sexta-feira, 26 de junho de 2015

Interpretação II dia 28/05/15

 Na aula de hoje, começo chamando a atenção do espírito em equipe. Isso é fundamental para qualquer trabalho. É termos o discernimento e o respeito com  de saber respeitar o coletivo e o outro.
 Talvez tenhamos dado conta disso apenas no memento em que a data da estreia foi se aproximando. O dia estava chegando, e só assim no colocamos em alerta e parece que sinalmente caiu a ficha de que ou nos esforçávamos para dar o nosso máximo ou a peça seria um "fracasso". Passamos a vir antes do horário de aula para ensaiarmos mais vezes, pensei que para chegar mais cedo o pessoal não fosse levar a sério, e não é que levaram? todos vieram aos ensaios extra, com certeza isso nos deu uma segurança maior em cena. a repetição nos ajudou a aperfeçoármos. A minha visão como atriz se deu a partir dessa tranformação, dessa percepção de que a peça só estaria completa se fôssemos capazes de perceber que o maior elemento da construção de um trabalho, ou seja o ápice de toda essa preparação, todo esse clímax consiste na capacidade do ator de preocuparse com o espirito de equipe, é a percepção não de uma pessoa só mas de todo um grupo de que se não houver empenho, não conseguiremos obter resultados. De que uma pessoa sozinha não é capaz da transformação. Tudo isso foi importates para sabermos que uma boa peça não está na mão de um diretor, de um bom diretor. Se o diretor for bom e não houver atores bons, atores capazes de ter essas percepções, a peça não será bem feita. O que eu como atriz também pude aprender é que existem diretores completamente diferentes, no nosso espetáculo de Romeu e Julieta nós tivemos uma direção que realmente se preopucou com a gente que ficou com a gente em todos os ensaios extras que explorou o nosso máximo que nos deu muito suporte, mas talvez isso nos impediu, nos bloqueou de ter essa experiência. Fica para o nosso amadurecimento

Nenhum comentário:

Postar um comentário