segunda-feira, 16 de março de 2015

AULA DE INTERPRETAÇÃO PARA CINEMA 04/03


Nessa aula nó assistimos a gravação da roda de perguntas feita na aula passada junto com Rejane.
Desta vez para anarlisamos os detalhes que passam despercebidos por nó mesmos. Como a intenção da gravação era pra pegar a realidade, os nossos tregeitos. A “sujeira” que surge com o espontâneo- esfregar o nariz, coçar a testa, cobrir o rosto com a mão, fazer careta (na tentativa de lembrança),entre as falas pausar com “eeeee” e etc- são coisas reais que podem ser feitas nas gravações.podemos usar isso pra trazer esse característica do realismo- ou natural?- que serão usadas para o exercicio do monólogo que foi nos explicado semana passada.
Por exemplo ass mãos de jeferson, esfregando uma na outra, ficou forte e presente durante sua resposta.
Foi nos exposto as técnica que podemos realizar, “o mágico ‘se’” de Stanislavisk,  e ‘se’ acontecesse comigo?, e ‘se’ eu sentisse? E’se’.. serve para colocar você na situação que pede ou está o personagem. A substituição que já éuma técnica conhecida e trasmitida por nossa professora. A visualização de imagem, da palavra e do pensamento que serve para surgir o tempo (realismo) entre as falas,  para trazer sensações, lembranças que podem contribuir para a cena entre tantas outras. “[...] o ator deve viver uma ação e não mais reresentar ua ficção.” ¹
Ao final revelamos os nossos destinos dos monologos. Eu escolhi Iasmin e Vinicius escreveu um monologo para mim.
Finalizamos a aula.
1.       Odete Aslan, O Ator no século XX, p.72


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