segunda-feira, 20 de abril de 2015

ATUALIZAÇÃO AULA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA 01/04

ATUALIZAÇÃO AULA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA 01/04
Assistimos o resultado das aulas práticas.
Discutimos sobre os efeitos que apareceram em todas as filmagens no que se refere aos registros baseados no filme “TAXI DRIVE”.
A prática de exercer a fala externa, deixando a expressividade contar e transmitir a Fala interna com o foco no olhar praticamente foi um tanto quanto intimidador, controlar a expressão usando a linguagem do cinema que sendo [...] o código do "natural" rege estritamente a representação facial do ator na tela que [...] lhe permite uma contenção de nuances expressivas. (ROUBINE, Jean-Jacques. A Arte do ator. Pg 34;)
Vendo a minha cena, me surpreendi com a potência do meu olhar. Tinha a consciência do meu corpo em cena e talvez essa potência que eu consegui transmitir no olhar sentia no corpo até por conseqüência da ação que eu descobri de “reflexo do pensamento”, sobre o carretel de falas que surgem quando passo pelo processo de Fala interna. Enquanto falava com Rejane sobre esse processo para chegar ao resultado da minha cena e da Yule, discordei no inicio de que mesmo com a interferência da ação da caneta, tudo o que eu fiz foi efeito da fala interna. Em alguns pontos eu posso concordar, a fala ajudou a ter mais potência? Talvez, mas para mim tudo se deve a vibração da minha mão direita que antes de chegar ali, veio internamente como sensação e se transformou em ação por conta de um imprevisto. Tenho minhas questões ainda sobre o processo inteiro da fala interna, mas que serve como um ponto de partida para pesquisa própria dos métodos ainda não descobertos.


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