terça-feira, 14 de abril de 2015

Teledramaturgia 04/02/2014 por Lazaro Tarso


A primeira aula de Teledramaturgia o segundo contato com a câmera primeiro com Rejane de diretora. Já tínhamos gravado com Burura no primeiro período mas o jeito de gravação é bem diferente e o processo também Burura me pareceu ser um diretor mais tradicional, Rejane não, ela é um pouco fora do roteiro, caso os diretores tivessem que ser parecidos a Rejane seria meio que a "ovelha perdida" por fazer de um jeito diferente. No dia anterior tivemos a aula de tópicos onde aprendemos sobre algumas coisas do cinema, a diferença do cinema e do teatro, os elementos que são mais fortes e estar presente o tempo todo como a força do pensamento e a fala interna, corpo alerta sempre. E na primeira aula trabalhamos o pensamento. Sentamos e tínhamos que pensar e não falar nada, não podíamos olhar para a câmera. Quando chego na frente da câmera é muito difícil, por mais que eu ame estar fazendo algo que realmente gosto, me sinto tão artificial quanto os alunos fazendo vídeos de trabalho escolar, no cinema tudo precisa ser "pequeno" mas comigo tem que ser grande e no teatro preciso ser colossal, pois faço muitas coisas internas que se fossem levadas ao externo poderiam ser ótimas mas quando vejo no vídeo achando que fiz o que penso...é outra coisa. Me vejo com as mesmas expressões e eu que quero ser mais versátil preciso mudar isso. Não me sinto natural. Sou assim cantando também.

As vezes o medo de fazer qualquer movimento com a câmera filmando é a preocupação da teatralidade.

Quando a gente vai se ver nas filmagens é a hora dos 30 é o momento de ver os erros e corrigir.

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