segunda-feira, 20 de abril de 2015

ATUALIZAÇÃO AULA DE VOZ II 23/03

ATUALIZAÇÃO AULA DE VOZ II 23/03
Aula que tiramos para aprender a fazer a respiração abdominal, a ideal para o artista. É no abdômen que fica o principal apoio para gerar a sustentação da respiração, para uma melhor visualização é onde os cantores de ópera apóiam para conseguir uma maior extensão e nota nas canções.
Para treinarmos e tornar automático. Sentamos no chão, de maneira confortável. Expiramos empurrando o umbigo para dentro devagar até o limite e quando inspiramos “largamos” a barriga de uma vez, repetindo o processo várias vezes. Durante a expiramos fazemos um mantra ( “hummm”) não sei se era pra botar mais um estimulo para prolongarmos a respiração ou para gerar uma “contenção” mesmo que fraca no abdômen, onde era contraído. Durante esse exercício eu fiquei tonta em vários momentos o que era normal segundo Lara, é uma questão de costume.
Depois fizemos um exercício que nos forçava a usar o centro do abdômen, onde usamos como apoio. Com apenas uma das pernas, deveríamos nos equilibrar enquanto explorávamos várias posições que desafiassem os nossos limites, caso a perna começasse a doer trocávamos de perna. Senti uma concentração muito forte, porém não sentia muito utilizando o abdômen ou o ponto em que Lara antes já nos dissera (quatro dedos abaixo do umbigo), ao contrário da perna, não sabia se estava fazendo de maneira errada então decidi parar respirar e fazer novamente, desta vez focando no ponto central, senti até a diferença no meu equilíbrio, consegui controlar mais minha respiração usando de certa forma aquela respiração que fizemos no inicio da aula, claro que em alguns momentos tive que prender a respiração por conta de uma posição ou desequilíbrio, mas nada interferiu para que no final do exercício eu ficasse ofegante. Senti a inspiração mais “longa” e pesada, profunda.
Fizemos o “murmuro” que usamos para massagem das pregas vocais, já ai eu senti que eu conseguia prolongar mais e alternar várias vezes as notas que a Lara fazia. Decidimos cantar uma música, a que está em “Romeu e Julieta”, tentamos alcançar algumas notas e senti uma maior harmonia do grupo. Muito melhor em minha opinião.
O próximo exercício era para que contássemos uma história, pequena, com o corpo, dando “imagem” as palavras literalmente. Cada um montou e quatro pessoas apresentaram nesse dia e um ponto surgiu durante a apresentação da Iasmin, no começo ela fez os movimentos normalmente, mas no meio ela começou a ficar ofegante e no final pareceu ficar mais. Lara disse que esse fenômeno de chama “curva de queima”, que seria nesse processo da atividade o corpo pedir oxigênio e você responder mandando oxigênio, só que cada vez que você manda o corpo quer mais e mais oxigênio o que te deixa ofegante.
Lara vai puxar bastante para o trabalho da “imagem da palavra” e o controle da “curva de queima” para tentar evitar esse fenômeno durante os exercícios que exigem o corpo e a palavra.

Finalizamos a aula.

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