ATUALIZAÇÃO
AULA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA 01/04
Assistimos
o resultado das aulas práticas.
Discutimos
sobre os efeitos que apareceram em todas as filmagens no que se
refere aos registros baseados no filme “TAXI DRIVE”.
A
prática de exercer a fala externa, deixando a expressividade contar
e transmitir a Fala interna com o foco no olhar praticamente foi um
tanto quanto intimidador, controlar a expressão usando a linguagem
do cinema que sendo [...] o código do "natural" rege
estritamente a representação facial do ator na tela que [...] lhe
permite uma contenção de nuances expressivas. (ROUBINE,
Jean-Jacques. A Arte do ator. Pg 34;)
Vendo
a minha cena, me surpreendi com a potência do meu olhar. Tinha a
consciência do meu corpo em cena e talvez essa potência que eu
consegui transmitir no olhar sentia no corpo até por conseqüência
da ação que eu descobri de “reflexo do pensamento”, sobre o
carretel de falas que surgem quando passo pelo processo de Fala
interna. Enquanto falava com Rejane sobre esse processo para chegar
ao resultado da minha cena e da Yule, discordei no inicio de que
mesmo com a interferência da ação da caneta, tudo o que eu fiz foi
efeito da fala interna. Em alguns pontos eu posso concordar, a fala
ajudou a ter mais potência? Talvez, mas para mim tudo se deve a
vibração da minha mão direita que antes de chegar ali, veio
internamente como sensação e se transformou em ação por conta de
um imprevisto. Tenho minhas questões ainda sobre o processo inteiro
da fala interna, mas que serve como um ponto de partida para pesquisa
própria dos métodos ainda não descobertos.
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