Nessa aula nó assistimos a gravação da roda de perguntas
feita na aula passada junto com Rejane.
Desta vez para anarlisamos os detalhes que passam
despercebidos por nó mesmos. Como a intenção da gravação era pra pegar a
realidade, os nossos tregeitos. A “sujeira” que surge com o espontâneo-
esfregar o nariz, coçar a testa, cobrir o rosto com a mão, fazer careta (na
tentativa de lembrança),entre as falas pausar com “eeeee” e etc- são coisas
reais que podem ser feitas nas gravações.podemos usar isso pra trazer esse
característica do realismo- ou natural?- que serão usadas para o exercicio do
monólogo que foi nos explicado semana passada.
Por exemplo ass mãos de jeferson, esfregando uma na outra,
ficou forte e presente durante sua resposta.
Foi nos exposto as técnica que podemos realizar, “o mágico
‘se’” de Stanislavisk, e ‘se’
acontecesse comigo?, e ‘se’ eu sentisse? E’se’.. serve para colocar você na
situação que pede ou está o personagem. A substituição que já éuma técnica
conhecida e trasmitida por nossa professora. A visualização de imagem, da
palavra e do pensamento que serve para surgir o tempo (realismo) entre as
falas, para trazer sensações, lembranças
que podem contribuir para a cena entre tantas outras. “[...] o ator deve viver uma ação e não mais reresentar ua ficção.” ¹
Ao final revelamos os nossos destinos dos monologos. Eu
escolhi Iasmin e Vinicius escreveu um monologo para mim.
Finalizamos a aula.
1.
Odete Aslan, O Ator no século XX, p.72
Nenhum comentário:
Postar um comentário