Porém o que importa foram os supostos registros que eu vi na doce Hazel.
Desde a primeira vez que ela viu Augustus, seus olhos brilhavam e ficavam imóveis, parecia que ela estava olhando para um lugar fixo, pensando em outra coisa, qualquer outra coisa menos em Augustus, pois o olhar dela era tão fixo e tão intenso que pode ser outra coisa, outro impulso que a leva a tanta fixação, sem que nem o próprio Augustus fosse capaz de desviar seu olhar. Era algo muito forte. Imagino que ela pode usado vários principios, talvez uma associação que passasse como um flash-back, algo muito bom que a impedisse de desviar o foco. parecia que quando ela estava assim pensando em algo em cena era como se tivesse usando também a regra de jogo de "não olhar", e quando alguém a chamava e ela teria que responder foi de uma naturalidade muito grande.
Pelo brilho nos olhos, desde o começo dos tempos, as pessoas reconhecem seu verdadeiro Amor.-PAULO COELHO



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