segunda-feira, 23 de março de 2015

Diário de voz II 09/03/15

Começamos com os famosos trava línguas da professora Lara, para trabalhar mais a articulação da boca e das palavras. Eu fora das aulas de voz ficava praticando sozinha, pelo fato de ter tido uma enorme dificuldade nas primeiras- e desastrosas- tentativas. Enquanto o grupo ia falando fiquei impressionada com meu desempenho e do grupo também. Melhorando a cada aula.
O próximo exercício exigia concentração e um pouco de coordenação. Ficávamos em filas com três pessoas cada, havia uma contagem que ia decrescendo de sete a um em cada fila (uma fila contando até sete, a segunda até seis, a terceira até cinco e assim sucessivamente), enquanto se contava tinha que dar pulos no lugar e no último número a ser contado virava para trás. Essa contagem ao chegar final voltava para frente respeitando a mesma contagem decrescente.
O próximo exercício era familiar, contação de história, só que desta vez era com um objetivo diferente. Sentamos em roda e o intuito era que enquanto a história fosse contada todos deveriam permanecer de olhos fechados e caso alguém que estivesse ouvindo a história não entendesse o que era dito ( ou por ter falado muito rápido, por ter “comido” as palavras, as palavras não foram finalizadas com a mesma força ou articulação das mesmas) a mesma deveria bater palmas, o que significava que a pessoa que contava a história deveria voltar ao inicio de onde ela começou a contar a história, sem contestar o porque. Foi bom para que nos policiássemos na fala, tanto que na maioria das pessoas as falas saiam “robotizadas”, devagar, bem articuladas e com umas pausas – desnecessárias- para falar.
Já finalizando a aula discutimos sobre os órgãos e músculos que compõe o processo respiratório. Ficamos sabendo mais informações sobre o nosso querido amigo Diafragma que é um dos principais músculos que nos auxiliam na respiração quanto ao trabalho de atriz.

Fim da aula.

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