domingo, 22 de março de 2015

DESCRIÇÃO DA AULA DE TELEDRAMATURGIA DO DIA 18/03/2015

Nessa aula nós vimos os vídeos da ultima aula, que fizemos na casa da Iasmin, como base uma atuação suja, com fala em cima de fala e o que foi muito legal, eu particularmente gostei de todos os grupos, apesar de uns mais sujos que os outros cada um teve seu ponto alto.
O Anderson e a Julia fizeram um bem calmo, apesar de ser uma briga não houve explosão como nos outros mas mesmo assim eu gostei, a Julia tem uma visualidade linda eu acho ela linda no vídeo. O Lázaro e a Raquel fizeram um legal também, o Lazaro tem um jeito dele que parece caber em tudo, inclusive nesse, ficou muito bom o deles, o Lazaro tinha umas pausas grandes entre as falas e isso mostrava como ele tava pensando, eu gostei muito. Ismael e Anna: me surpreendi com a Anna, alí eu vi um estouro que não tinha reparado nela, até a voz dela mudou, o Ismael se desconcentrou mas encaixou na cena as partes que ele ria, creio que a Anna se deu melhor no exercício devido a experiência da vida mesmo, ela está grávida, é casada e na cena era uma briga de casal então ela teve uma aproximação, diferente do Ismael que foi totalmente diferente do que ele vive, a Rejane até pediu para ele buscar mais coisas próximas a ele. O vini e a Rafa foram super realistas ali, usaram muito bem o que casa deu, a Rafa falando enquanto se maquiava foi muito show, eu gostei como eles exploraram tudo. Jeferson e Nai foram bem, apesar de pela situação não ter ocorrido um estouro maior foi bem legal a reviravolta que teve, a Nai estava linda em cena na visualidade do pensamento. No da Marcela e da Iasmin eu senti falta da Iasmin em cena, a Marcela foi super cinema, eu gostei da maneira que ela falava com decepção mesmo, acho que a Iasmin pensou demais, por isso ficou um pouco teatral, devido a cena ter sido bem real para ambas. A nossa eu gostei também, achei que ficou bem real, foi bem suja, atropelamos a fala da outra como proposto, e foi tranquilo pra nós por ser algo comum na nossa idade, mesmo que a gente não vivencia isso da para sentir e substituir também, por ser algo próximo a nossa realidade.
Depois batemos um papo sobre tudo e a professora falou que é bacana encontrar situações que cheguem perto da nossa realidade mesmo, que fica melhor em cena. E conversamos sobre possíveis situações onde enquanto falamos algo estamos pensando em algo diferente (ex: vou matar minha vizinha mas estou indo a casa dela falar como eu a amo), vamos trabalhar isso e vai ser um desafio pensar em que traga para cena que não estamos pensando no que vamos falar, mas estou ansiosa para tentar. Devemos escolher os grupos e fazer um roteirinho com falas internas e pensamento interno.

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Toda fase de pesquisa do papel requer incontáveis substituições a
partir da experiência de vida (...) Nenhum diretor pode ajuda-lo em 
suas substituições, pois ele não foi parte de sua experiência de vida.''   (HAGEN)

Yule Santos Pin


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