terça-feira, 7 de abril de 2015

Interpretação 12- 03

Começamos a aula com um dialogo aberto, após fizemos um alongamento bem pesadinho, trabalhamos alongamento das pernas, costas, coluna, braços, tive um pouco de dificuldade pois como estou gravida minha barriga atrapalha um pouco. Fizemos posições de bobo encolhido que se transformava em posição de alerta (atento), a posição de bobo é o corpo inclinado para frente com braços quase tocando o joelhos, cara derretida com língua para fora e de atento me parece posição de galo, peito estufado braços formando assas para baixo e pés meio abertos.
Então continuamos o trabalho feito na aula anterior, foi feito dois grupos um dos que estavam na ultima aula e outro dos que faltaram, nosso grupo tinha que apresentar a primeira cena de Édipo enquanto o outro grupo a cena que se prosseguia. Podemos escolher os meios no qual nossa cena se prosseguiu assim: Jeferson no meio do palco, eu em um canto, Marcela e Vinícius em outro de costas, nos viramos e fomos em direção a Jeferson, andando tortos como se fossemos aberrações mitológicas (bruxas dos destinos) conversando algo que só nos entendêssemos segurando algo imaginário entre as mãos que logo se transformou em pássaros mimetizados por elas mesma que em seguida eram destroçados, então nos direcionávamos para a plateia e assim que saiamos do palco nos transformavam em pessoas normais e ficávamos na plateia com os braços erguidos para a cima simbolizando que estávamos segurando ramos. Anderson entrava em cena como Édipo, fala algumas falas como se estivesse fazendo um discurso, e nois publico intervíamos repetindo duas falas. Dai chegava a entrada de Creonte e acabava a cena.
A cena do outro grupo era duas filas em pé , um lado era Tireses e outro Édipo, o que os primeiros falavam se prosseguia pelos outros era um briga.
Os dois grupos tiveram 3 chances de ajustar a cena após apresentar, não acho que meu grupo teve muito crescimento faltou dominação do texto e comprometimento. No outro grupo já estava meio desorganizado por ser muitas pessoas, eles não sabiam o texto e em cena não estavam levando a serio.
Visto que não estávamos adequados ao texto a professora então fez com que lêssemos as cenas e passamos varias e varias vezes com vozes deferentes, brincando e mexendo para melhor entendimento e compreendi mento. Creio que é uma estratégia que vem a calhar pois cada um tem um jeito de falar e é claro um jeito de compreender você escutar o mesmo texto sendo lido varias vezes em vozes deferentes traz sim o entendimento.

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