Aula de
interpretação II 05/02
NAIARA MENDES
Essa foi nossa
primeira aula de interpretação II, foi bem dinâmica e trabalhamos com
construção de cenas através de posições criadas durante o exercício.
Primeiro fizemos
os alongamentos e aquecimentos de corpo e de voz. Então após os aquecimentos
começamos a andar pelo espaço, tentando dividir o foco entre observar o outro e
observar o espaço para tentar preencher todos os espaços, então enquanto
andávamos a professora dava o comando para pararmos, nesses instantes observavámos
o espaço, os buracos deixados no espaço e como estava a distribuição de
pessoas. Geralmente sobrava muito espaço esburacado. No palco inteiro marcamos
nosso ponto 1. Então dividimos o palco ao meio e usamos apenas um dos lados, mas
não adiantou muito, ainda assim continuavam os buracos. No palco divido
marcamos nosso ponto 2. Depois dividimos a metade do palco ao meio, então
andamos pelo espaço, ainda continuavam os buracos, creio eu que por falta de
observação no outro isso acontece. Nessa metade da metade do palco marcamos
nosso ponto 3. Depois voltamos a andar no palco inteiro e marcamos nosso ponto
4.
Andamos algumas
vezes marcando nossos pontos para fixar. Então a professora pediu que
fizéssemos normal, depois de traz pra frente. Depois ela pediu que cada pessoa
escolhesse um número de um a quatro. Eu escolhi o número dois. O comando era
fazer uma posição em plano médio no ponto em que coincidia com o número
escolhido e sentar no primeiro ponto. Treinamos isso uma vez e fomos divididos
em dois grupos. Grupo 1 e grupo 2.
Eu fiquei no
grupo 1, então fizemos nossas posições na primeira vez apenas para no
familiarizarmos com o espaço, a segunda vez para criarmos uma cena e a terceira
vez a cena criada. Alguns movimentos a plateia conseguiu enxergar cena, porém
reconhecemos que houveram mais cenas individuais que interação com o outro. A
professora deu um comando d fazermos uma cena com o tema profecia. Decidimos
então fazer de uma profecia que está próxima dos nosso conhecimentos, a volta
de Jesus. Conversamos, definimos personagens e depois da apresentação do grupo
2, que foi algo bem bonito e interessante, partimos para a improvisação. Estava
uma loucura, pessoas de todos os tipos, umas criam e outras não, umas ficavam
no pecado, outras pedindo perdão, então Jesus volta, umas são salvas outras
ficam. Fizemos em velocidade normal, depois foi definido que deveríamos fazer
em velocidade rápida, muito rápida. Anderson começava a cena e depois o restante continuava. Eu fiz
o papel de uma moça que queria curtir a vida e não queria pedir perdão enquanto
estava nova, porém não deu tempo, Jesus voltou antes e ela ficou. Mas depois
disso tudo, foram acrescentadas algumas falas para Iasmin e Anderson, que
desconstruiu nossa cena e criou outra, falando sobre a profecia da história de
Edipo Rei.
Por fim as duas
cenas viraram fragmentos de Édipo Rei, o grupo 2 fez a esfinge e o grupo 1 a
profecia.
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