Começamos com os famosos trava
línguas da professora Lara, para trabalhar mais a articulação da
boca e das palavras. Eu fora das aulas de voz ficava praticando
sozinha, pelo fato de ter tido uma enorme dificuldade nas primeiras-
e desastrosas- tentativas. Enquanto o grupo ia falando fiquei
impressionada com meu desempenho e do grupo também. Melhorando a
cada aula.
O próximo exercício exigia
concentração e um pouco de coordenação. Ficávamos em filas com
três pessoas cada, havia uma contagem que ia decrescendo de sete a
um em cada fila (uma fila contando até sete, a segunda até seis, a
terceira até cinco e assim sucessivamente), enquanto se contava
tinha que dar pulos no lugar e no último número a ser contado
virava para trás. Essa contagem ao chegar final voltava para frente
respeitando a mesma contagem decrescente.
O próximo exercício era
familiar, contação de história, só que desta vez era com um
objetivo diferente. Sentamos em roda e o intuito era que enquanto a
história fosse contada todos deveriam permanecer de olhos fechados e
caso alguém que estivesse ouvindo a história não entendesse o que
era dito ( ou por ter falado muito rápido, por ter “comido” as
palavras, as palavras não foram finalizadas com a mesma força ou
articulação das mesmas) a mesma deveria bater palmas, o que
significava que a pessoa que contava a história deveria voltar ao
inicio de onde ela começou a contar a história, sem contestar o
porque. Foi bom para que nos policiássemos na fala, tanto que na
maioria das pessoas as falas saiam “robotizadas”, devagar, bem
articuladas e com umas pausas – desnecessárias- para falar.
Já finalizando a aula discutimos
sobre os órgãos e músculos que compõe o processo respiratório.
Ficamos sabendo mais informações sobre o nosso querido amigo
Diafragma que é um dos principais músculos que nos auxiliam na
respiração quanto ao trabalho de atriz.
Fim da aula.
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