segunda-feira, 30 de março de 2015

Diário de voz dia 02/03/2015. -Vinicius.


Hoje desenvolvemos um trabalho de corpo bem intenso, trabalhamos as possíveis formas que o nosso corpo pode ocupar no espaço, é cotidiano de cada um que andemos sempre na mesma direção, sentemos sempre na mesma direção e até a nossa voz costuma ser em uma mesma direção. Percebemos hoje que nosso corpo pode ocupar o espaço que ele tem como peso e tamanho, pode ocupar o espaço máximo que nossa voz consegue atingir no espaço e pode alcançar o espaço que nós possuímos quando nos movimentamos.  Vimos que em cada posição nossa voz atua de uma forma diferente, visto que voz tem direção e sentido, se estamos em uma posição menos desconfortável nossa voz terá um sentido e se estou em uma posição mais confortável minha voz vai ter outro sentido.

Fizemos dois exercícios, o primeiro foi assim: Dividimos a sala em dois grupos e enquanto 1 fazia movimentos o 2 fazia sons diferentes. Foi interessante quando as pessoas em sala fizeram sons que não são construídos, fizeram sons que elas mesmo inventaram ali na hora. Quando algumas pessoas usaram sons que já existem o exercício não teve o mesmo brilho.

No segundo exercício enquanto uma pessoa contava uma história, as pessoas que estavam atrás tinham que mostrar suas partituras de forma que cada partitura se encaixasse com a história, a professora não falou que tinha que encaixar mas tentei fazer com que encaixasse pois dava-se mais sentido à cena.

Outro fato importante também é que quando fazíamos a nossa partitura, muita gente não usava o máximo do corpo para realizar a partitura, já vimos que precisamos ocupar o maior espaço possível com o nosso corpo, então se eu estico a minha perna para compor algo tenho que pensar que tenho que esticar além da perna, esticar meu pé e cada dedo do pé.

Resumindo, a aula de hoje me trouxe várias questões a ser pensada para um futuro trabalho.

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