Hoje desenvolvemos um trabalho
de corpo bem intenso, trabalhamos as possíveis formas que o nosso corpo pode
ocupar no espaço, é cotidiano de cada um que andemos sempre na mesma direção,
sentemos sempre na mesma direção e até a nossa voz costuma ser em uma mesma
direção. Percebemos hoje que nosso corpo pode ocupar o espaço que ele tem como
peso e tamanho, pode ocupar o espaço máximo que nossa voz consegue atingir no
espaço e pode alcançar o espaço que nós possuímos quando nos movimentamos. Vimos que em cada posição nossa voz atua de
uma forma diferente, visto que voz tem direção e sentido, se estamos em uma
posição menos desconfortável nossa voz terá um sentido e se estou em uma
posição mais confortável minha voz vai ter outro sentido.
Fizemos dois exercícios, o
primeiro foi assim: Dividimos a sala em dois grupos e enquanto 1 fazia
movimentos o 2 fazia sons diferentes. Foi interessante quando as pessoas em
sala fizeram sons que não são construídos, fizeram sons que elas mesmo
inventaram ali na hora. Quando algumas pessoas usaram sons que já existem o exercício
não teve o mesmo brilho.
No segundo exercício enquanto
uma pessoa contava uma história, as pessoas que estavam atrás tinham que
mostrar suas partituras de forma que cada partitura se encaixasse com a
história, a professora não falou que tinha que encaixar mas tentei fazer com
que encaixasse pois dava-se mais sentido à cena.
Outro fato importante também é
que quando fazíamos a nossa partitura, muita gente não usava o máximo do corpo
para realizar a partitura, já vimos que precisamos ocupar o maior espaço
possível com o nosso corpo, então se eu estico a minha perna para compor algo
tenho que pensar que tenho que esticar além da perna, esticar meu pé e cada
dedo do pé.
Resumindo, a aula de hoje me
trouxe várias questões a ser pensada para um futuro trabalho.
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