segunda-feira, 16 de março de 2015

Descrição da aula de voz do dia 16/03/2015 da aluna Sarah Damiani.

Começamos a aula nos aquecendo, alongando e nos preparando. O alongamento sempre está mais voltado para a coluna e pernas, não trabalhamos tanto os braços na sala e isso é uma questão interessante porque quando eu vou construir minhas partituras em cena eu uso mais as pernas, talvez seja porque eu não preparei o braço adequadamente para desenvolver qualquer tipo de prática.
Os exercícios de trava-língua são sempre muito bons para a articulação e escuta de nós mesmos. Aprendemos vários hoje e o bom disso é que podemos sempre estar inovando nossas aulas no estágio.
Remontamos e relembramos as partituras da última aula, que enquanto duas pessoas contava uma história, outras duas teriam que montar uma partitura através dos registros desenvolvidos em sala para compor junto com os contadores de história. Nosso grupo conseguiu articular bastante as palavras na hora de contar a história e tentamos buscar também, a sincronização dos gestos com a história.
OBS:
·        Não me lembrava das minhas três partituras, porém na hora improvisei e coloquei energia nos gestos desde a ponta do pé até os dedos da mão. (Ou pelo menos tentei colocar energia.)
·        Algumas pessoas ainda quando vão falar deixam a palavra morrer, o certo é articularmos bastante a frase para que a compreensão e o entendimento seja linear.
·        Estar vivo no exercício é algo que se constrói e que eu estou percebendo a cada dia. No início das aulas eu tinha preguiça de trabalhar a parte do alongamento e da preparação de corpo, porém a parte que eu mais gosto agora é essa, me sinto mais concentrada na aula, sinto que meu corpo está mais concentrado e que até mesmo minha alma está mais concentrada, afinal, estar bem com o corpo é estar bem com a alma.
·        Discutimos sobre alguns conceitos do aparelho fonador, percebemos que existem inúmeras possibilidades de explorarmos a emissão do som e como o conhecimento dos aparelhos sonoros nos ajudam a chegar nessa diversidade de som emitida. O primeiro exemplo é entendermos que quanto mais eu tenho espaço na minha boca, maior será minha qualidade sonora.
·        Sons nasais são emitidos melhor quando mais uma vez, conhecemos os limites e os espaços que conseguimos adquirir na nossa própria boca.
·        Fazer as pregas vocais tremerem é muito importante para a voz, pois a vibração faz as pregas ficarem massageadas, preparando assim, uma boa qualidade sonora.

Nenhum comentário:

Postar um comentário