segunda-feira, 16 de março de 2015

Aula de interpretação para cinema dia 11/03


Nessa aula foi prática  em locação, fomos para o apartamento da Iasmin para colocar em prática o que aprendemos com todas as observaçoes e experiencias obtidas na aulade tópicos I e nas aulas anteriores de interpretação.
O local por ser diferente e real (Fora o estudio e as localidades da uvv) trouxa mais proximidade com as cenas propostas por nós alunos. Precisavamos de um conflito para iniciar.
Eu e Vinícius formamos uma das cenas. Éramos marido e mulher e descutimos sobre o fato de meu irmão estar morando com a gente e meu marido não estar gostando  nada dessa  situação. O local escolhido foi o banheiro, vini está no chuveiro e eu na pia tentando me maquiar,  mas tensa demais com a discussão para terminar. Gravamos o primeiro take, foi bom, porém Rejane nos atentou de que faltava  algo em ambos, mas sentimento, mais verdade. E eu senti, de fato. Começei a desenvolver um assunto sobre a minha sogra ter morado um tempo conosco e de não ter sido diferente. Rejane sugeriu que usasemos a técnica da Substituição- “quemé esse irmão que não sai da sua casa?”, “ quem é esse irmão?”- depois de suas orientações continuamos a cena e desta vez com mais intuição. Eu mostrei minha impaciência pela intolerância da discussão. Falamos baixo, exaltamos, tivemos nosso momento de explosão e de pausa.
Foi diferente, dificil e desafiador. Busquei meus registrose consegui entrar na proposta, mas aacho que poderia ter ido melhor. Logo depois que nós fazemos a cena, paramos e analisamos ela toda e temos o pensamento “poderia ter feito isso ou aquilo”, mas como se trata do improviso é normal. Levarei para as próximas gravaçoes.
Na vida contidiana, a verdade é o que existe realmente, o que se conhece. Enquanto em cena, ela é constituída de coisas que não existem realmente, mas que poderiam ocorer.” ¹

1.C. Stanislavski, La Formantion de l’acteur, tradução de Elisabeth Janvier, Paris, Olivier Perrin, 158, p.124,

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