ATUALIZAÇÃO
AULA DE VOZ II 23/03
Aula
que tiramos para aprender a fazer a respiração abdominal, a ideal
para o artista. É no abdômen que fica o principal apoio para gerar
a sustentação da respiração, para uma melhor visualização é
onde os cantores de ópera apóiam para conseguir uma maior extensão
e nota nas canções.
Para
treinarmos e tornar automático. Sentamos no chão, de maneira
confortável. Expiramos empurrando o umbigo para dentro devagar até
o limite e quando inspiramos “largamos” a barriga de uma vez,
repetindo o processo várias vezes. Durante a expiramos fazemos um
mantra ( “hummm”) não sei se era pra botar mais um estimulo para
prolongarmos a respiração ou para gerar uma “contenção” mesmo
que fraca no abdômen, onde era contraído. Durante esse exercício
eu fiquei tonta em vários momentos o que era normal segundo Lara, é
uma questão de costume.
Depois
fizemos um exercício que nos forçava a usar o centro do abdômen,
onde usamos como apoio. Com apenas uma das pernas, deveríamos nos
equilibrar enquanto explorávamos várias posições que desafiassem
os nossos limites, caso a perna começasse a doer trocávamos de
perna. Senti uma concentração muito forte, porém não sentia muito
utilizando o abdômen ou o ponto em que Lara antes já nos dissera
(quatro dedos abaixo do umbigo), ao contrário da perna, não sabia
se estava fazendo de maneira errada então decidi parar respirar e
fazer novamente, desta vez focando no ponto central, senti até a
diferença no meu equilíbrio, consegui controlar mais minha
respiração usando de certa forma aquela respiração que fizemos no
inicio da aula, claro que em alguns momentos tive que prender a
respiração por conta de uma posição ou desequilíbrio, mas nada
interferiu para que no final do exercício eu ficasse ofegante. Senti
a inspiração mais “longa” e pesada, profunda.
Fizemos
o “murmuro” que usamos para massagem das pregas vocais, já ai eu
senti que eu conseguia prolongar mais e alternar várias vezes as
notas que a Lara fazia. Decidimos cantar uma música, a que está em
“Romeu e Julieta”, tentamos alcançar algumas notas e senti uma
maior harmonia do grupo. Muito melhor em minha opinião.
O
próximo exercício era para que contássemos uma história, pequena,
com o corpo, dando “imagem” as palavras literalmente. Cada um
montou e quatro pessoas apresentaram nesse dia e um ponto surgiu
durante a apresentação da Iasmin, no começo ela fez os movimentos
normalmente, mas no meio ela começou a ficar ofegante e no final
pareceu ficar mais. Lara disse que esse fenômeno de chama “curva
de queima”, que seria nesse processo da atividade o corpo pedir
oxigênio e você responder mandando oxigênio, só que cada vez que
você manda o corpo quer mais e mais oxigênio o que te deixa
ofegante.
Lara
vai puxar bastante para o trabalho da “imagem da palavra” e o
controle da “curva de queima” para tentar evitar esse fenômeno
durante os exercícios que exigem o corpo e a palavra.
Finalizamos
a aula.
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