Apesar dessa ser a segunda aula de prática para cinema, essa
foi a minha primeira aula.
Não passei pelo processo anterior de (segundo os registros
dos meus colegas) ser filmado com a intençãoo de vizualidade de pensamento.
Esse processo foi um pré aquecimento para o que foi realizado nessa aula.
A vizualidade de pensamento é um artifício utilizado para
“dar tempo” e para trazer naturalidade na cena. Um tom de cotidiano muito
presente no cinema realista.
Na semana anterior Rejane nos pediu para que viessemos com
uma roupa fora do cotidiano, acho que talvez para traazer uma certa inspiração
para cena etambém por ser um toque particular da Rejane ( na minha opnião).
Eu não passei pelo processo inteiro da vizualidade do
pensamento, então fiquei meio nervosa por não saber direito o que de fato era
pra se fazer. No semestre passado passei por uma experiecia parecida porém
utilizando a vizualização da imagem e não da palavra como era o objetivo, fiz
uma substituição e deu certo. Consegui passar a vizualidade de pensamento em
cena. De cara eu não fazia a minima ideia do que falar ou sobre o que falar
então falei a primeira frase logo que começou a gravar “ Eu acho que vou ter
que ir lá hoje.” Na primeira vez que eu fiz a minha estratégia foi em pensar no
que falar e foi justamente isso que atingiu o intuito da prática. Na segunda
vez que eu fiz eu já coloquei outra estratégia, eu repetia o olhar, o tempo e
pensava “e esse tempo?”, não fazia sentido com nada na minha cena, mas deu
certo. Incrivel. Todos os alunos
passaram por esse processo, uns com mais facilidade outros nem tanto.
Rejane nos ensinou a estratégia da palavra concreta. Você
simplimente pensar “banana podre”, “cadeira”, “grama” pode dar esse efeito de
vizalidade do pensamento. Entretanto nem toda palavra concreta pode funcionar
com cada pessoa, pode ser uma artificio falho para alguns atores, porém com
práica é possivel que se torne eficaz. Repito, não para todos.
Finalizmos a aula.
“ As palavras serão
utilizadaas num sentido encantatório, verdadeiramente mágico- em função de sua
forma, de suas emanações sensíveis e não mais de seu significado.” ¹
1. 1. Op. Cit, capítulo “O Tetrao da Crueldade,
segundo mannifesto.
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