um entres vários outros
filmes decidimos por “BLADE RUNNER- O CAÇADOR DE ANDRÓIDES” um filme de ficção
científica misturados com fantasia e
suspense de 1986 do Diretor Ridley
Scott.
A peculliaridas que a Rejane expos logode início para a
turma e para que observassemos esses pontos: a imobilidade, a neutralidade e em
contraste intensidade muito forte o que se refere as ações.
Logo de cara a primeira cena, foi a de um
interrogatórioentre um agente e um andróide fugitivo que está “desarçado”.
A Cena inteira cria a intenção de neutralidade apesar de que
o corpo do interrogado – mesmo que descretamente e inumano- esteja
desmonstrando um ar de assutado com a quase
imobilidade do seu rosto e o resto do corpo.
O interrogado está sentado na cadeira de frente para o
agente que esta atras da mesa em uma espécie de saleta, ele está como os ombros
caídos e levemente curvados para frente o dava- se a entender que os braços
estavam largados sobre as pernas, na teta o cenho está contraído, boca semiaberta,
olho arregalados quase que imóveis ( certos momentos ele piscava nervosamente,
como reflexos rápidos) compomdo o semblante assustado.
Durante todo o inerrogatório o clima decorre dessa forma, o
agente perguntando, o andróide respondendo tudo numa neutralidade só. Crio um
cliima de tensão ( não sei se foi pela cena por ser um interrogatorio ou se foi
pela tensão que se criou pela neutralidade) e
de uma forma “rasgada” essa tensão é interrompida com uma ação
extremamente intensa do Andróide, desta vez revelando quem era realmente, ao
matar o agente na sala atirando no mesmo e arremessando –o para o outro lado da
sala. O contraste entre a neutralidade e a ação itensa que é repitida várias
vezes durante o filme.
A questão da imobilidade foi o que me chamou a atenção.
Pricipalmente em uma cena em que Rachel (uma andróide) vai até a casa de Rick
Deckard ( Harrison Ford) o caçador de Andróides para convecê- lo de que ela é
humana. Ao longo da cena o rosto de Rachel é completamente imóvel,fiz
refenrência a uma máscara. A imobilidade da atriz trouxe a personagem quase que
uma vizualidade, pois em certos momentos não se era possivel reconhecer o seu
sentimento, até mesmo quando se percebia o sentimento a ação era descreta ou
simplismente nenhuma como na que Rachel sabe a verdade e seus olhos começam a
se encher até que escorre a lágrima e antes que Deckard veja ela olha para a janela rapidamente, parece se
recompor, e volta a encará- lo. Uma cena delicada e ao mesmo tempo muito forte.
“ O que um homem pode
inventar, o outro pode descobrir”
Shrelock Holmes, “A volta de
Sherlock Holmes”, Arthur Conan Doyle, Sir, 2859- 1930, p. 122
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